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Alok pinta o céu do Lollapalooza 2022 em show repleto de pirotecnia

O show de luzes do DJ já é conhecido desde uma live de seu apartamento que fez durante a quarentena

Por Pedro Martins - Folhapress

Por Pedro Martins - Folhapress

27/03/2022 — domingo às 06h30

Alok pinta o céu do Lollapalooza 2022 em show repleto de pirotecnia

Sua apresentação começou pontualmente às 21h30 com uma pirotecnia que fez o chão tremer - Foto: reprodução/Instagram

Acostumado a se apresentar em tudo quanto é festival de música mundo afora, para Alok subir aos palcos do Lollapalooza é como se apresentar de casa.

Sua apresentação começou pontualmente às 21h30 com uma pirotecnia que fez o chão tremer. (veja o vídeo abaixo).

Ao se aproximar do palco Perry's by Doritos, o de Alok, já era possível ver os raios de luz verdes e laranjas cruzando a linha do horizonte sem parecer ter um fim. O show de luzes, pelo qual o DJ já é conhecido desde uma live de seu apartamento que fez durante a quarentena, foi um espetáculo à parte. A plateia toda levantou os celulares para compartilhar nas redes sociais a pirotecnia.

Uma diferença para quem já está acostumado a suas apresentações, no entanto, saltou aos olhos – ou melhor, aos ouvidos. Com exceção de "Fuego", Alok deixou de fora todos os hits que o alçaram à fama. Em vez deles, o DJ tocou sucessos de outros colegas, como "Titanium", de David Guetta, clássicos como "Sweet Dreams, de Eurythmics, e até o pop britânico de Adele com uma versão eletrônica de "Rolling in the Depp".

Alok conversou com a plateia algumas vezes, perguntando se já tinha "alguém louco" ou "alguém cansado", mas não deu nenhuma explicação sobre a ausência dos hits.

A princípio, o público pouco se importou. Sincronizados com as mãos para o alto, ninguém pareceu ter sentido falta nenhuma de hits como "All I Want" e "Favela". Passados 40 minutos de show, no entanto, a plateia já demonstrava certo cansaço, o que o DJ tentava resolver emplacando um hit mais famoso de algum outro artista.

Por trás do setlist diferente, no entanto, pode haver uma batalha que dois irmãos de DJs americanos que cresceram no Brasil estão travando contra Alok na Justiça.

Os irmãos Sevenn, como o duo é chamado, acusa o DJ brasileiro de lançar boa parte de seus maiores sucessos, como "All I Want" e "Favela", com produções suas, mas sem dar os créditos nem pagar por direitos autorais. Alok, que diz se no sentir ameaçado, nega as acusações e também processa os irmãos.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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