HISTÓRIA
Construídas durante o Antigo Egito, as estruturas serviram como tumbas de faraós e revelam o avanço da engenharia e da organização da sociedade egípcia
Da Redação
16/09/2026 — quarta-feira às 12h30
Divulgação
As Pirâmides de Gizé, um dos maiores símbolos do Antigo Egito, foram construídas há mais de 4.500 anos, durante a Quarta Dinastia, período que se estendeu aproximadamente entre 2613 e 2494 a.C. Localizadas nas proximidades do Cairo, no Egito, as monumentais estruturas foram erguidas como tumbas para os faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos.
A maior e mais antiga das três pirâmides é a de Quéops, também conhecida como Grande Pirâmide. Construída por volta de 2550 a.C., a estrutura tinha originalmente cerca de 146 metros de altura e foi erguida em homenagem ao faraó Quéops, considerado um dos principais governantes da Quarta Dinastia.
A segunda maior pirâmide foi construída para Quéfren, filho de Quéops. Apesar de ter uma altura ligeiramente inferior à da Grande Pirâmide, a construção foi erguida em uma área mais elevada, o que contribui para a impressão de que possui tamanho semelhante. Um dos seus principais destaques é a preservação de parte do revestimento original de calcário no topo.
Já a menor das três grandes pirâmides de Gizé foi construída para Miquerinos, neto de Quéops. Embora tenha dimensões menores, a estrutura também fazia parte do complexo funerário destinado à elite da sociedade egípcia.
Contrariando mitos antigos, as estruturas não foram feitas por escravos e sim por trabalhadores egípcios livres e organizados em turnos. Foram usados milhões de blocos de calcário, granito e outros materiais transportados pelo Rio Nilo.
Originalmente, as pirâmides também apresentavam uma aparência diferente da atual. Suas superfícies eram revestidas por blocos de calcário branco cuidadosamente polidos, que refletiam intensamente a luz do Sol e conferiam aos monumentos um aspecto ainda mais imponente.
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