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Cinco dos 14 municípios já responderam ao levantamento; prazo para participação vai até 31 de agosto
Da Redação
25/08/2026 — terça-feira às 06h23
Divulgação
As prefeituras da região de Registro ainda podem participar da segunda edição da Pesquisa Estadual de Bem-estar Animal, promovida pelo Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil). O levantamento reúne informações sobre políticas, serviços e estruturas municipais voltados à proteção e ao cuidado com cães e gatos. O prazo para responder ao questionário termina em 31 de agosto.
Na região de Registro, 5 dos 14 municípios já participaram da pesquisa, o que corresponde a 35,7% de adesão. No Estado, 224 dos 645 municípios paulistas já responderam ao levantamento, alcançando 34,7% de participação. A Semil busca ampliar esse número para construir um diagnóstico cada vez mais abrangente sobre as diferentes realidades municipais e contribuir para o aprimoramento das políticas públicas de bem-estar animal.
"A participação dos municípios é fundamental para que o Estado conheça de forma mais precisa as realidades locais e possa planejar políticas públicas cada vez mais efetivas de proteção e bem-estar animal. Ao responder à pesquisa, as prefeituras contribuem diretamente para a construção de um diagnóstico amplo, que valoriza as iniciativas já existentes e ajuda a identificar onde ainda é preciso avançar. A Semil convida os municípios que ainda não participaram a integrar esse movimento até o dia 31 de agosto", afirma Karen Camargo, diretora de Bem-estar Animal da Semil.
A pesquisa deve ser respondida pelas prefeituras. Os dados obtidos vão ajudar a Semil a conhecer as diferentes realidades dos municípios paulistas e a identificar iniciativas, estruturas e necessidades relacionadas à área.
A participação deve ser feita por meio do formulário disponibilizado pela Semil: Link .
Diagnóstico
A primeira edição da Pesquisa Estadual de Bem-estar Animal foi realizada em 2024 e contou com a participação de 151 municípios de diferentes regiões do Estado. O levantamento identificou que 62,3% das cidades participantes ofereciam serviços permanentes de castração e que cerca de 75% contavam com médicos-veterinários que atuavam diretamente no atendimento de cães e gatos.
A pesquisa também apontou a ocorrência de casos de acumulação de animais em 45% dos municípios respondentes. Além disso, 42,3% informaram já ter realizado levantamentos sobre a população de animais domiciliados, enquanto apenas 24,5% haviam promovido estudos sobre a população de cães e gatos em situação de rua.
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