CIDADANIA
Formação para servidores marca o início das ações do mês, que contará com palestras e mobilizações voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher
Da Redação
07/08/2026 — sexta-feira às 07h30
Divulgação
Com foco no fortalecimento da rede de acolhimento e na ampliação das políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher, o Município inicia, nesta sexta-feira (7), a programação do Agosto Lilás. A primeira atividade será um letramento de gênero direcionado aos servidores municipais, realizado das 9h às 16h, no auditório da UNIBR, (Rua Sorocabana, 59 – Centro).
Promovida pela Supervisão de Políticas Públicas para a Mulher, a formação busca capacitar os profissionais para reconhecer sinais de violência, realizar um atendimento humanizado e orientar corretamente mulheres que necessitam de apoio, contribuindo para uma atuação mais preparada e integrada da rede municipal.
A agenda segue durante todo o mês com iniciativas voltadas à conscientização e à prevenção da violência de gênero. Entre elas estão palestras da campanha "Rompa o Silêncio: Conhecer para Proteger", que percorrerá unidades de saúde da cidade, além da ação do Protocolo Não Se Cale, desenvolvida em parceria com o Procon para orientar estabelecimentos comerciais sobre o acolhimento de mulheres em situação de risco.
As palestras "Rompa o Silêncio: Conhecer para Proteger" serão realizadas no dia 12 de agosto, às 14h, na ESF Gleba (Rua Cid dos Santos, 250 – Parque das Bandeiras); no dia 19 de agosto, também às 14h, na ESF Sambaiatuba (Rua Santos Dumont, 37-105 – Jóquei Clube); e no dia 26 de agosto, às 13h30, na ESF Sá Catarina (Travessa do Parque, s/n – Catiapoã).
Já no dia 14 de agosto, equipes da Prefeitura e do Procon realizarão uma mobilização em estabelecimentos comerciais do município para divulgar o Protocolo Não Se Cale.
"As ações do Agosto Lilás têm como objetivo prevenir, orientar e conscientizar a população sobre o enfrentamento à violência contra a mulher, além de divulgar os principais canais de denúncia. A informação é uma ferramenta essencial para romper o ciclo da violência, pois permite que a vítima reconheça a situação, busque ajuda com segurança e encontre acolhimento por meio da rede de proteção do município", destaca a supervisora de Políticas Públicas para a Mulher, Bruna Maria Lopes.
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