Equipes de fiscalização iniciam operações em adegas de Mongaguá
O objetivo dessa primeira investida foi alinhar as regras de convivência antes da aplicação de sanções
16/04/2026 - quinta às 09h05As diretrizes traçadas na última segunda-feira (13/04) pela Prefeitura de Mongaguá já estão sendo aplicadas na prática. A reunião, com a participação das pastas de Governo, Fiscalização, Administração e Ouvidoria, serviu para unificar as frentes de atuação e dar uma resposta direta às reclamações dos moradores. Como primeiro resultado desse planejamento, as equipes foram às ruas na tarde de terça-feira (14/04) para uma operação de orientação e notificação em adegas da cidade.
O objetivo dessa primeira investida foi alinhar as regras de convivência antes da aplicação de sanções. Mais do que multar, a Administração Municipal busca organizar o espaço público. Os proprietários foram notificados sobre a obrigatoriedade de manter o leito da rua livre: clientes e mesas não podem obstruir o tráfego, garantindo que o direito de ir e vir dos motoristas e vizinhos seja respeitado.
Para o morador que busca tranquilidade, a ação foca em dois pontos críticos: o barulho e o horário. Os agentes frisaram que a lei do silêncio não é opcional, o uso de som deve respeitar o limite das 22 horas; após esse período, é permitido apenas som ambiente na parte interna, desde que o volume não cause perturbação.
Quanto ao funcionamento, o horário limite para o encerramento das atividades é à meia-noite. A permanência até as 3h da manhã é permitida apenas para estabelecimentos que possuam autorização específica e parecer favorável da Segurança Pública.
Além da presença das equipes, a Semutran iniciará a sinalização viária e a delimitação de solo nas áreas de maior fluxo. Essa medida servirá como um balizador físico para que os veículos transitem sem impedimentos, evitando os gargalos comuns em áreas de grande aglomeração.
A presença dos fiscais e agentes de trânsito nas ruas sinaliza que o monitoramento será constante. A ideia é simples: permitir que o comércio funcione, mas assegurar que o cidadão consiga chegar em casa com segurança e dormir sem o incômodo do som excessivo ou da desordem na porta de seu imóvel.