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No próximo ano, cada legislador poderá indicar até R$ 2,171 milhões para execução de <br> obras, compra de equipamentos e subvenção de entidades contra R$ 1,444 milhão, em 2023
Sandro Thadeu
06/10/2023 — sexta-feira às 18h00
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Fatia do bolo maior
O projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de Santos referente ao próximo ano prevê a reserva de R$ 45,592 milhões para o pagamento das emendas indicadas pelos vereadores. Na prática, cada parlamentar poderá indicar até R$ 2,171 milhões para a realização de obras, compra de equipamentos e subvenção de entidades privadas sem fins lucrativos que atuam no Município.
Crescimento considerável
Neste ano, cada legislador tem o direito a indicar R$ 1,444 milhão em emendas parlamentares, ou seja, o montante que cada integrante da Casa terá no próximo exercício subirá 50,3%. Vale lembrar que metade dos valores precisa ser, obrigatoriamente, direcionada para a área da saúde.
Saúde na liderança
A receita do Município projetada para este ano é de R$ 4,406 bilhões contra R$ 4,834 bilhões, em 2024, o que representará um crescimento de 9,7% no próximo exercício. A maior parte dos recursos será direcionada para as secretarias de Saúde (R$ 903,062 milhões), Educação (R$ 857,140 milhões) e Serviços Públicos (R$ 549,039 milhões).
Passando o bastão
A deputada estadual Solange Freitas deixou a coordenação do União Brasil na Baixada Santista e passou essa atribuição para o chefe de gabinete dela, Givalnise dos Santos, o Gil do Conselho. A principal função dele nessa nova empreitada será fortalecer a legenda nas cidades da região e montar as chapas de vereadores para as eleições do próximo ano.
Metas traçadas
"Pretendemos lançar candidatos a prefeito e a vice em, pelo menos, cinco cidades da Baixada Santista. E esse número pode subir. Ainda estamos conversando com os possíveis pré-candidatos", destacou Gil, que adiantou que a legenda apoiará a reeleição dos chefes do Executivo de São Vicente e de Itanhaém, Kayo Amado (Pode) e Tiago Cervantes (PSD), respectivamente.
Mudança em São Vicente
Por ter assumido a coordenação regional da sigla, Gil deixou o comando do partido, em São Vicente. Agora, essa tarefa está nas mãos do secretário municipal de Governo, Rafael Leite. Ex-assessor parlamentar na Câmara da Cidade, ele foi um dos coordenadores políticos da campanha vitoriosa de Amado à Prefeitura, em 2020.
Defesa da Sabesp
A professora e ex-prefeita de Cubatão Márcia Rosa (PT) foi uma das pessoas que compareceu à Câmara de Santos, na noite da última segunda-feira, quando ocorreu a audiência pública sobre a privatização da Sabesp e a precarização dos serviços de saneamento. O evento foi promovido pela Comissão de Desenvolvimento Urbano e Habitação Social, presidida pelo vereador Chico Nogueira (PT).
Ideia incompreensível
No mesmo dia, a chefe do Executivo participou do programa Opinião Litoral, da TV Cultura Litoral, e criticou o governador Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos) por querer passar o controle da companhia de saneamento para as mãos da iniciativa privada. "A Sabesp é uma empresa lucrativa, que entregou R$ 450 milhões para os cofres do Governo do Estado, em 2022. Os trabalhadores estão fazendo esse alerta e chamando a atenção para essa questão importantíssima", justificou.
Boulos na dianteira
Repercutiu bastante nas redes sociais a pesquisa de intenção de voto para a Prefeitura de São Paulo feita pelo Instituto Brada e divulgada ontem. No levantamento estimulado (aquele em que um disco com os nomes dos pré-candidatos é apresentado aos entrevistados), o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) despontou na liderança com 29%, seguido pelo atual chefe do Executivo municipal, Ricardo Nunes (MDB), que foi citado por 21% dos consultados.
Muita calma nessa hora
O primeiro turno do pleito de 2024 ocorrerá daqui a menos de um ano (dia 6 de outubro). É possível que haja reviravoltas ao longo desse período, o que pode encorajar outros nomes que tiveram menos de 10 pontos nesta sondagem, como os deputados federais Tabata Amaral (PSB) e Kim Kataguiri (União) e o empresário Vinicius Poit (Novo), que concorreu ao Governo do Estado, no ano passado. Além disso, o índice de brancos, nulos e indecisos está na casa dos 35%.
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