SEGURANÇA
Ação reúne equipes da Prefeitura para combater a venda de linhas cortantes e reforçar a conscientização sobre os riscos à população
Da Redação
30/07/2026 — quinta-feira às 06h20
Divulgação
Com a chegada do período de férias escolares e o aumento da prática de soltar pipas, a Prefeitura de São Vicente intensificou as ações de combate ao uso e à comercialização de cerol e outras linhas cortantes. Nesta segunda, a Operação Fim da Linha percorreu os bairros Vila Margarida e Jóquei Clube, apreendendo materiais irregulares, reforçando a fiscalização e o trabalho de orientação à população.
A ação reuniu equipes das secretarias de Defesa e Organização Social (Sedos) e de Comércio, Indústria e Negócios Portuários (Secinp), além da Guarda Civil Municipal (GCM), da Polícia Militar (PM) e do Procon. Durante a operação, foram fiscalizados estabelecimentos comerciais e realizadas orientações a comerciantes e moradores sobre a proibição da venda e do uso de cerol e linha chilena.
"Ações como essa são fundamentais para preservar vidas. Além da fiscalização, é essencial que as famílias também orientem crianças e adolescentes. Como poder público, temos o dever de intensificar esse trabalho para coibir a comercialização desses materiais na Cidade", destaca o secretário de Comércio, Indústria e Negócios Portuários, Fernando Paulino.
Para o secretário de Defesa e Organização Social, Silvio Damaceno, a operação vai além da fiscalização. "Nosso compromisso é proteger a população, evitar novas tragédias e conscientizar a sociedade de que empinar pipa é uma brincadeira saudável, mas o uso de cerol e de linhas cortantes é proibido por lei, coloca vidas em risco e não será tolerado em São Vicente."
Cerol é proibido e pode gerar multa
A comercialização, o uso, o porte e a distribuição de cerol, linha chilena e outros materiais do tipo proibidos por lei. Além de colocar em risco a vida de motociclistas, ciclistas, pedestres e até mesmo de quem empina pipa, o descumprimento da legislação pode resultar em multas e outras penalidades administrativas, incluindo a cassação da licença de estabelecimentos comerciais que insistirem na venda desses produtos. A Prefeitura reforça que denúncias sobre a comercialização irregular podem ser feitas através do 153.
ver todos