ELEIÇÕES 2024 - CUBATÃO
Em janeiro de 2022 a reprovação era de 80,3%. Um ano depois, janeiro de 2023, era de 72,2%. Agora, julho de 2023, é de 56,1%, onde Ademário, pela primeira vez, se afasta da posição de pior prefeito da Região
da Redação BS9
11/08/2023 — sexta-feira às 10h00
grafico aprovacaocubatao - Badra Comunicação
É verdade que o percentual de aprovação ainda é baixo, não chegando a três em cada dez moradores-eleitores de Cubatão. Independentemente disso, o prefeito Ademário vê, aos poucos, e ainda que lentamente, seu índice de reprovação diminuir a cada nova rodada de pesquisas Badra.
Em janeiro de 2022 a reprovação era de 80,3%. Um ano depois, janeiro de 2023, era de 72,2%. Agora, julho de 2023, é de 56,1%, a menor desde que a Badra passou a realizar semestralmente a avaliação de desempenho dos nove prefeitos da Região Metropolitana da Baixada Santista.
Aliás, pela primeira vez, Ademário se afasta da incômoda posição de pior prefeito da Região. E tem pela frente ainda um ano e meio de governo e, quem sabe, a oportunidade de virar o jogo, mesmo que pareça improvável.
AVALIAÇÃO POR CONCEITO
Instados a avaliar a Administração Municipal por conceito (ótima, bom, regular, ruim ou péssima), 18,0% dos entrevistados declararam considerar o governo ótimo/bom, enquanto 40,1% consideram ruim/péssimo. Para 37,9% dos ouvidos o desempenho é regular.
“Há, nitidamente, uma reversão de cenário. Em determinado momento oito em cada dez cubatenses rejeitavam a forma de governar do atual chefe do Executivo. Arredondando os números, hoje são seis em cada dez. A continuar nessa batida, é possível que Ademário Oliveira deixe o comando de Cubatão pelo menos em uma condição meio a meio”, destaca Célio Costa, diretor da Badra.

28.455 é a quantidade de votos recebidos por Ademário Oliveira na eleição de 2016, o equivalente a 41,53% dos votos válidos. Quatro anos mais tarde ele seria reeleito com 25.297 votos, uma diferença, para menos, de 3.158 votos e o equivalente a 41,50% dos votos válidos.
2x4 é o placar da soma de ótimo + bom versus ruim + péssimo, na avaliação por conceito do governo Ademário.
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