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Rui De Rosis (União) sairá de cena, mas filho tentará manter o legado da família na Câmara
Sandro Thadeu
16/01/2024 — terça-feira às 18h00
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Passando o bastão
O vereador santista Rui De Rosis (União) confirmou à coluna que não vai tentar o terceiro mandato nas eleições deste ano. Ele apoiará o filho: o advogado e atual presidente do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos Municipais (Iprev), Rui Sérgio Gomes De Rosis Júnior.
Contagem regressiva
O representante da autarquia já havia informado ao Executivo que pretendia deixar o cargo no início deste ano e ele confirmou, ontem, à coluna que ficará no Iprev até o dia 31 deste mês. De Rosis Júnior disse que optou em não se afastar das atividades no fim do ano passado, devido à necessidade de assegurar a continuidade das operações do Iprev.
Tradição no Parlamento
O advogado pode ser o quarto integrante da família a ter mandato na Câmara. O primeiro foi o avô Oswaldo De Rosis (falecido em 1982), que dá nome ao plenário do Legislativo. Depois, veio o tio Marcus De Rosis (morto em 2015) e o pai. Curiosamente, os três chegaram a presidir a Casa.
Análise criteriosa
De Rosis Júnior formalizou o pedido de desfiliação ao União. Ele explicou que está analisando cada uma das opções partidárias disponíveis. O objetivo é se associar "a uma legenda que reflita meus valores e princípios no âmbito político, administrativo e de gestão pública".
O escolhido
Em reunião extraordinária realizada na última segunda-feira, a Executiva do MDB de Cubatão decidiu, por unanimidade, oficializar o nome do presidente da legenda no Município, o vereador Fábio Roxinho, como pré-candidato a prefeito nas eleições deste ano. Na avaliação do grupo, o parlamentar tem as competências e as habilidades necessárias para “reconstruir” a Cidade.
Pronto para o desafio
"O nosso diferencial é a experiência profissional e a experiência que obtive ao longo desses anos no Legislativo. Vejo que temos as melhores condições para estar à frente da Administração Municipal. Buscaremos a eficiência no serviço público, como ocorre na maioria das empresas do setor privado", destacou Roxinho.
Alerta vermelho
Um grupo de representantes da sociedade civil, entidades de defesa do meio ambiente e partidos políticos preocupados com a instalação de uma usina de incineração de resíduos sólidos urbanos, na Área Continental de Santos, esteve reunido, na manhã de ontem, com a coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente - Núcleo Baixada Santista (Gaema-BS), Flávia Maria Gonçalves.
Riscos à população
Durante cerca de duas horas, os participantes desse encontro citaram os riscos ambientais, econômicos, financeiros e de saúde para a população, caso o empreendimento inicie as operações. As informações deverão ajudar a embasar a futura ação civil pública do Gaema que solicitará a suspensão da licença de instalação da usina concedida pela Cetesb. "As questões de saúde que podem afetar a população precisam ser levadas ao conhecimento dos moradores da região", ressaltou o jornalista e coordenador do PV na Baixada Santista, Moysés Fernandes.
Na mira da Justiça
O guarda civil municipal de Santos Franco Hamad Dacca Sousa, que matou uma cachorra com um tiro, no dia 23 do mês passado, foi denunciado pela Promotoria de Justiça de São Vicente, na última sexta-feira. A coluna noticiou em primeira mão esse caso, na madrugada do dia 28 de dezembro, após denúncia feita nas redes sociais pelo deputado federal Bruno Lima (PP).
Penas
O GCM está afastado das atividades externas e poderá responder por maus-tratos a animal, de acordo com a Lei 9.605/98, que prevê pena de reclusão de dois a cinco anos, quando o crime é praticado contra cão ou gato, enquanto o resultado morte pode elevar a reprimenda de um sexto a um terço. As imagens captadas pelo circuito de monitoramento mostraram uma cadela dócil no colo do denunciado. Ele estava sobre sua moto e atirou contra o animal, que foi deixado no chão, e partiu dali como se nada tivesse acontecido. Esse caso ocorreu em São Vicente.
Sindicância
No dia último dia 4, a Prefeitura instaurou um inquérito administrativo para apurar a conduta de Sousa, que estará sujeito a penalidades que podem culminar na exoneração do cargo. A 1ª Câmara da Comissão Permanente Inquéritos e Sindicâncias deverá apresentar o relatório final em até 90 dias, ou seja, até o dia 3 de abril. A arma utilizada para assassinar o animal não pertencia à corporação. No dia da ocorrência, o servidor estava de folga e não tinha autorização para usar armas de fogo da GCM.
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