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PT não terá candidato a prefeito em Praia Grande

Direção estadual da legenda da estrela vermelha tomou essa decisão na última semana. A Cidade tem o segundo maior número de eleitores na Baixada Santista, segundo o TSE 

Sandro Thadeu

09/07/2024 - terça às 02h15

Fora da disputa
O PT não lançará uma candidatura própria à Prefeitura de Praia Grande nas eleições deste ano. Essa decisão foi tomada pela direção estadual da legenda, no último dia 2, segundo o coordenador da sigla na Baixada Santista, Alfredo Martins. A prioridade da federação Brasil da Esperança, que é composta por PCdoB, PV e PT, é a disputa pelo Legislativo. Essa deliberação chama a atenção, pois o Município possui o segundo maior número de eleitores da Baixada Santista (261.086), segundo dados de junho do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

Alternativa
Diante dessa postura do comando paulista da sigla da estrela vermelha, o presidente do PV de Praia Grande, Afonso Ueno, informou à coluna que a agremiação sugeriu o nome do major reformado da Polícia Militar (PM) Moriki Ueno para a disputa do Executivo. 

Confiança plena
"Entre os Verdes, Moriki Ueno é unanimidade e já tem projetos nas áreas da segurança, educação, transportes e saúde, as principais áreas problemáticas de Praia Grande", destacou Afonso. O oficial da corporação é formado em Direito, já atuou como diretor da Associação de Moradores do Jardim Samambaia e fundou o Esporte Clube Cristal.

Dúvida cruel
Empresário e diretor da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) - Santos Praia, João Villela ainda está avaliando se vai concorrer a vereador nas eleições deste ano. Em entrevista concedida à rádio CBN Santos, na última quinta-feira, ele foi questionado pelo jornalista Douglas Gonçalves se era pré-candidato ao Legislativo e respondeu que essa decisão ainda estava em aberto. 

Mudança de última hora
Villela explicou que ainda há uma indefinição se o partido realmente vai apoiar a deputada federal Rosana Valle (PL) na disputa pelo Executivo e, dependendo do posicionamento da sigla, ele não participará do pleito. Em 2020, o empresário concorreu à Administração Municipal pelo Novo e trocou a agremiação pelo MDB, no início de abril, por não concordar com a postura da antiga legenda em apoiar a pré-candidatura à reeleição do prefeito Rogério Santos (Republicanos). 

Dia histórico
Santos consolidou a retomada da autonomia política e administrativa há exatos 40 anos, quando Oswaldo Justo (MDB, 1926-2003) foi empossado prefeito, após ter vencido a eleição realizada em junho de 1984. De 1969 a 1983, Santos foi considerada uma área de segurança nacional pela ditadura militar. Durante esse período, os cidadãos ficaram impedidos de ir às urnas para escolher o chefe do Executivo. Os responsáveis pela Administração Municipal eram nomeados pelo Governo Federal.

Afronta à democracia
Em 1968, os santistas elegeram o deputado estadual Esmeraldo Tarquínio (MDB, 1927-1982), de 41 anos, para comandar a Cidade. A posse estava agendada para o dia 14 de abril de 1969, mas, em 13 de março, o parlamentar, que era negro e conhecido por ser uma grande liderança popular, teve o mandato cassado e os direitos políticos suspensos por dez anos. O vice da chapa, o então vereador Oswaldo Justo, decidiu renunciar. Com isso, o Governo Federal decretou a intervenção em Santos.

Curiosidades
No dia 9 de julho de 1964, o último prefeito nomeado pela ditadura militar, Paulo Gomes Barbosa (pai do deputado federal Paulo Alexandre Barbosa, do PSDB) transmitiu o cargo a  Justo, no Palácio José Bonifácio. O vice da chapa era o advogado Esmeraldo Tarquínio Neto, filho do ex-chefe do Executivo cassado 15 anos antes. 

Greve marcada
Os cerca de 5 mil trabalhadores dos serviços de coleta de resíduos sólidos e varrição de Bertioga, Cubatão, Guarujá, Praia Grande, Santos e São Vicente decidiram deflagrar greve, a partir da zero hora da próxima quinta-feira. Essa decisão foi tomada pela categoria em assembleia realizada na semana passada, diante da intransigência nas negociações por parte do setor patronal. 

Proposta indecente
As empresas ofereceram um reajuste de 3,4% nos salários e de 3,6% nos benefícios. Já o sindicato que representa os empregados nessas empresas (Siemaco Baixada Santista) quer uma correção de 5% na remuneração e nas demais cláusulas econômicas. "Os trabalhadores da coleta e varrição estão na linha de frente, garantindo a limpeza e a saúde pública da nossa região. A oferta patronal é uma afronta ao trabalho árduo e essencial que esses companheiros desempenham diariamente", destacou o presidente da entidade, André Domingues Lima, o Fuzil. 

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