JUSTIÇA
Segundo a PF, os investigados captaram recursos de clientes, "prometendo pagamento de remuneração expressiva, que seria obtida através de operações de compra e venda de criptoativos"
da Agência Brasil
16/06/2023 — sexta-feira às 03h00
A investigação foi deflagrada com o objetivo de combater crimes contra o sistema financeiro nacional e de ações de organização criminosa - PF
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (15), a Operação Ilha da Fantasia, contra um grupo que, por meio de compra e venda de criptoativos, é suspeito de movimentar ilegalmente cerca de R$ 600 milhões. Um dos alvos é acusado também de abuso sexual infantil.

A investigação foi deflagrada com o objetivo de combater crimes contra o sistema financeiro nacional e de ações de organização criminosa.
Segundo a PF, os investigados captaram recursos de clientes, “prometendo pagamento de remuneração expressiva, que seria obtida através de operações de compra e venda de criptoativos”.
De acordo com os investigadores, os principais suspeitos podem ter movimentado, nos últimos três anos, aproximadamente R$ 600 milhões. Oito mandados de busca e apreensão e três de prisão preventiva foram cumpridos em Campina Grande, na Paraíba.
Um dos alvos de mandado de prisão já havia sido preso no Rio de Janeiro pela Polícia Civil por crime de abuso sexual infantil. A PF, no entanto, não entrou em detalhes sobre o caso.
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