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Venda de passagens a R$ 200 deve começar em agosto com 3 aéreas, diz Márcio França

Márcio França disse que dará o início ao programa a partir do segundo semestre de 2023, com passagens vendidas por meio das companhias aéreas Latam, Gol e Azul. No entanto, falta firmar acordo com as concessionárias dos aeroportos

da Folha Press

da Folha Press

11/04/2023 — terça-feira às 18h01

Venda de passagens a R$ 200 deve começar em agosto com 3 aéreas, diz Márcio França

Os beneficiários poderão adquirir até duas passagens ao ano pelo valor de R$ 200, cada passagem com direito a um acompanhante. - Freepik

O ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França (PSB), disse que o programa Voa Brasil, com passagens aéreas a R$ 200, deve começar a funcionar em agosto. As declarações foram em entrevista a O Globo.

O QUE O MINISTRO FALOU:
Márcio França disse que dará o início ao programa a partir do segundo semestre de 2023, com passagens vendidas por meio das companhias aéreas Latam, Gol e Azul. No entanto, falta firmar acordo com as concessionárias dos aeroportos.

França destacou que o governo não fará aporte financeiro para subsidiar o programa, mas ajudará na parte de organização e divulgação, por meio da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

No momento, o Voa Brasil prevê passagens mais baratas no período de baixa temporada para estudantes do Fies, bolsistas, funcionários públicos, aposentados e todos aqueles inscritos no CadÚnico, onde são registradas as famílias beneficiárias de programas assistenciais do governo. Aqueles que têm direito, deverão se cadastrar diretamente nos sites das empresas aéreas.

Os beneficiários poderão adquirir até duas passagens ao ano pelo valor de R$ 200, cada passagem com direito a um acompanhante.

Para o ministro, o programa "é mais um arranjo de oportunidades das empresas privadas do que um programa público".

O ministério de Portos e Aeroportos estima que o Voa Brasil pode acrescentar até cinco milhões de novos passageiros em todo o país. O governo quer ocupar de 5% a 10% das vagas ociosas nos voos, ou seja, aquelas vagas que não são preenchidas no período de baixa temporada, quando a procura por viagens é menor.

Por fim, Márcio França falou que o ministério estuda a possibilidade de "propostas agregadoras" junto às redes hoteleiras, pousadas e locadoras de veículos para atrair mais clientes no período de pouca procura.

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