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SAÚDE

Praia Grande/SP não registra casos de mpox em 2026

Autoridades de saúde da Cidade estão acompanhando situação

Da Redação

24/02/2026 - terça às 06h00

A Prefeitura de Praia Grande está atenta ao surgimento recente de  casos de mpox no Estado de São Paulo e na Baixada Santista. Até o  momento, a Secretaria de Saúde Pública (Sesap) do Município não  registrou nenhum caso positivo para a doença neste ano.

 

As equipes de Vigilância em Saúde de Praia Grande estão acompanhando  as notificações, monitorando os dados epidemiológicos e dando suporte  às equipes, reforçando a importância da detecção precoce e manejo  adequado para a prevenção. Em caso de necessidade, o munícipe deve  procurar a Unidade de Saúde da Família (Usafa) em que está cadastrado  ou qualquer unidade de pronto-atendimento do Município.

 

“Praia Grande está preparada e mobilizada para o atendimento de  possíveis casos de mpox. No Município não tivemos nenhum caso positivo  confirmado, mas as equipes estão atentas e prontas para prestar todo o  suporte necessário à população. Em caso de dúvida ou sintomas, vá até  a sua Usafa, procure as nossas UPAs, pois a intervenção precoce é a  melhor forma de tratarmos essa doença”, afirma o secretário de Saúde  Pública de Praia Grande, Isaías Lima.

 

Sobre a doença – A mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV). A  transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato  próximo/íntimo com lesões de pele de pessoas infectadas, como por  exemplo pelo abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções  respiratórias, sangue e fluidos corporais.

 

A transmissão também pode ocorrer por meio de secreções em objetos,  tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram  utilizadas pelo doente. A transmissão do vírus via gotículas  respiratórias usualmente requer contato mais próximo entre o paciente  infectado e outras pessoas, o que torna trabalhadores da saúde e  membros da família as pessoas com maior risco de serem infectadas.  Apesar de antigamente ter seu nome vinculado aos macacos, eles não são  reservatórios do vírus da varíola.

 

Os principais sintomas da mpox são: surgimento de lesões (bolhas) na  pele de forma aguda e inexplicável que podem ser acompanhadas de dor  de cabeça, febre acima de 38,5º, dores musculares, dor nas costas,  fraqueza e linfonodos inchados (ínguas).

 

As pessoas que tiveram contato com o vírus levam de 3 a 21 dias para  manifestar a doença no corpo. As lesões na pele geralmente começam  dentro de 1 a 3 dias após o início da febre, no entanto, é possível  que surja antes da febre. As lesões podem apresentar secreção,  formando “cascas” que secam e caem. Apesar de poderem surgir em  qualquer parte do corpo, é mais comum nos seguintes locais: na palma  das mãos, na planta dos pés e também na boca, nos olhos, nos órgãos  genitais e no ânus.

 

Em caso de suspeita da doença, a pessoa deve procurar uma unidade de  saúde. Os casos confirmados e os considerados suspeitos devem ficar em  isolamento domiciliar até o desaparecimento das lesões que podem durar  de duas a quatro semanas. O tratamento é focado nos sintomas. Os  pacientes suspeitos são constantemente monitorados por uma equipe da  Sesap. Os casos graves serão encaminhados, pela Usafa, aos  prontos-socorros onde o paciente também ficará em isolamento sendo  acompanhado pela equipe médica.

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