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EDUCAÇÃO

Presidente do Semesp e da Unisanta toma posse no Conselho Superior de Educação da Fiesp

A presidente do Semesp e da Unisanta, Lúcia Teixeira, tomou posse no Conselho Superior de Educação (Consed) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a maior entidade de classe da indústria brasileira.

Da Redação

15/02/2026 - domingo às 12h00

A cerimônia ocorreu hoje, quinta-feira, 12 de fevereiro, durante a reunião de instalação do Conselho, na sede da Fiesp, Av. Paulista, 1313 – 15º andar – no Espaço Nobre.

O convite reconhece a trajetória de Lúcia no debate qualificado sobre políticas educacionais e sua atuação para o desenvolvimento da educação do país. A nomeação foi oficializada por meio da Resolução nº 001/26, de 5 de janeiro de 2026, com mandato a ser exercido até 31 de dezembro de 2026.

Na ocasião da posse, as autoridades presentes também debateram temas relacionados à qualidade e à equidade da educação básica com foco na Educação técnica e profissional. Lúcia Teixeira colocou o Semesp à disposição para apresentação de levantamentos e pesquisas sobre o tema.

O Consed é presidido pelo ex-ministro da Educação José Mendonça Bezerra Filho. Os Conselhos Superiores são centros de excelência dedicados à formulação de políticas públicas, estratégias de competitividade e um olhar para os problemas do País.

Em resposta à designação, o Semesp, entidade que representa mantenedoras de ensino superior do Brasil, manifestou satisfação com a nomeação e reafirmou sua disposição em colaborar ativamente com a Fiesp e com o Conselho, contribuindo de forma qualificada para os debates e iniciativas a serem desenvolvidos ao longo do mandato.

Segundo nota técnica publicada nesta segunda-feira pela CNI- Confederação Nacional da Indústria, a falta de mão de obra qualificada se tornou um dos principais problemas enfrentados pela indústria, sobretudo nos últimos cinco anos, após a pandemia de covid-19. De acordo com o texto, as empresas buscam capacitar os trabalhadores, mas acabam esbarrando na baixa qualidade da educação básica. As lacunas na formação educacional dificultam o aprendizado e desestimulam os trabalhadores.

"Melhorar a educação básica, com um conjunto de políticas estruturantes, a articulação entre ensino médio, educação profissional e ensino superior com foco na formação alinhada às demandas produtivas, à inclusão socioprofissional e ao desenvolvimento regional, transformará o capital humano, com mais chances de empregabilidade, evolução pessoal, e de desenvolvimento econômico e social para o Brasil ", defende Lúcia.

"Sem a educação privada, o Brasil não teria os mesmos avanços que vemos atualmente em todos os setores da economia. A sinergia entre indústria, educação, inovação, tecnologia e formação de recursos humanos é uma necessidade para o país. Nossa instituição, a Unisanta, mesmo, surgiu para suprir inicialmente a necessidade de formar profissionais qualificados para as necessidades do polo petroquímico de Cubatão, e que se espalharam com qualidade para o restante do país e do mundo", completou.

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