POR DENTRO DA POLÍTICA DA BAIXADA SANTISTA

Márcio França defende apoio a micro e pequenas empresas em agenda na Índia

Em missão oficial ao país asiático, ministro assina acordo para ampliar cooperação voltada a pequenos negócios e participa da inauguração do escritório da ApexBrasil em Nova Délhi

23/02/2026 - segunda às 05h00

Diplomacia empreendedora
O ex-governador e atual ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Márcio França (PSB), integrou a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que participou da missão oficial à Índia, na semana passada, reforçando a agenda de cooperação internacional voltada aos pequenos negócios.

Ampliando horizontes
Na última sexta-feira, o titular da pasta participou da inauguração do escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) em Nova Délhi, a 11ª unidade do exterior. “É uma realização para nós estar aqui na Índia abrindo novas portas para nossos pequenos e microempreendedores. A inauguração da nova sede da ApexBrasil une dois países que são referência em empreendedorismo e abre novos mercados para nossas exportações”, afirmou.

Acordo estratégico
Durante a missão, França assinou um Memorando de Entendimento que amplia o trabalho conjunto entre Brasil e Índia no apoio a micro, pequenas e médias empresas. O acordo prevê intercâmbio de especialistas, capacitação, transferência de tecnologia, missões técnicas e estímulo a parcerias empresariais.

Fórum bilateral
No sábado, a delegação participou do Fórum Empresarial Brasil–Índia, reunindo empresários dos dois países em um movimento para aprofundar as relações comerciais e ampliar oportunidades de investimento. A agenda incluiu, ainda, a participação em uma conferência internacional sobre Inteligência Artificial, com especialistas e lideranças globais debatendo como a tecnologia pode fortalecer o ambiente de negócios e melhorar a vida das pessoas.

Contas na mesa
A Câmara de Santos realiza hoje, às 19 horas, audiência pública sobre a prestação de contas das Organizações Sociais (OSs) referente ao 3º quadrimestre do ano passado. A iniciativa atende solicitação da Comissão de Finanças e Orçamento e trará à tona números e informações relevantes sobre a atuação dessas instituições na gestão do Hospital dos Estivadores e das unidades de pronto atendimento (UPAs).

Participação aberta
O encontro será no auditório Vereadora Zeny de Sá Goulart, com transmissão pela TV Câmara e pelas redes oficiais do Legislativo. A população pode encaminhar perguntas e contribuições previamente para o seguinte e-mail: cfo@camarasantos.sp.gov.br.

Pit stop para entregadores
Já a Câmara de Itanhaém vota na sessão de hoje o Projeto de Lei 153/2025, que cria o programa “Pit Stop Motoboy”. A proposta é de autoria do vereador Willian Thor (União). O texto prevê a instalação de espaços de descanso para motofretistas e entregadores, com cobertura, bancos, pontos de energia, wi-fi público, suporte para capacetes e mochilas, além de bebedouros. A definição dos locais ficará a cargo do Executivo.

Economia sobre duas rodas
Na justificativa, o autor argumenta que o crescimento das entregas, intensificado após a pandemia de covid-19 e durante as temporadas de verão, exige melhores condições de trabalho para a categoria. A proposta também autoriza parcerias com a iniciativa privada para viabilizar a estrutura sem grande impacto aos cofres públicos.

Lista de compras definida
A Câmara de Guarujá firmou uma ata de registro de preços para a aquisição de eletrodomésticos destinados à estrutura da Casa de Leis. O contrato foi celebrado com a empresa Migra Distribuidora Ltda.

De panela de arroz elétrica a air fryer
Entre os itens registrados estão forno micro-ondas (R$ 923,60), bebedouros elétricos de coluna e de mesa (R$ 686,60 e R$ 338,40), frigobar (R$ 1.159,70), refrigerador (R$ 3.668,40), máquina de lavar (R$ 2.186,70), fritadeira elétrica air fryer (R$ 619,90), fogão elétrico de duas bocas (R$ 208,20) e até panela elétrica de arroz (R$ 203,60).

Compra sob demanda
Por se tratar de ata de registro de preços, a Câmara não é obrigada a adquirir todos os itens ou quantidades previstas. O modelo funciona como uma espécie de “tabela congelada” de valores por 12 meses, permitindo que as compras sejam feitas de forma parcelada, conforme a necessidade e a disponibilidade orçamentária.