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BEBÊ É AGREDIDA EM PRAIA GRANDE

Professora é flagrada agredindo bebê em escola particular de Praia Grande

Caso está sendo investigado pela Polícia Civil

Redação BS9

Redação BS9

30/03/2022 — quarta-feira às 02h15

Professora é flagrada agredindo bebê em escola particular de Praia Grande

Mãe percebeu atitudes estranhas da menina e viu as agressões nas imagens de monitoramento da unidade - (foto: reprodução Instagram)

Uma professora da Escola Paris, no Boqueirão, em Praia Grande, foi flagrada agredindo uma criança de um ano e dez meses.

Câmeras de monitoramento da instituição particular mostram a funcionária apertando o rosto da criança e puxando seus cabelos enquanto a penteava.

A mãe percebeu marcas vermelhas no rosto da filha após buscá-la na escola por volta das 17h no dia 15 de março e perguntou para a professora o que era, que desconversou.

Bebê saiu da escola com marcas vermelhas no rosto (foto: reprodução Instagram)

Não satisfeita, e intrigada com o comportamento que a menina vinha apresentando -se recusando a ir para a escola, a pentear os cabelos e com muitos pesadelos-, a mãe decidiu acessar o sistema de monitoramento da unidade, que fica disponível para os pais. 

Foi quando ela percebeu que a menina era agredida justamente na hora de pentear os cabelos. A mãe salvou o vídeo, enviou para a escola e registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), contratando um advogado para o caso.

No dia 16, a família se reuniu com a direção da escola e foi notificada que a funcionária havia sido demitida por justa causa. Mesmo assim, a mãe optou por retirar a menina da instituição.

A funcionária, formada em pedagogia e ex-estagiária do local que foi efetivada em 2021, disse à diretora que tudo não passou de uma "brincadeira" e quando questionada novamente, disse que não sabia explicar o porque teve tal atitude.

A escola se mostrou totalmente solidária à família e lamentou o ocorrido afirmando que a conduta da funcionária foge dos princípios e preceitos educacionais e socioemocionais da instituição e dizendo que e totalmente inadmissível qualquer comportamento, fala ou ato que venha constranger ou se quer prejudicar o alicerce familiar de suas crianças.

O caso agora está sendo investigado pela Polícia Civil e a família aguarda o resultado para matricular a criança em outra unidade de ensino.

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