SAÚDE FELINA EM JOGO
Atualmente não há lares suficientes para todos os bichinhos que esperam por adoção
Por Lucas Campos - Redação BS9
09/05/2022 — segunda-feira às 23h00
Procedimento é indicado entre os cinco e seis meses - (foto: Freepik)
Você sabia que a cada gestação uma gata pode ter de dois a 12 filhotes e após amamentar seus filhotes, em um ciclo dura cerca de 60 dias, ela já pode engravidar novamente? Diante disso, não há lares suficientes para todos os bichanos que necessitam de adoção e a castração ajuda a reduzir a superpopulação da comunidade felina, além de contribuir para que ele viva com saúde por mais tempo.
"Quando os gatos não são castrados, eles procuram fugir mais de casa quando sentem cheiro de outros da mesma espécie para acasalar. Elas ficam agoniadas quando estão no cio e castrando é possível evitar isso", explica a veterinária de Santos Tatiana Gomes Peres.
E não é só esse benefício que a castração proporciona aos gatinhos. Indicado entre os cinco e seis meses, enquanto nos machos ela ajuda a diminuir a agressividade e a necessidade de demarcação do seu território, castrando as fêmeas logo cedo é possível evitar que elas apresentem tumor no útero, ovário ou na mama.
"Tanto para machos como para fêmeas, após o procedimento, é preciso controlar a quantidade de alimentos que eles irão ingerir para controlar o peso. Assim, fica mais fácil prevenir a obesidade, já que com ela a tendência é dos bichinhos terem um pouquinho mais de cálculo, e outras doenças".
Mas a veterinária explica que fazendo esse controle na quantidade de alimento, não o deixando disponível e à vontade para o animal, e iniciando com uma ração própria para animais que foram castrados, eles mantêm o mesmo peso de antes da cirurgia e não tem problema nenhum em realizar a cirurgia.
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