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Vereadora Telma de Souza (PT) apresentou requerimento para convocar Adriano Catapreta, mas solicitação foi transformada em um convite após acordo com a base aliada do prefeito
Sandro Thadeu
03/08/2023 — quinta-feira às 18h00
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Na bronca
Os vereadores de Santos estão muito insatisfeitos com a Secretaria Municipal de Saúde em razão das dificuldades em viabilizar a execução das emendas parlamentares indicadas pelos integrantes da Casa. Por esse motivo, a presidente da Comissão de Saúde, Telma de Souza (PT), apresentou um requerimento para convocar o titular da pasta, Adriano Catapreta, para dar explicações sobre a demora para aprovação e liberação desses recursos.
Saída política
Após pedido do líder do Governo no Legislativo, Adilson Junior (PP), e de outros vereadores alinhados ao prefeito Rogério Santos (PSDB), a petista decidiu transformar a solicitação em um convite para o secretário, que foi aprovado na sessão de ontem. Ainda não está definida a data que Catapreta irá ao Legislativo.
Ás claras
"Não podemos fingir que não existem problemas. Precisamos reconhecê-los para resolvê-los. A Câmara é uma caixa de ressonância da sociedade e há muitas respostas que precisamos dar a essas demandas”, reiterou Telma. Somente neste ano, cada parlamentar teve R$ 1,4 milhão em emendas para indicar. Metade desses recursos, obrigatoriamente, precisa ser direcionado para a saúde, conforme previsto na Lei Orgânica do Município.
Tirando o chapéu
Deflagrada há uma semana na Baixada Santista pela Polícia Militar (PM), a Operação Escudo segue repercutindo de forma intensa na Assembleia Legislativa. Na sessão de ontem, o deputado estadual Major Mecca (PL) elogiou o trabalho que vem sendo desenvolvido pelos integrantes da corporação e defendeu a necessidade de essa ação continuar na região. "O Porto de Santos é um ponto estratégico para os traficantes do crime organizado e usado para o tráfico de drogas, armas, órgãos e pessoas", ressaltou.
Dúvida cruel
Na avaliação do parlamentar do PL, que preside a Comissão de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários da Casa, as comunidades de periferia das cidades da Baixada Santista estão à mercê do crime organizado e vivem com medo dos integrantes desse grupo, que agem livremente. Ele indagou quais são as ações que estão sendo tomadas pelo Governo Federal para fiscalizar o Porto de Santos, que é considerado um ponto estratégico para o tráfico de drogas, armas, órgãos e pessoas.
À disposição
O prefeito de São Vicente, Kayo Amado (Pode), foi recebido na Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), na Capital, na última terça-feira. Na ocasião, ele esteve reunido com o vice-presidente da entidade, Ivo Dall'Acqua, e com o diretor regional do Sesc em São Paulo, Danilo Miranda. O chefe do Executivo aproveitou a oportunidade para dizer que o Município tem interesse em receber uma unidade do Sesc.
Cidade certa
"Queremos muito contar com um equipamento como o Sesc, que tem uma função social muito importante, fomentando educação, cultura, esporte e lazer. Temos muitos trabalhadores do comércio de toda a região que residem em São Vicente e o maior centro comercial da Baixada Santista", destacou Amado.
Posição estratégica
Um importante aliado para que essa demanda seja atendida é o presidente do Sindicato do Comércio Varejista da Baixada Santista e Vale do Ribeira, Omar Abdul Assaf. Ele participou da reunião com o prefeito vicentino e é um dos membros efetivos do Conselho Regional do Sesc, como representante da FecomercioSP.
Autonomia
Na última terça-feira, a Câmara de Praia Grande aprovou, em primeira discussão, o Projeto de Lei 44/2023, que garante o direito de a criança diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) poder levar o próprio alimento para a escola onde está matriculada. A propositura é de autoria da vereadora Vera Benício (PSDB).
Peculiaridade
A parlamentar justificou que as pessoas com TEA são muito seletivas e resistentes ao novo. Por esse motivo, elas bloqueiam novas experiências. Ela citou, ainda, que pesquisas científicas apontam que a seletividade limita o consumo variado de alimentos, podendo levar a carências nutricionais do indivíduo, e a recusa da comida tende a provocar um quadro de desnutrição calórico-proteica.
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