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                                <title><![CDATA[BS9 - Miguel Liberato]]></title>
                    
                                <subtitle>Feed de notícias de Miguel Liberato do BS9</subtitle>
                                                    <updated>2026-07-16T04:31:23+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Uso correto de protetor solar e repelente em crianças requer atenção]]></title>
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                <name><![CDATA[Colunista]]></name>
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                <![CDATA[Com o aumento do tempo ao ar livre, chegam também dúvidas frequentes entre os pais de crianças: bebê pode usar protetor solar? E repelente? Qual produto aplicar primeiro? Para orientar as famílias, o...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Com o aumento do tempo ao ar livre, chegam tamb&eacute;m d&uacute;vidas frequentes entre os pais de crian&ccedil;as: beb&ecirc; pode usar protetor solar? E repelente? Qual produto aplicar primeiro? Para orientar as fam&iacute;lias, o pediatra Dr. Miguel Liberato refor&ccedil;a os cuidados essenciais para garantir uma esta&ccedil;&atilde;o mais segura para as crian&ccedil;as.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o especialista, o uso de repelentes &eacute; seguro na inf&acirc;ncia, desde que respeitadas a idade e a formula&ccedil;&atilde;o adequada. "Beb&ecirc;s menores de seis meses n&atilde;o devem usar repelente. Nessa fase, a prote&ccedil;&atilde;o deve ser feita com roupas leves, mosquiteiros, telas e evitando hor&aacute;rios com maior presen&ccedil;a de insetos", explica. A partir dos seis meses, por&eacute;m, o uso j&aacute; &eacute; permitido. "Os repelentes &agrave; base de icaridina s&atilde;o uma excelente op&ccedil;&atilde;o, pois s&atilde;o bem tolerados pela pele infantil e eficazes contra diferentes insetos", afirma. Dos seis meses aos dois anos, a aplica&ccedil;&atilde;o costuma ser de uma vez ao dia e, ap&oacute;s essa idade, pode chegar a duas aplica&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, sempre seguindo o r&oacute;tulo. Ele tamb&eacute;m orienta aten&ccedil;&atilde;o &agrave; composi&ccedil;&atilde;o do produto. "Prefira produtos infantis, hipoalerg&ecirc;nicos, sem perfume e, de prefer&ecirc;ncia, sem desreguladores end&oacute;crinos", ressalta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao protetor solar, o cuidado tamb&eacute;m varia conforme a idade. "Crian&ccedil;as menores de seis meses n&atilde;o devem usar protetor solar. A recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; evitar sol direto, priorizar sombra, chap&eacute;us e roupas com prote&ccedil;&atilde;o UV", detalha o pediatra. Ap&oacute;s essa idade, o produto j&aacute; pode ser inclu&iacute;do na rotina. "O ideal &eacute; escolher protetor solar infantil com FPS 30 ou mais, filtros f&iacute;sicos ou minerais, resistente &agrave; &aacute;gua e sem &aacute;lcool ou fragr&acirc;ncias fortes", orienta. A aplica&ccedil;&atilde;o deve ser feita antes de sair de casa e reaplicada a cada duas horas, ou ap&oacute;s contato com &aacute;gua e suor, sem esquecer &aacute;reas como orelhas, pesco&ccedil;o, m&atilde;os e p&eacute;s.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, o Dr. Miguel esclarece a d&uacute;vida mais comum do ver&atilde;o: a ordem de aplica&ccedil;&atilde;o. "A regra &eacute; simples: primeiro o protetor solar, depois o repelente. Assim, protegemos a pele contra os danos do sol e, ao mesmo tempo, prevenimos doen&ccedil;as como dengue, zika e chikungunya", conclui.</p>]]></content>
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                        <published>2026-02-03T14:52:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-16T04:31:23+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Crianças e adolescentes podem fazer musculação?]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/coluna/miguel-liberato/2025/02/19/criancas-e-adolescentes-podem-fazer-musculacao.html" />
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                <name><![CDATA[Colunista]]></name>
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                <![CDATA[Constantemente vemos um aumento na prática de exercícios físicos entre jovens, mas será que crianças e adolescentes também podem fazer musculação? Segundo o endocrinologista pediátrico Dr. Miguel Libe...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Constantemente vemos um aumento na prática de exercícios físicos entre jovens, mas será que crianças e adolescentes também podem fazer musculação? Segundo o endocrinologista pediátrico Dr. Miguel Liberato, o treinamento pode, sim, trazer diversos benefícios, desde que seja adaptado à idade e acompanhado por profissionais qualificados.</p>

<p> </p>

<p>"Apesar dos benefícios, isso não significa que crianças e adolescentes possam circular livremente pelas academias. Como toda atividade física, é preciso cuidado. É fundamental realizar uma avaliação pediátrica permanente, além de garantir a supervisão de instrutores preparados para lidar com esse público, oferecendo estímulos adequados ao peso e à idade", alerta o médico.</p>

<p> </p>

<p>Com orientação correta, a musculação ainda pode ser uma excelente aliada no desenvolvimento físico e motor de crianças e adolescentes. Além disso, o treinamento resistido, ou seja, feito com pesos livres, aparelhos fixos ou até o próprio peso corporal, contribui para às crianças em fase de puberdade pois proporciona aumento de força muscular, melhora a resistência óssea, reduz o risco de fraturas e aperfeiçoa a coordenação motora. "Nosso foco, nessa fase, não é a hipertrofia muscular, ou seja, o aumento de volume do músculo. Nesse momento, focamos em aumento de disposição e energia, o que traz inúmeros benefícios como menor chance de lesões e redução das chances de fratura", diz o médico. </p>

<p> </p>

<p>O Dr. Miguel Liberato explica ainda que a prática estimula a produção de hormônio do crescimento e testosterona, fortalece os ossos e melhora a força por adaptações neurais. "Com orientação correta, a musculação pode ser uma excelente aliada no desenvolvimento físico e motor de crianças e adolescentes", pontua ele.</p>
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                        <published>2025-02-19T18:06:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:43:35+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Metapneumovírus Humano está em evidência]]></title>
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                <![CDATA[O Metapneumovírus Humano (HMPV) está em evidência no mundo todo devido ao aumento de casos na China, especialmente entre crianças e adolescentes, durante o inverno no país. Apesar da atenção global, a...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>O Metapneumovírus Humano (HMPV) está em evidência no mundo todo devido ao aumento de casos na China, especialmente entre crianças e adolescentes, durante o inverno no país. Apesar da atenção global, a Organização Mundial da Saúde (OMS) ainda não emitiu alertas sobre o vírus, visto que segundo as autoridades, a magnitude e a intensidade das infecções respiratórias na China é menor do que quando comparada ao mesmo período do ano passado.</p>

<p> </p>

<p>No Brasil, ele já é conhecido e monitorado pelo Ministério da Saúde desde 2004. O endocrinologista pediátrico Dr. Miguel Liberato explica que o HMPV é um vírus respiratório que acomete as vias aéreas superiores e inferiores, podendo afetar nariz, garganta e até os pulmões, e se manifesta com sintomas leves na maioria dos casos. "Ele causa quadros semelhantes a um resfriado comum, como tosse, coriza, congestão nasal e febre. Em casos raros, pode evoluir para falta de ar e desconforto respiratório, principalmente em pessoas com comorbidades", explica o especialista.</p>

<p> </p>

<p>A transmissão ocorre por gotículas e contato com superfícies contaminadas, sendo mais comum no inverno, devido à maior concentração de pessoas em ambientes fechados.</p>

<p> </p>

<p>Sobre o tratamento, o médico esclarece que não há tratamento específico. "Assim como outras infecções respiratórias virais, o HMPV é tratado com medicamentos sintomáticos, e os sintomas costumam melhorar espontaneamente em até sete dias. Não há vacina nem tratamento específico, e antibióticos não têm efeito sobre o vírus", diz.</p>

<p> </p>

<p>Para prevenção, o Dr. Miguel reforça cuidados já conhecidos. "A higienização frequente das mãos, o uso de máscaras em caso de sintomas e evitar aglomerações em locais fechados são medidas essenciais. Também é importante evitar tocar olhos, nariz e boca com as mãos sujas", reforça ele.</p>

<p> </p>

<p>Embora o HMPV não seja um vírus novo, sua prevenção depende de práticas de higiene e atenção aos sintomas, especialmente em grupos  de risco.</p>

<p> </p>

<p><strong><em>Por Pediatra Miguel Liberato</em></strong></p>
]]></content>
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                        <published>2025-02-10T14:39:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:43:32+00:00</updated>
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