{
    "version": "https://jsonfeed.org/version/1.1",
    "title": "BS9 - Miguel Liberato",
    "description": "Feed de notícias de Miguel Liberato do BS9",
    "home_page_url": "https://www.bs9.com.br",
    "feed_url": "https://www.bs9.com.br/coluna/miguel-liberato/feed/json",
    "language": "pt-BR",
    "authors": [
        {
            "name": "Colunista"
        }
    ],
    "items": [
        {
            "id": "https://www.bs9.com.br/019f5cd7-1c25-71dd-9f27-7f6da56914b4",
            "title": "Uso correto de protetor solar e repelente em crianças requer atenção",
            "url": "https://www.bs9.com.br/coluna/miguel-liberato/2026/02/03/uso-correto-de-protetor-solar-e-repelente-em-criancas-requer-atencao.html",
            "content_html": "<p>Com o aumento do tempo ao ar livre, chegam tamb&eacute;m d&uacute;vidas frequentes entre os pais de crian&ccedil;as: beb&ecirc; pode usar protetor solar? E repelente? Qual produto aplicar primeiro? Para orientar as fam&iacute;lias, o pediatra Dr. Miguel Liberato refor&ccedil;a os cuidados essenciais para garantir uma esta&ccedil;&atilde;o mais segura para as crian&ccedil;as.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Segundo o especialista, o uso de repelentes &eacute; seguro na inf&acirc;ncia, desde que respeitadas a idade e a formula&ccedil;&atilde;o adequada. \"Beb&ecirc;s menores de seis meses n&atilde;o devem usar repelente. Nessa fase, a prote&ccedil;&atilde;o deve ser feita com roupas leves, mosquiteiros, telas e evitando hor&aacute;rios com maior presen&ccedil;a de insetos\", explica. A partir dos seis meses, por&eacute;m, o uso j&aacute; &eacute; permitido. \"Os repelentes &agrave; base de icaridina s&atilde;o uma excelente op&ccedil;&atilde;o, pois s&atilde;o bem tolerados pela pele infantil e eficazes contra diferentes insetos\", afirma. Dos seis meses aos dois anos, a aplica&ccedil;&atilde;o costuma ser de uma vez ao dia e, ap&oacute;s essa idade, pode chegar a duas aplica&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, sempre seguindo o r&oacute;tulo. Ele tamb&eacute;m orienta aten&ccedil;&atilde;o &agrave; composi&ccedil;&atilde;o do produto. \"Prefira produtos infantis, hipoalerg&ecirc;nicos, sem perfume e, de prefer&ecirc;ncia, sem desreguladores end&oacute;crinos\", ressalta.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao protetor solar, o cuidado tamb&eacute;m varia conforme a idade. \"Crian&ccedil;as menores de seis meses n&atilde;o devem usar protetor solar. A recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; evitar sol direto, priorizar sombra, chap&eacute;us e roupas com prote&ccedil;&atilde;o UV\", detalha o pediatra. Ap&oacute;s essa idade, o produto j&aacute; pode ser inclu&iacute;do na rotina. \"O ideal &eacute; escolher protetor solar infantil com FPS 30 ou mais, filtros f&iacute;sicos ou minerais, resistente &agrave; &aacute;gua e sem &aacute;lcool ou fragr&acirc;ncias fortes\", orienta. A aplica&ccedil;&atilde;o deve ser feita antes de sair de casa e reaplicada a cada duas horas, ou ap&oacute;s contato com &aacute;gua e suor, sem esquecer &aacute;reas como orelhas, pesco&ccedil;o, m&atilde;os e p&eacute;s.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Por fim, o Dr. Miguel esclarece a d&uacute;vida mais comum do ver&atilde;o: a ordem de aplica&ccedil;&atilde;o. \"A regra &eacute; simples: primeiro o protetor solar, depois o repelente. Assim, protegemos a pele contra os danos do sol e, ao mesmo tempo, prevenimos doen&ccedil;as como dengue, zika e chikungunya\", conclui.</p>",
            "summary": "Com o aumento do tempo ao ar livre, chegam também dúvidas frequentes entre os pais de crianças: bebê pode usar protetor solar? E repelente? Qual produto aplicar primeiro? Para orientar as famílias, o...",
            "image": "https://cdn1.bs9.com.br/Folder/2026/07/b084ce40-d217-4796-a57c-568523c8be22/conversions/a003-large.webp",
            "date_published": "2026-02-03T14:52:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-16T04:31:23+00:00",
            "authors": [
                {
                    "name": "Colunista"
                }
            ],
            "tags": [
                "Miguel Liberato"
            ]
        },
        {
            "id": "https://www.bs9.com.br/019f5cd7-199e-71fd-90ed-5a678768360e",
            "title": "Crianças e adolescentes podem fazer musculação?",
            "url": "https://www.bs9.com.br/coluna/miguel-liberato/2025/02/19/criancas-e-adolescentes-podem-fazer-musculacao.html",
            "content_html": "<p>Constantemente vemos um aumento na prática de exercícios físicos entre jovens, mas será que crianças e adolescentes também podem fazer musculação? Segundo o endocrinologista pediátrico Dr. Miguel Liberato, o treinamento pode, sim, trazer diversos benefícios, desde que seja adaptado à idade e acompanhado por profissionais qualificados.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>\"Apesar dos benefícios, isso não significa que crianças e adolescentes possam circular livremente pelas academias. Como toda atividade física, é preciso cuidado. É fundamental realizar uma avaliação pediátrica permanente, além de garantir a supervisão de instrutores preparados para lidar com esse público, oferecendo estímulos adequados ao peso e à idade\", alerta o médico.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Com orientação correta, a musculação ainda pode ser uma excelente aliada no desenvolvimento físico e motor de crianças e adolescentes. Além disso, o treinamento resistido, ou seja, feito com pesos livres, aparelhos fixos ou até o próprio peso corporal, contribui para às crianças em fase de puberdade pois proporciona aumento de força muscular, melhora a resistência óssea, reduz o risco de fraturas e aperfeiçoa a coordenação motora. \"Nosso foco, nessa fase, não é a hipertrofia muscular, ou seja, o aumento de volume do músculo. Nesse momento, focamos em aumento de disposição e energia, o que traz inúmeros benefícios como menor chance de lesões e redução das chances de fratura\", diz o médico. </p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>O Dr. Miguel Liberato explica ainda que a prática estimula a produção de hormônio do crescimento e testosterona, fortalece os ossos e melhora a força por adaptações neurais. \"Com orientação correta, a musculação pode ser uma excelente aliada no desenvolvimento físico e motor de crianças e adolescentes\", pontua ele.</p>\r\n",
            "summary": "Constantemente vemos um aumento na prática de exercícios físicos entre jovens, mas será que crianças e adolescentes também podem fazer musculação? Segundo o endocrinologista pediátrico Dr. Miguel Libe...",
            "image": "https://cdn1.bs9.com.br/Folder/2026/07/6db058a9-439e-42a6-8531-34159fb1c2c5/conversions/003_2-large.webp",
            "date_published": "2025-02-19T18:06:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-13T19:43:35+00:00",
            "authors": [
                {
                    "name": "Colunista"
                }
            ],
            "tags": [
                "Miguel Liberato"
            ]
        },
        {
            "id": "https://www.bs9.com.br/019f5cd7-18e2-71d4-88a0-53bb73fb8cf6",
            "title": "Metapneumovírus Humano está em evidência",
            "url": "https://www.bs9.com.br/coluna/miguel-liberato/2025/02/10/metapneumovirus-humano-esta-em-evidencia.html",
            "content_html": "<p>O Metapneumovírus Humano (HMPV) está em evidência no mundo todo devido ao aumento de casos na China, especialmente entre crianças e adolescentes, durante o inverno no país. Apesar da atenção global, a Organização Mundial da Saúde (OMS) ainda não emitiu alertas sobre o vírus, visto que segundo as autoridades, a magnitude e a intensidade das infecções respiratórias na China é menor do que quando comparada ao mesmo período do ano passado.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>No Brasil, ele já é conhecido e monitorado pelo Ministério da Saúde desde 2004. O endocrinologista pediátrico Dr. Miguel Liberato explica que o HMPV é um vírus respiratório que acomete as vias aéreas superiores e inferiores, podendo afetar nariz, garganta e até os pulmões, e se manifesta com sintomas leves na maioria dos casos. \"Ele causa quadros semelhantes a um resfriado comum, como tosse, coriza, congestão nasal e febre. Em casos raros, pode evoluir para falta de ar e desconforto respiratório, principalmente em pessoas com comorbidades\", explica o especialista.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>A transmissão ocorre por gotículas e contato com superfícies contaminadas, sendo mais comum no inverno, devido à maior concentração de pessoas em ambientes fechados.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Sobre o tratamento, o médico esclarece que não há tratamento específico. \"Assim como outras infecções respiratórias virais, o HMPV é tratado com medicamentos sintomáticos, e os sintomas costumam melhorar espontaneamente em até sete dias. Não há vacina nem tratamento específico, e antibióticos não têm efeito sobre o vírus\", diz.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Para prevenção, o Dr. Miguel reforça cuidados já conhecidos. \"A higienização frequente das mãos, o uso de máscaras em caso de sintomas e evitar aglomerações em locais fechados são medidas essenciais. Também é importante evitar tocar olhos, nariz e boca com as mãos sujas\", reforça ele.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Embora o HMPV não seja um vírus novo, sua prevenção depende de práticas de higiene e atenção aos sintomas, especialmente em grupos  de risco.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p><strong><em>Por Pediatra Miguel Liberato</em></strong></p>\r\n",
            "summary": "O Metapneumovírus Humano (HMPV) está em evidência no mundo todo devido ao aumento de casos na China, especialmente entre crianças e adolescentes, durante o inverno no país. Apesar da atenção global, a...",
            "image": "https://cdn1.bs9.com.br/Folder/2026/07/d73aff03-eeee-4f2d-86da-e3cd5c6469e5/conversions/009-large.webp",
            "date_published": "2025-02-10T14:39:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-13T19:43:32+00:00",
            "authors": [
                {
                    "name": "Colunista"
                }
            ],
            "tags": [
                "Miguel Liberato"
            ]
        }
    ]
}
