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SAÚDE

Mais de 6 mil focos de Aedes aegypti são eliminados em São Vicente

Larva do mosquito teve maior incidência em ralo de quintal, bebedouro de animais domésticos, latas e plásticos

Seicom

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02/07/2024 — terça-feira às 09h00

Mais de 6 mil focos de Aedes aegypti são eliminados em São Vicente

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Todo o cuidado é importante quando se trata do Aedes aegypti. Por isso, a Secretaria da Saúde (Sesau), por meio da Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ), promove, diariamente, uma série de ações que visam prevenir e controlar os focos do mosquito em São Vicente.

Uma das ações feitas periodicamente é a de visitas a domicílios da Cidade. A vistoria é feita a cada três meses, com o objetivo de reduzir a quantidade de criadouros do mosquito dentro dos imóveis. Somente no mês de junho foram examinados 10.205 imóveis. Além de casas, também é feita vistoria em lojas, borracharias, ferro velho e escolas, através dos Agentes de Combate às Endemias (ACES).

Ao todo, foram eliminados 6.373 focos do mosquito na Cidade. Ainda segundo o levantamento feito no último mês pela UVZ, os recipientes onde a equipe encontrou mais larvas do mosquito Aedes aegypti foram em ralos de quintal, bebedouros de animais domésticos, latas e plásticos.

Na Cidade, os bairros com maior índice larvário são: Parque São Vicente, Vila Ema e Esplanada dos Barreiros. Nestes locais as atividades de Educação em Saúde e vistorias são intensificadas. As demais regiões continuam recebendo as visitas dos ACEs a cada 3 meses e vistorias em imóveis cadastrados (escolas grandes, borracharias, pátio de carros, ferro velho, supermercados).

"As medidas preventivas, dentro dos imóveis, são de responsabilidade do munícipe, mas a visita do ACE é de grande importância para a redução dos possíveis criadouros do mosquito", ressalta a responsável técnica da Unidade de Vigilância de Zoonoses, Giselle Ferreira Azevedo Pinto.

"Outro dado registrado é que aproximadamente 40% das residências recusam a visita dos agentes de combate às endemias, o que dificulta o trabalho de prevenção e enfrentamento à doença", complementou a responsável técnica da UVZ.

A fim de reduzir os casos, a principal medida é eliminar os criadouros do mosquito, portanto, a Unidade aconselha:
• Colocar o lixo em sacos plásticos e manter em lixeira fechada;
• Remover as folhas, galhos e tudo que possa impedir o escoamento da água nas calhas;
• Limpar, semanalmente, as bordas dos ralos com água e sabão, adicionando sal grosso ou cloro. Mantenha o ralo fechado;
• Usar pratos justapostos em vasos de plantas;
• Lavar semanalmente recipientes com plantas;
• Verificar a caixa d'água e o cano sifão (ladrão).

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