As vítimas, em sua maioria, seriam representantes de órgãos do governo ligados a algum ministério. Foram criados perfis falsos de vários ministros de estado do governo passado e do atual.
da Folha Press
05/04/2023 — quarta-feira às 18h01
Segundo a polícia, eles cometiam estelionato por meio de fraude eletrônica; - Reprodução
A "Operação Shark Attack" foi deflagrada nesta quarta-feira (5) pelas polícias civil do Distrito Federal e de Pernambuco. O grupo criminoso foi formado em Pernambuco. Segundo a polícia, eles cometiam estelionato por meio de fraude eletrônica;
As vítimas, em sua maioria, seriam representantes de órgãos do governo ligados a algum ministério. Foram criados perfis falsos de vários ministros de estado do governo passado e do atual. Mandados de busca e apreensão. Ao todo foram cumpridos 3 mandados em Pernambuco, sendo dois deles na cidade de Jaboatão dos Guararapes e o terceiro em Paulista.
Foram apreendidos diversos equipamentos de informática ligados a uma central de distribuição de sinal de internet clandestina. O principal suspeito da investigação fugiu "devido à complexidade de acesso à comunidade/favela", segundo a polícia, e por ter percebido a presença dos policiais.
COMO O GOLPE FUNCIONAVA
De acordo com a polícia, os criminosos criavam falsos perfis no Whatsapp, colocando fotos de diversos políticos do alto escalão do Poder Executivo, como ministros de estado e presidentes de partidos políticos. A fraude consistia em transferir valores das contas das vítimas para serem distribuídos em outras contas, ocultando a origem ilícita do dinheiro.
Os criminosos teriam agido a partir de uma central de distribuição de sinal de internet clandestina, localizada em uma comunidade no bairro de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes.
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