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PAISAGISMO

Produção de Viveiro Municipal beneficia paisagismo urbano em Praia Grande

Unidade funciona ao lado da Central de Compostagem, outro projeto inovador

Da Redação

27/06/2026 - sábado às 11h00

Foto: Jairo Marques

Antes de adornar áreas verdes de Praia Grande, como jardins e praças  públicas, as diferentes espécies de plantas utilizadas no paisagismo  urbano passam por uma unidade que garante os cuidados para que o  plantio definitivo seja bem-sucedido: o Viveiro Municipal, no bairro  Tupiry. Ligada à Secretaria de Serviços Urbanos (Sesurb), a unidade  também fornece espécies para a arborização.

 


Funcionando ao lado da Central de Compostagem, o viveiro se vale do  sistema de geração de adubo orgânico a partir de restos de  feiras-livres para enriquecer o substrato utilizado no cultivo das  plantas. Substituindo uma antiga unidade, a estrutura atual do Viveiro  Municipal conta com duas amplas estufas com adequação de temperatura e  iluminação. “Recebemos novas mudas e recuperamos plantas antigas, que  se apresentam debilitadas, com problemas”, explica o subsecretário de  Resíduos e Áreas Verdes da Sesurb, Marcelus Condé Machado.

 


Por ser a base do paisagismo urbano, o viveiro permite não apenas  cultivar mudas como também aclimatar espécies na fase de adaptação,  antes do plantio definitivo nas áreas verdes. Isso garante maior  resiliência das plantas, o que produz não apenas a beleza dos espaços  verdes como outros benefícios, como melhoria do microclima e promoção  de bem-estar da população.
Com 3.118 metros quadrados, o viveiro possui sete leiras (tipo de  canteiros), de 20 metros de comprimento cada, destinadas a forrações,  folhagens e mudas de árvores. O objetivo da Sesurb é garantir o  crescimento saudável dos exemplares, facilitando o manejo dos que  exigem cuidados especiais, como os danificados por vandalismo e  fatores climáticos, por exemplo. Com isso se busca garantir maior  sustentabilidade nos projetos de arborização e ajardinamento da Cidade.

 


O subsecretário cita que há espécies consideradas exóticas e da Mata  Atlântica, adaptadas ao clima e às condições locais, respeitando a  diversidade e as características dos espaços públicos que as recebem.  Cada uma recebe cuidados segundo suas necessidades, como sombra ou sol  pleno, tipo de solo e frequência da irrigação. “Esse espaço é muito  importante para que a vegetação implantada em diversos pontos da  Cidade se mantenha bonita e saudável”, acrescenta.

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