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    "title": "BS9 - Marcelo Buonavoglia",
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            "title": "Onde e como chegar lá",
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            "content_html": "<p>Sei exatamente onde quero chegar??? Essa é a pergunta que todos nós temos que nos fazer constantemente, a fim de atualizarmos nossos pensamentos e nos adaptar, acompanhando as mudanças do mercado, pensando ‘fora da caixa', pois a volatilidade está aí para quem quiser ver, tudo mudando a toda hora, sendo que eu reforço que essa adaptação não deve ser apenas de dentro para fora, mas de dentro para dentro também. Diria até que nos adaptarmos internamente, nos autoconhecendo e estando alinhados com nossos próprios objetivos é fundamental.<br />\r\n<br />\r\nSegundo o famoso AUGUSTO CURY, \"Muitos vivem apenas porque estão vivos\", sem sonhos, sem planos, sem propósitos. Se não soubermos para onde queremos ir, qualquer caminho serve, já que não perceberemos se estamos nos aproximando ou nos afastando de nossos objetivos, pois nem nós mesmos os conhecemos. Assim fica difícil, não??? É como montarmos em um cavalo e sairmos sem rumo certo, sendo que iremos para onde ele quiser ir, depois não adiantando reclamarmos. Tem uma frase que utilizo muito em minhas palestras que diz que 'se não tomarmos as rédeas de nossas vidas, a vida fará isso pela gente', decidindo sozinha. É uma injustiça conosco delegarmos essa decisão, pois ela deve ser única e exclusivamente nossa. E uma vez definidos nossos objetivos, o dividimos em metas para chegarmos neles, mas ilustrarei tudo isso mais abaixo.<br />\r\n<br />\r\nBem, o ZECA PAGODINHO que me perdoe, mas esse tal de 'deixa a vida me levar' é muito legal apenas na música, pois no âmbito profissional não tem nada a ver. Sem estarmos cientes da razão para fazermos algo é impossível nos engajarmos ao máximo, por esse motivo eu defendo tanto a conscientização antes da ação.<br />\r\n<br />\r\nÉ frequente eu encontrar, participando de minhas palestras e cursos, centenas de profissionais com seus 10, 12, 15, 20 anos de empresa ou mais. A que será que se deve toda essa solidez??? Unicamente a seus comportamentos. Legal, mas quais seriam esses comportamentos tão poderosos, Marcelo??? Muito bem, apresentarei logo abaixo três deles que não exigem muita técnica, mas que são bastante eficazes para se manterem firmes em direção de onde querem chegar:<br />\r\n<br />\r\n1. PONTUALIDADE: seja assertivo com seus compromissos, e não falo apenas em cumprir os horários estabelecidos, mas prazos também;<br />\r\n2. RESPEITO: entenda e seja empático, pois tudo tem uma razão para ser. Essa flexibilidade ajuda a manter seu foco e relevar pequenos deslizes;<br />\r\n3. OBSERVAÇÃO: se espelhe em quem já faz bem feito, pois isso aumentará sua autoconfiança e eliminará o 'medo do desconhecido', o que é próprio dos seres humanos;</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
            "summary": "Marcelo Buonavoglia - Palestrante e escritor",
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            "date_published": "2022-10-05T18:26:00+00:00",
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            "authors": [
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                "Marcelo Buonavoglia"
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            "title": "Crenças limitantes e ansiedade",
            "url": "https://www.bs9.com.br/coluna/marcelo-buonavoglia/2022/05/06/crencas-limitantes-e-ansiedade.html",
            "content_html": "<p>Todos nós, ao longo da vida, criamos várias situações nas quais acreditamos. Algumas, de acordo com o histórico e constantes repetições, se tornam hábitos e ajudam bem, nos prevenindo de vários dissabores. Eu costumo chamá-las de 'crenças do bem', pois não chegam a nos engessar ou nos paralisar, mas apenas permitem que nos acautelemos.<br />\r\n<br />\r\nPor outro lado existem aquelas que nos aprisionam de fato, que nos amedrontam, as que nos impedem de ousar, evoluir e até de nos desenvolver. Novamente o histórico de repetições aparece, porém, nesses casos, generalizamos tudo, como se as situações fossem sempre iguais. Pior que nosso inconsciente se convence de que realmente estamos tratando exatamente da mesma coisa, pois é tudo muito parecido e, muitas vezes, até ilusório. Portanto reage preventivamente da mesma forma, desencadeando a ansiedade, da qual falaremos a seguir:<br />\r\n<br />\r\nVocê é uma pessoa ansiosa? Quem não é ao menos um pouco? Pessoal, tenho duas notícias: primeiro que esse comportamento emocional aflige milhões de profissionais, mas a segunda é que existem variadas técnicas para criar hábitos que ‘enfraqueçam’ ou anulem essa ‘insegurança’. Defino como uma autoconfiança baixa ou inexistente a sua causa. É evidente que a volatilidade, a incerteza, a complexidade e a ambiguidade, sintetizados pelo conceito VUCA, estão aí para quem quiser ver, pois já são uma realidade.<br />\r\n<br />\r\nA seguir cito cinco pontos abaixo que, tornando-se constantes, ajudam muito a combatê-la:<br />\r\n<br />\r\n1.     FOCO NO POSITIVO: comece a enxergar apenas o lado bom das coisas, pois isso ‘anima’ o cérebro, oxigenando-o e doutrinando-o a perseguir melhores resultados;<br />\r\n2.     PREPARAÇÃO: procure conhecer e entender os processos dos quais participa (suas atividades). Aprofunde-se nas razões para serem feitas, pois isso fortalecerá sua autoconfiança e lhe trará o senso de pertencimento;<br />\r\n3.     JOGO DE CINTURA: sempre releve pequenos imprevistos que não afetem em nada o resultado, contornando as situações, pois isso evita que seu cérebro se depare com coisas negativas;<br />\r\n4.     PRÁTICA: habitue-se a adquirir cada vez mais habilidade no que faz, conquistando um maior domínio acerca de suas atividades, pois isso o convencerá de que ‘sabe fazer’;<br />\r\n5.     INOVAÇÃO: pense ’fora da caixa’, fugindo de velhos paradigmas e tendo uma visão disruptiva, pois isso impede que seu cérebro se acomode e caia na ‘zona de conforto’, vencendo as crenças limitantes das quais falamos no início;</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
            "summary": "Marcelo Buonavoglia - Palestrante e escritor",
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            "date_published": "2022-05-06T03:00:00+00:00",
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