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Ramuth: Concessão das travessias marítimas será concretizada em 2025

Em entrevista exclusiva à coluna, vice-governador detalhou o andamento desse processo

Sandro Thadeu

Sandro Thadeu

10/03/2024 — domingo às 18h01

Ramuth: Concessão das travessias marítimas será concretizada em 2025

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Melhorias à vista
O vice-governador e presidente do Conselho Diretor do Programa de Desestatização (CDPED), Felicio Ramuth (PSD), afirmou que a concessão dos serviços das travessias litorâneas está programada para ocorrer somente no próximo ano e que essa será a "solução definitiva" para garantir uma melhor prestação de serviço à população.

De olho no futuro
"Atualmente, o Governo do Estado está investindo em infraestrutura necessária, porque isso não se perde. Na nova concessão, estaremos avançando na questão da transição energética, com a utilização de balsas híbridas (que opera com combustível e energia elétrica) ou elétricas e substituição das balsas antigas", destacou ele, em entrevista exclusiva concedida à coluna, na última segunda-feira, quando esteve em Santos. 

Atraso justificado
Ramuth explicou que existia a intenção de lançar antes o edital dessa concessão, mas o estudo de viabilidade elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e contratado durante a gestão do ex-governador João Doria, em 2021, não conseguiu ser aproveitado. Por esse motivo, um novo projeto está sendo formatado com o apoio de técnicos da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

No aguardo
O vice-governador também está otimista em relação ao pedido enviado ao Governo Federal para que seja feita uma nova outorga que permita que a gestão paulista possa gerenciar o Porto de São Sebastião pelo período de 30 anos. A expectativa é que a União tenha um posicionamento sobre essa demanda nos próximos meses.

Privatização à vista
Atualmente, os complexos portuários são de outorga federal. "Podemos operar o Porto de São Sebastião por mais 8 anos e isso não é tempo suficiente para se fazer um planejamento de médio e longo prazos. Pleiteamos ao Governo Federal a ampliação da outorga por mais 30 anos para que possamos implantar aquilo que achamos mais correto. E uma das opções é a privatização", ressaltou.

Jogando a toalha
O jornalista Moyses Fernandes (PV) anunciou ontem a retirada da pré-candidatura a prefeito de Santos. Ao tomar essa decisão, a vereadora Telma de Souza (PT) segue com o caminho livre para concorrer ao Palácio José Bonifácio como representante da federação Brasil da Esperança, que reúne as duas siglas e o PCdoB. 

Dedo na ferida
"Havia colocado o meu nome à disposição por entender a necessidade da renovação dos quadros na política santista, que insiste nos velhos nomes e práticas do século passado. Diante da falta de diálogo, interferências e ações pouco democráticas, entendi que é melhor deixar o espaço aberto para a cegueira seletiva daqueles que preferem os umbigos à sociedade", desabafou Fernandes, que preside os verdes no Município. 

Sigam-me os bons
O dirigente do PV explicou que seguirá emprestando sua voz às causas que acredita, como as diversas pautas relacionadas à questão ambiental, e lutando pelas pessoas, já que são elas "as maiores prejudicadas por aqueles que fazem discursos que não confirmam as palavras". "Sigo comprometido com Santos, esperançoso por renovação, grato por todos que seguem lutando comigo por uma cidade mais verde, sustentável, justa e próspera para todos", frisou.

Cortejado
Ex-secretário de Administração de São Vicente durante a gestão do Pedro Gouvêa (2017-2020), Carlos Roberto Quevedo tem sido sondado por alguns partidos para participar das eleições deste ano, mas ainda está avaliando a possibilidade de entrar na disputa por uma vaga na Câmara. 

Caminho possível
Apesar das propostas na mesa, ele admitiu à coluna que o único partido de direita que o atrai é Novo, pois não possui nenhuma ligação com o prefeito Kayo Amado (Pode). O ex-titular da pasta também destacou a integridade e a seriedade do empresário e pré-candidato ao Executivo pela sigla, Marcelo Rocha. 

Folga de aniversário
Os servidores municipais de Itanhaém podem folgar no dia do aniversário, conforme previsto em lei, mas esse direito é perdido, caso a data caia em finais de semana ou feriados. Diante disso, o presidente da Câmara, Professor Fernando (MDB), solicitou que o Executivo estude a elaboração de uma legislação para permitir que os funcionários públicos possam sempre gozar desse benefício em um dia útil.

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