E-COMMERCE
Dados apontam que o e-commerce brasileiro faturou, em 2021, mais R$ 161 bilhões, crescimentos de 26,9% comparado a 2020
Por Gabriella Domingos - Redação BS9
14/04/2022 — quinta-feira às 10h00
e commerce numeros de 2020 e projecoes para 2021
Você já chegou a ir em lojas de sua cidade para ver se aquela pecinha de roupa fica bem em você, viu o preço "salgado" dela e voltou para casa só para comprá-la pela internet ou ver se por lá está mais em conta? É o que está em discussão sobre e-commerce nos dias atuais.
A estudante Joice Souza, de Guarujá, diz que prefere comprar roupas e sapatos pela internet do que por lojas físicas pela diversidade de opções em modelos e preços.
"Consigo notar ao procurar pelas lojas comuns uma falta de opções, levando em consideração que parecem ter sempre as mesmas coisas, com aparentemente o mesmo estilo. Já nas lojas on-line estão entregando mais diversificação em relação a modelos, tipos de vestimentas e calçados", argumenta Joice.
Segundo a Neotrust - empresa responsável por auditar vendas do e-commerce nacionalmente em diferentes categorias de produtos-, em 2021 foram realizados no varejo on-line 101,6 milhões de pedidos, contra R$ 38,7 bilhões em relação ao ano anterior. As categorias com mais pedidos feitos no ano passado são: moda, beleza, perfumaria e saúde. A empresa também informa que o e-commerce brasileiro em 2021 registrou um faturamento de mais de R$ 161 bilhões, um crescimento de 26,9% comparado a 2020.
Joice finaliza relatando que é possível perceber a diferença de preços entre os comércios físicos e virtuais visando o local de compra. "Em comparação à loja física e a Shopee, por exemplo, a loja on-line está muito mais acessível e tem a opção de frete grátis em alguns casos, o que deixa mais atraente. Já a Shein diversifica; você consegue encontrar muitas peças lindas e em conta".
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