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Rafael Redó concorrerá ao Executivo de Mongaguá com apoio de Márcio Cabeça

Na última sexta-feira, o vice-prefeito se filiou ao Republicanos, mesma legenda do gestor municipal. Ele terá como vice em sua chapa o atual presidente da Câmara, Guinho Silvestre

Sandro Thadeu

Sandro Thadeu

18/03/2024 — segunda-feira às 20h15

Rafael Redó concorrerá ao Executivo de Mongaguá com apoio de Márcio Cabeça

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O escolhido
O vice-prefeito de Mongaguá, o advogado Rafael Redó, passou a integrar o Republicanos, na última sexta-feira. Ele será o nome indicado pelo atual chefe do Executivo, Márcio Cabeça (Republicanos), para a disputa da sucessão municipal nas eleições deste ano. "Seguiremos firmes na construção de uma agenda que nossa cidade merece, focada no futuro", frisou o pré-candidato ao Executivo, que iniciou a trajetória política no antigo DEM (atual União Brasil).

Chapa definida
Parlamentar por dois mandatos (2009 a 2016), Redó presidiu a União dos Vereadores da Baixada Santista (Uvebs) entre março de 2013 e fevereiro de 2014 e trabalhou como gerente da Regional Santos da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), em 2017. Muito próximo de Cabeça, o atual presidente da Câmara, Guinho Silvestre (Republicanos), será o vice da chapa.  

No comando da sigla
Durante a sessão da última segunda-feira, o vereador de Mongaguá Marcelo Ramos anunciou a saída do União Brasil e a filiação ao PL. O parlamentar tem a responsabilidade de comandar a legenda e é um dos nomes cotados para ser o vice na chapa ao Executivo a ser encabeçada por Paulo Wiazowski Filho (PP). Ramos fez questão de agradecer o apoio recebido de Renato Bolsonaro, um dos irmãos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Benção de Bolsonaro
Ex-zagueiro do Santos, Domingos gravou um vídeo ontem ao lado do ex-presidente Bolsonaro e o presenteou com uma camisa do Peixe, que trazia o número 2, o nome dele e os dizeres "o último zagueiro". "A gente espera que você seja feliz na sua futura nova atividade. Vai dar tudo certo", disse o ex-chefe do Executivo federal.

De olho no Legislativo
Campeão brasileiro em 2004 e bicampeão paulista em 2006 e em 2007 pelo Alvinegro, o ex-defensor pretende concorrer a vereador em Santos nas eleições deste ano. Um dos partidos que está conversando com Domingos é o Solidariedade, presidido por Edson Peru.

Mudança confirmada
Durante a sessão da Câmara de Praia Grande da última semana, o líder do Governo na Casa, Roberto Andrade e Silva, o Betinho, anunciou a saída do PSDB e a filiação ao Republicanos. "Dentro do cenário político da região e as perspectivas de crescimento do partido, este é o melhor momento para ir ao Republicanos", destacou à coluna. 

Nova casa
Outro parlamentar da Cidade que aproveitou a janela partidária foi Marcos Jabá, que trocou a Rede pelo PSB. Ex-servidor público municipal, ele assumiu o mandato somente em dezembro do ano passado, após uma decisão judicial que cassou a chapa do Legislativo do Republicanos, devido à identificação de candidaturas "laranjas" para burlar a cota de gênero estabelecida em lei nas eleições de 2020. 

Ninho vazio
Das 21 cadeiras do Parlamento de Praia Grande, dez foram conquistadas por integrantes do PSDB, em 2020. É provável que nenhum deles permaneça na agremiação para disputar a reeleição. O presidente do Legislativo, Marco Antonio de Sousa, o Marquinho, revelou que deixará o ninho tucano e seguirá com outros parlamentares do PSDB para uma nova legenda. A expectativa é que o anúncio seja feito ainda nesta semana.

Problemas à vista?  
O PSOL protocolou ontem, no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, o pedido de cassação do mandato do parlamentar Delegado da Cunha (PP). Essa medida foi tomada, após uma reportagem exibida na edição do último domingo do Fantástico, da TV Globo, em que o legislador aparece agredindo e ameaçando de morte a ex-companheira, Betina Grusiecki. Normalmente, o colegiado evita tomar uma medida extrema. 

Tolerância zero
“O lugar de agressor de mulheres não é na Câmara dos Deputados. Os vídeos divulgados que mostram o deputado Da Cunha ameaçando a ex-companheira de morte são provas de um crime gravíssimo. Criminosos que atentam contra a vida das mulheres não podem ocupar espaços de poder ou serem representantes do povo, ainda mais em um país que registrou quase 1.500 feminicídios só em 2023,” afirmou a deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS), que propôs a ação.

Mau exemplo
Na avaliação do líder em exercício da bancada do PSOL/Rede na Câmara, Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), o Legislativo não pode ser convivente. “As imagens do deputado bolsonarista Da Cunha agredindo e ameaçando a ex-companheira de morte são estarrecedoras. É mais um exemplo da contradição de um projeto extremista que tem como lema ‘Deus, pátria e família'”, frisou.

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