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                                <title><![CDATA[BS9 - Kenny Mendes]]></title>
                    
                                <subtitle>Feed de notícias de Kenny Mendes do BS9</subtitle>
                                                    <updated>2026-07-13T19:43:13+00:00</updated>
                        <entry>
            <title><![CDATA[Sobre duas rodas]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/coluna/kenny-mendes/2022/06/01/sobre-duas-rodas.html" />
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                <name><![CDATA[Kenny Mendes]]></name>
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            <summary type="html">
                <![CDATA[Kenny Mendes - Deputado estadual pelo Progressistas]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>A pandemia do novo coronavírus e seus inevitáveis desdobramentos econômicos aceleraram uma tendência que já vinha sendo registrada na área da mobilidade urbana: o aumento no uso de bicicletas. </p>

<p>Conforme dados da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas, houve uma elevação de 30% na compra de bikes no ano passado na comparação com 2020. As e-bikes (elétricas) acompanharam o movimento, com crescimento de 27,3% no mesmo período. </p>

<p>Sempre fui um defensor do uso das bicicletas no ambiente urbano – e, por consequência, da melhor adaptação possível de sua utilização dentro das cidades. Talvez você já tenha me flagrado em alguma ciclovia em Santos. Foi como vereador que começamos a campanha pela implantação do sistema de bikes compartilhadas no município, a exemplo do que já havia no exterior e em algumas capitais brasileiras. Foram muitas reuniões com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) até a proposta vingar. E deu certo.</p>

<p>O Bike Santos se tornou realidade em 2012, à época com 14 estações para retirada das bicicletas – hoje, já são 36 em funcionamento. Muito além dos passeios turísticos, o sistema de compartilhamento também se notabilizou pelo uso das ‘magrelas’ por pessoas que vão trabalhar/estudar ou simplesmente como alternativa aos modais tradicionais (carros, ônibus, motos). </p>

<p>A alta do preço dos combustíveis registrada nos últimos também contribuiu para essa adesão às bicicletas. E nem é preciso dizer das vantagens para a saúde e para o meio ambiente. </p>

<p>A Baixada Santista é beneficiada por ter boa parte do seu território plano, o que é um facilitador para esse tipo de transporte. A maioria dos municípios da região vem investindo nas ciclovias. Interligar de maneira eficiente essas vias específicas e expandi-las é um desafio para nossos gestores. Mesmo porque, a cada ano que passa, fica mais claro que a utilização da bicicleta nas nossas cidades já é uma prática cotidiana.</p>
]]></content>
                                    <category term="Kenny Mendes" />
                        <published>2022-06-01T03:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:43:13+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[A retomada dos trilhos]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/coluna/kenny-mendes/2022/05/01/a-retomada-dos-trilhos.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd7-145f-7153-993f-df3bd8e5b286</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Kenny Mendes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Kenny Mendes - Deputado estadual pelo Progressistas]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>O transporte ferroviário é subutilizado em São Paulo – responde por apenas 11% dos modais adotados no Estado, onde o predomínio amplo é do rodoviário (84%). Mas esse descompasso tende a ficar menor com a aprovação da Lei Federal 14.273/2021, considerada o novo marco regulatório do setor. </p>

<p>Será permitido o deslocamento pelas estradas de ferro por linhas de trajeto curto (shortline), que, agora, também passam a ficar sob responsabilidade de estados e municípios. Com o objetivo de promover a expansão da nossa rede de ferrovias, o Governo do Estado enviou à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) um projeto de lei que autoriza a exploração da infraestrutura ferroviária em solo paulista por meio de novas concessões à iniciativa privada.</p>

<p>Sempre fui favorável à expansão da utilização dos trens, seja para passageiros ou cargas, no Brasil. Isso promoveria a revitalização de antigas linhas hoje abandonadas, criaria alternativas mais sustentáveis de transporte e contribuiria para reconfigurar a mobilidade nas nossas cidades. </p>

<p>A Secretaria de Estado de Logística e Transportes criou o PAM-TL (Plano de Ação de Transporte de Passageiros e Logística de Cargas para a Macrometrópole Paulista), que estipula investimentos privados de até R$ 70 bilhões. A Baixada Santista será uma das cinco regiões metropolitanas contempladas. </p>

<p>Também está prevista, no plano, a licitação da Linha Verde – rota carbono zero de ligação bimodal (rodoviária e ferroviária) entre São Paulo e o Porto de Santos para escoamento da produção nacional.</p>

<p>Essa movimentação no setor é um bom sinal para um antigo sonho dos moradores da Baixada: a reativação da linha turística entre a Capital e Santos. Participei de uma das duas viagens-teste realizadas em 2019, com a participação do hoje governador Rodrigo Garcia. Ambas consideradas bem-sucedidas pelos técnicos do Estado.</p>

<p>A aprovação do novo marco regulatório nos traz a esperança de que, num futuro próximo, esse projeto possa sair do papel. Vou continuar batalhando por isso.</p>
]]></content>
                                    <category term="Kenny Mendes" />
                        <published>2022-05-01T03:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:43:12+00:00</updated>
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            <entry>
            <title><![CDATA[Quando a política contamina os projetos]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/coluna/kenny-mendes/2022/04/01/quando-a-politica-contamina-os-projetos.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd7-143c-700b-b5f9-6f8f9098ad77</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Kenny Mendes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Kenny Mendes - Deputado estadual pelo Progressistas]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A pandemia da Covid-19 evidenciou o quanto um vírus pode ser contagioso. Independentemente de suas mutações e variantes, se propaga e infecta causando danos em níveis diversos. Fazendo um paralelo com a situação epidemiológica, a cada dois anos no Brasil enfrentamos um outro tipo de surto: a contaminação da discussão acerca dos projetos públicos pela disputa eleitoral e/ou ideológica. </p>

<p>É lamentável, mas tais desavenças de caráter partidário parecem estar enraizadas na política nacional – principalmente no que se refere aos períodos de eleições para cargos executivos, como presidente da República, governador ou prefeito. Afinal, como ensina o dito popular, quem tem a caneta é que manda. Mas quantas vezes já não assistimos um governante abandonar um projeto em execução pelo simples fato deste ter se iniciado em uma gestão anterior ou de um adversário?</p>

<p>Nós, da Baixada Santista, estamos verificando esse tipo de disputa de novo em tempo real – e sobre um tema que há décadas consta da pauta regional. Falo da ligação seca entre Santos e Guarujá.</p>

<p>De um lado há a promessa federal de que a iminente desestatização do Porto de Santos, até o final do ano, contemple a construção de um túnel submerso entre as duas margens, com recursos da iniciativa privada. Por outro, existe a garantia de que a implantação de uma ponte entre as cidades está viabilizada por meio de parceria estadual com a Ecovias, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI).</p>

<p>Ora, se o principal problema para qualquer administração pública está resolvido – de onde virão os recursos –, por que não apostar na execução de ambos os equipamentos? Um (ponte) desafogaria a movimentação de caminhões que chega ao porto, a partir da Alemoa (Santos); o outro (túnel) se tornaria uma opção rápida para o trânsito de veículos leves, a partir da Avenida Perimetral, em Santos, enquanto opção para a balsa. Eles são complementares.</p>

<p>Este é só um dos muitos exemplos de quando boas ideias correm o risco de sucumbir a conflitos de interesses pessoais. Esperamos que não seja o caso. </p>

<p>Sim, estamos em ano de eleições gerais. Não há mais espaço para que embates, rixas ou picuinhas partidárias tendo em vista a busca por votos atrapalhem o desenvolvimento econômico. A política pode e deve ser mais. Que eleitores e candidatos tenham consciência disso.</p>
]]></content>
                                    <category term="Kenny Mendes" />
                        <published>2022-04-01T03:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:43:11+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Não pare na pista]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/coluna/kenny-mendes/2022/03/01/nao-pare-na-pista.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd7-13a4-73c6-a66c-82b328703e97</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Kenny Mendes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Kenny Mendes - Deputado estadual pelo Progressistas]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Em meu primeiro pronunciamento no plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), em abril de 2019, defendi uma tese que carrego desde os tempos de vereador em Santos: a utilização da Via Anchieta exclusivamente para o tráfego de veículos pesados. Sempre digo – passageiro não é carga.</p>

<p>Enfim, uma boa notícia relacionada a essa proposta. O secretário de Estado de Logística e Transporte, João Octaviano Machado Neto, me informou que a Ecovias –  concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI) – iniciou estudos para viabilizar a medida. É um grande avanço para a mobilidade urbana da nossa região.</p>

<p>Por um lado, isso seria bom para os caminhoneiros. Atualmente, todos devem se locomover apenas pela faixa direita da via, enquanto os veículos leves usam a esquerda (rápida). Com a mudança, os caminhões carregados com cargas (pesados) permaneceriam à direita, mas os que estão vazios – como aqueles que vêm ao porto para serem preenchidos –, se movimentariam pela faixa à esquerda. Os deslocamentos, assim, se dariam com maior fluidez.</p>

<p>Por outro, os veículos de passageiros (motos, carros, vans e ônibus) ficariam restritos à Rodovia dos Imigrantes. Além de sua estrutura ser bem mais adequada para tal tipo de transporte, as pessoas não teriam de dividir espaço na pista com carregamentos diversos – muitas vezes, as mencionadas cargas perigosas. </p>

<p>Além de ser uma preocupação relacionada às áreas de logística e de segurança, trata-se também de uma questão de bom senso.</p>

<p>Se a proposta vingar, um outro pesadelo teria seus dias contados para os moradores das nove cidades da Baixada Santista: nós pagaríamos o pedágio – altíssimo, de R$ 30,20 – e teríamos a certeza de poder utilizar a Imigrantes nos feriados e fins de semana, quando invariavelmente a concessionária relega os veículos leves em direção ao litoral à Anchieta, junto com caminhões e carretas. </p>

<p>Já é um primeiro passo. Esperamos que definitivo.</p>
]]></content>
                                    <category term="Kenny Mendes" />
                        <published>2022-03-01T03:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:43:08+00:00</updated>
        </entry>
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            <title><![CDATA[Missão: salvar vidas]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/coluna/kenny-mendes/2022/02/01/missao-salvar-vidas.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd7-13f6-7279-b6aa-4a5ca2bdb18b</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Kenny Mendes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Kenny Mendes - Deputado estadual pelo Progressistas]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Na semana passada, tive a oportunidade de passar uma tarde na sede do 6º Grupamento de Bombeiros, sediado em Santos. A corporação existe desde 1890 – é a terceira mais antiga do Estado. O trabalho que esses homens e mulheres desenvolvem na Baixada Santista e no Vale do Ribeira é reconhecido e aplaudido pela população.</p>

<p>É muito importante que nossos valorosos profissionais disponham de equipamentos de última geração para executar suas tarefas. Caso do conjunto desencarcerador elétrico, recém-chegado da Alemanha. A ferramenta de nome complicado é formada por um extensor e um alargador, cuja função é literalmente ‘cortar’ peças metálicas – um instrumento determinante no salvamento de vítimas que ficam presas nas ferragens em caso de acidente com veículos. </p>

<p>O equipamento foi adquirido por meio de uma emenda parlamentar que apresentei no ano passado, de R$ 200 mil. Com o montante foi possível comprar não só o desencarcerador, mas também uma plataforma de resgate, serras de corte (makita e tico-tico), chaves de impacto (para soltar parafusos) e uma lavadora de alta pressão (usada na descontaminação de vítimas). Todos itens utilizados nesse tipo de situação. </p>

<p>Por ser elétrico, o novo conjunto desencarcerador pode ser utilizado a qualquer momento, sem precisar estar conectado a cabos – o cortador tradicional depende de bombeamento hidráulico para funcionar. Ou seja, o atendimento será bem mais célere, o que pode ser determinante em casos dessa gravidade. </p>

<p>No ano passado, eu já havia indicado outra emenda parlamentar, de R$ 250 mil, ao 6º Grupamento. O montante foi utilizado para a aquisição de equipamentos de proteção respiratória e uma câmera térmica. Pretendo, até o final deste ano, destinar mais R$ 500 mil para a corporação.</p>

<p>Quando crianças, muitos de nós temos o sonho de ser Super-Homem, Batman, Homem Aranha. Só nos damos conta mais tarde que os verdadeiros heróis, os de carne e osso, podem estar mais próximos do que imaginávamos. Os bombeiros são um exemplo – muitas vezes anônimos, estão sempre a postos para, na vida real, fazer o que os personagens que tanto admiramos na infância tinham como missão: salvar vidas.</p>

<p><em>*Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal BS9</em></p>
]]></content>
                                    <category term="Kenny Mendes" />
                        <published>2022-02-01T03:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:00:53+00:00</updated>
        </entry>
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            <title><![CDATA[Muito trabalho pela frente]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/coluna/kenny-mendes/2022/01/01/muito-trabalho-pela-frente.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd7-1294-7026-9695-6a15b9a5bc31</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Kenny Mendes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Se há uma certeza é a de que 2021 não foi nada simples. Mesmo assim, procuramos manter nosso trabalho na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), seja de forma presencial ou virtual, com os obstác...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Se há uma certeza é a de que 2021 não foi nada simples. Mesmo assim, procuramos manter nosso trabalho na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), seja de forma presencial ou virtual, com os obstáculos impostos pela pandemia. Como uma forma de prestar contas ao cidadão da Baixada Santista, tomo a liberdade de lembrar algumas passagens do nosso mandato ao longo do ano que se encerra. <br />
 <br />
Começo citando a segunda lei estadual criada a partir de um projeto de lei (PL) de minha autoria, sancionada em setembro. Trata-se da que obriga os condomínios paulistas – residenciais ou comercias – a comunicar aos órgãos de segurança pública a ocorrência ou indícios de casos de violência doméstica contra mulheres, crianças, adolescentes ou idosos. <br />
 <br />
Dentro desse tema, cito outros dois PLs apresentados na Casa neste ano: o primeiro, que já está pronto para ser analisado em plenário, institui a Política Estadual de Qualificação Técnica e Profissional gratuita, com preferência de vagas às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. <br />
 <br />
O segundo prevê que as concessionárias de serviços públicos de fornecimento de água, energia elétrica e gás a divulguem, em suas faturas de consumo, os números de telefone de emergência para casos de violência doméstica e familiar. <br />
 <br />
Falando em projetos que viraram legislações estaduais, tenho de mencionar a lei 17.522, que condiciona a matrícula em qualquer escola paulista, das redes pública ou particular, à apresentação da carteira de vacinação atualizada do aluno – esta foi aprovada em 2020, mas passou a valer neste ano.<br />
 <br />
No que diz respeito a emendas, conseguimos no Orçamento do Estado de 2021 a liberação de R$ 15 milhões para o enfrentamento da covid-19 em Guarujá, Cubatão e Bertioga. Ainda dentro do Orçamento estadual, mas para o ano que vem, garantimos R$ 10 milhões para a criação de uma UTI pediátrica no Complexo Hospitalar da Zona Noroeste, em Santos.<br />
 <br />
À parte esses recursos, obtivemos aproximadamente R$ 6 milhões em emendas – todas devidamente pagas em 2021 – para investimentos em diversas áreas nas cidades da região. Há outras aguardando aprovação. <br />
 <br />
Os desafios continuam a partir de janeiro. Vamos estar a postos no Parlamento paulista. Um excelente Réveillon a todos, saúde e cuidem-se.</p>

<p>*Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal BS9</p>
]]></content>
                                    <category term="Kenny Mendes" />
                        <published>2022-01-01T12:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:00:52+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Todo cuidado é pouco]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/coluna/kenny-mendes/2021/12/01/todo-cuidado-e-pouco.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd7-12cd-72df-b9af-94c1eeb821f9</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Kenny Mendes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Kenny Mendes - Deputado estadual e 3º vice-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A Baixada Santista é referência na aplicação das vacinas contra o novo coronavírus em solo paulista. Por aqui, 80% da população já está imunizada com a primeira dose, enquanto 66% dos moradores já completaram o ciclo vacinal (segunda dose ou dose única da Jenssen). É um excelente sinal.<br />
 <br />
Avançamos e muito, mas não podemos nos descuidar. A retomada que tanto desejamos tem, sim, de ser feita com critérios e de forma gradativa. E isso vem ocorrendo a contento na região, com esforço da população, do setor privado e das prefeituras. Mesmo com a redução dos índices, ainda há registro de novos casos e mortes. A batalha contra o vírus não terminou.<br />
 <br />
Em reunião do Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista (Condesb) realizada em outubro, os prefeitos decidiram liberar a realização de eventos privados ‘controlados’ nesse final de ano – ou seja, com restrições de público, exigência de comprovação de vacinação e medidas de segurança sanitária. É só um exemplo de como a volta à normalidade tem de ser encarada no momento. <br />
 <br />
Estamos todos cansados da pandemia. Mas não é hora para baixar a guarda. A recuperação financeira, a volta aos estudos, a retomada das atividades sociais, tudo isso ainda exige certos sacrifícios. Mas já foi pior, não nos esqueçamos. <br />
 <br />
Temos de ter em mente o que está acontecendo na Alemanha, Inglaterra, China e vários países do Leste Europeu: nesses locais, parte da população ainda se recusa a se vacinar. Ao contrário da Espanha, que atingiu 80% de imunizados, onde a pandemia está sob controle e a retomada econômica está a todo vapor. <br />
 <br />
A se pensar.</p>

<p>*Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal BS9</p>
]]></content>
                                    <category term="Kenny Mendes" />
                        <published>2021-12-01T19:49:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:00:52+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Luzes no fim do túnel]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/coluna/kenny-mendes/2021/11/01/luzes-no-fim-do-tunel.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd7-12e1-7111-b8d6-282cb914a564</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Kenny Mendes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Kenny Mendes - Deputado estadual pelo Progressistas]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A pandemia do novo coronavírus agravou uma situação que já se mostrava difícil. Não bastasse a instabilidade econômica existente antes de 2020, quando a covid-19 chegou ao país, a inevitável crise financeira que assola mercado e instituições públicas desde então interrompeu uma série de projetos antes planejados por municípios brasileiros. <br />
 <br />
Uma possível saída para os executivos estaduais e municipais retomarem seu plano de desenvolvimento são as parcerias público-privadas, as chamadas PPPs. Instrumento previsto em lei no Brasil desde 2004 e muito adotado em diversos países desenvolvidos, a tendência é também expandirmos seu uso por aqui – principalmente a partir do próximo ano, no pós-pandemia. <br />
 <br />
Um exemplo conhecido de PPP é a administração da Linha 4 (Amarela) do Metrô de São Paulo, cujo serviço foi amplamente modernizado e obteve aprovação de mais de 80% dos usuários.  Em nosso quintal, Santos pretende fechar uma parceria público-privada até o início de 2022 para o gerenciamento da coleta de lixo. O contrato estimado de R$ 8 milhões por 30 anos deve representar uma economia mensal de R$ 316 mil na comparação com o atual, incluindo vários investimentos em modernização do sistema.<br />
 <br />
No final de 2019, votei favoravelmente na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) pela extinção da Dersa, estatal que administrava as travessias litorâneas paulistas com um desempenho pífio e suspeitas diversas de irregularidades. O Governo do Estado tem a intenção de terceirizar o modal – sugeri, à época, que a PPP poderia ser uma opção, o que está em estudo. <br />
 <br />
A Lei 11.079/2004, que regula as PPPs, estabelece possibilidades como a remuneração do parceiro privado vinculada ao desempenho, a objetiva divisão de riscos (o que sempre ficava restrito ao gestor público) e um fundo garantidor. É um instrumento que pode assegurar economia, ganhos de eficiência, acréscimos de qualidade e sustentabilidade financeira. <br />
 <br />
Para os municípios, que normalmente lutam contra a falta de recursos e de equipes técnicas com experiência para estruturar projetos, as PPPs podem significar uma luz no fim do túnel após os estragos causados pela pandemia.</p>

<p><em>Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal BS9</em></p>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="Kenny Mendes" />
                        <published>2021-11-01T19:38:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:00:52+00:00</updated>
        </entry>
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            <title><![CDATA[Unindo vozes contra a violência doméstica]]></title>
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                <name><![CDATA[Kenny Mendes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Kenny Mendes - Deputado estadual e 3º vice-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Enquanto o Congresso Nacional discute proposta de teor semelhante, São Paulo saiu na frente e aprovou a lei estadual que obriga os condomínios paulistas – residenciais e comerciais –  a comunicar aos órgãos de segurança pública a ocorrência ou indícios de casos de violência doméstica contra mulheres, crianças, adolescentes ou idosos. <br />
 <br />
O governador João Doria sancionou a matéria no dia 15 de setembro. A nova legislação, que já passa a valer a partir de novembro, é baseada em um projeto de lei que apresentei em 2020 na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), aprovado por unanimidade na Casa neste ano.<br />
 <br />
A denúncia pode ser encaminhada pelo síndico ou a administradora condominial em até 24 horas após o fato. Placas sobre o teor da lei devem ser afixadas em pontos comuns dos edifícios, para o conhecimento de todos os moradores. Este é um ponto importante: como ninguém poderá alegar desconhecimento da lei, acredito que o simples fato de sua existência vai fazer um possível agressor pensar duas vezes antes de cometer o crime.<br />
 <br />
É importante salientar que a comunicação pode ser feita de forma anônima por qualquer condômino. Se o síndico por alguma razão não se sentir confortável em levar o caso diretamente às autoridades, tem a prerrogativa de encaminhá-lo à administradora do condomínio, que deverá concluir o trâmite.<br />
 <br />
Todo ato de agressão é crime e, portanto, não pode ficar impune. Quem assiste impassível a qualquer espécie de brutalidade, ainda que a distância, acaba sendo conivente – mesmo que por simples omissão. Lutemos para mudar esse cenário.<br />
 </p>
]]></content>
                                    <category term="Kenny Mendes" />
                        <published>2021-10-01T19:16:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:00:53+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Bem-estar animal vivo]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/coluna/kenny-mendes/2021/09/01/bem-estar-animal-vivo.html" />
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                <name><![CDATA[Kenny Mendes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Kenny Mendes - Deputado estadual pelo Progressistas]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Eu poderia citar a cachorrinha Chica, cega de um olho. O gato Max, encontrado com um dos globos oculares consumido por larvas (!). Ou a Olívia, uma cachorra de saúde debilitada e que tem muito medo de gente (imagine pelo que passou). Mas vou optar por duas fotos distintas da gatinha Stella: na primeira, ela parece literalmente estar chorando de desespero; na segunda, mais atual, surge segura de si, com um olhar cheio de vida – cujos olhos mal davam para ser vistos na primeira imagem.<br />
 </p>

<p> <img alt="" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2022/01/9340.jpeg" style="height:225px; width:400px" /></p>

<p><br />
O exemplo da pequena Stella serve para ilustrar o trabalho desenvolvido pela ONG Viva Bicho: não só ela, mas vários animais são salvos das ruas e dos maus-tratos diariamente para ganharem uma nova chance. A entidade, organizada há 21 anos em Santos, reúne protetores, veterinários e associados com uma finalidade nobre: salvaguardar a vida dos animais. Exatamente como indicado no nome da organização.<br />
 <br />
Recebi feliz a notícia, neste mês, de que uma emenda parlamentar que destinei à ONG havia sido liberada. No total, são R$ 249,6 mil. Os recursos já estão em uso pelos dedicados profissionais que ali atuam e vão proporcionar centenas de castrações. Só em agosto, foram mais de 100 procedimentos – gratuitos – para animais de pessoas de baixa renda, em situação de rua e, ainda, de protetores reconhecidos. Os cães e gatos são microchipados, de forma que possam ser identificados e localizados.<br />
 <br />
Mas o trabalho não para por aí. Os responsáveis pelos animais recebem material contendo uma série de informações de como cuidar dos bichinhos com responsabilidade. Um dos pilares da ONG, não por acaso, é a ação ininterrupta de conscientização sobre a causa animal.<br />
 <br />
Infelizmente nem todos os municípios contam com uma estrutura pública capacitada para realizar os serviços relacionados ao bem-estar animal. Posso citar como bom exemplo a Coordenadoria de Defesa da Vida Animal (Codevida), órgão ligado à Secretaria do Meio Ambiente de Santos. Por isso, as entidades não governamentais que atuam nesse nicho merecem nosso apoio. De antemão, anuncio que apresentei uma outra emenda parlamentar – de R$ 300 mil – à ONG para a aquisição de um castramóvel. O veículo poderá atender toda a Baixada Santista.<br />
 <br />
A Viva Bicho é um modelo a ser replicado em outras cidades. A instituição não é um local feito para ‘recolher animais abandonados’, longe disso. É uma estrutura autossustentável, que atua em níveis interligados, com uma clínica veterinária parceira com preços populares, o setor de resgate, as ações de atendimento animal (tratamento, vermifugação, vacinação, castração), e, posteriormente, o serviço de doação. Que seu trabalho inspire outras pessoas Brasil afora a também fazer o bem.</p>
]]></content>
                                    <category term="Kenny Mendes" />
                        <published>2021-09-01T14:51:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:00:52+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Parques abertos para todos]]></title>
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                <name><![CDATA[Kenny Mendes]]></name>
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            <summary type="html">
                <![CDATA[Kenny Mendes - Deputado estadual e 3º vice-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>No início de julho, a Prefeitura de Mongaguá sancionou uma lei municipal que torna obrigatório as áreas de lazer no município disporem de no mínimo dois aparelhos adaptados para pessoas com deficiência. Uma iniciativa louvável.</p>

<p>Os mongaguaenses não vão contar com nenhum ‘privilégio’ – a medida deveria ser adotada em todas as cidades que se preocupam com seus moradores. Com essa finalidade, eu apresentei um projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em junho de 2019 que tem o teor semelhante ao da legislação citada acima.</p>

<p>No caso da minha propositura, fica estabelecido que ao menos 10% dos equipamentos de lazer dos parques públicos e privados paulistas sejam adequados para utilização do público com algum tipo de deficiência – inclusive visual – ou mobilidade reduzida.</p>

<p>A matéria já foi aprovada na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Alesp e, no momento, está em análise na Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da Participação e das Questões Sociais (CDDPHCPQS).</p>

<p>Não se trata apenas de propiciar a essas crianças o direito de se divertir nos equipamentos adaptados. Ações nesse sentido são importantes sobretudo pelos aspectos social e de saúde. Os brinquedos promovem a inclusão desses pequenos junto aos demais de sua faixa etária, auxiliam no desenvolvimento da coordenação motora e, além de contribuírem para uma vida menos sedentária, acarretam o bem-estar pessoal. A necessária compreensão de que todos estão, sim, inseridos na sociedade.</p>
]]></content>
                                    <category term="Kenny Mendes" />
                        <published>2021-08-01T18:34:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:00:52+00:00</updated>
        </entry>
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            <title><![CDATA[O perigo dorme ao lado]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/coluna/kenny-mendes/2021/07/01/o-perigo-dorme-ao-lado.html" />
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                <name><![CDATA[Kenny Mendes]]></name>
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            <summary type="html">
                <![CDATA[Kenny Mendes - Deputado estadual pelo Progressistas]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>O caso de Henry Borel, de apenas quatro anos, chocou o Brasil.  A criança faleceu após ser submetida a uma sessão de tortura, ação da qual – segundo aponta a investigação – vinha sendo vítima constante pelas mãos do padrasto, um vereador do Rio de Janeiro. E há um agravante: tudo indica que a mãe do menino tinha ciência dos atos de violência, mas, mesmo assim, nada fez.<br />
 <br />
Engana-se quem acha que o episódio Henry é algo isolado. Um estudo da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) revela que 2.083 crianças de até quatro anos morreram em virtude de agressões sofridas no país na última década. Os dados constam do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, do período de 2010 a agosto de 2020.<br />
 <br />
De acordo com o levantamento da SBP, a grande maioria dos crimes (mais de 80%) foi cometida por parentes ou responsáveis. Em outras palavras: a vítima dormia sob o mesmo teto do agressor.<br />
 <br />
Tudo isso só me faz crer ainda mais na importância de uma propositura que apresentei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em março de 2020. O projeto de lei, em análise nas comissões internas da Casa, pretende tornar obrigatório para os condomínios paulistas comunicar às autoridades de segurança a ocorrência ou indícios de violência doméstica – sejam praticada contra mulheres, crianças, adolescentes ou idosos.<br />
 <br />
A matéria estabelece que a denúncia seja encaminhada pelo síndico ou o administrador condominial em até 24 horas após o fato. Placas sobre o teor da lei deverão ser afixadas em pontos comuns do edifício, para o conhecimento de todos os moradores.<br />
 <br />
A medida já foi adotada em alguns estados. Um deles, o Rio de Janeiro. Fico imaginando se a babá de Henry tivesse se amparado nessa legislação e comunicado o que sabia ao condomínio onde a família vivia. Talvez o desfecho da história do menino fosse outra.</p>
]]></content>
                                    <category term="Kenny Mendes" />
                        <published>2021-07-01T14:35:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:00:52+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Todo cuidado continua sendo pouco]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/coluna/kenny-mendes/2021/06/01/todo-cuidado-continua-sendo-pouco.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd7-12a9-71f0-8ecc-9117d117ce7b</id>
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                <name><![CDATA[Kenny Mendes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Kenny Mendes - Deputado estadual e 3º vice-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>No dia 15 de maio, o Brasil registrou a triste marca de 434 mil mortos pelo novo coronavírus – o equivalente a toda população santista. A previsão é de que o país alcance o índice de 500 mil vítimas nos próximos dias. Será como se todos os moradores de Santos e Bertioga (que possui 65 mil habitantes) desaparecessem do mapa.</p>

<p>Estreio minha participação neste espaço falando sobre o advento da pandemia, que tantos estragos nos trouxe. Infelizmente, os perigos continuam aí: há nova variantes do vírus circulando e já se fala numa possível terceira onda da doença.</p>

<p>Não podemos baixar a guarda. Se por um lado o Instituto Butantan corre para regularizar a Butanvac (vacina desenvolvida com insumos brasileiros) e os primeiros lotes da Pfizer chegam ao nosso território, a vacinação ainda é muito lenta: pouco mais de 10% da população brasileira teve acesso à segunda dose da imunização. Algo preocupante.</p>

<p>Enquanto isso, a ocupação dos hospitais por pacientes com a Covid-19 segue em alta. Tomando como exemplo Santos, principal cidade da Baixada Santista, a taxa nos leitos do SUS subiu de 56% para 61% entre abril e maio – na rede particular, passou de 87% para 92%.</p>

<p>Na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) temos nos esforçado para discutir medidas de enfrentamento ao vírus. No início do mês passado, aprovamos em tempo recorde o Bolsa do Povo, projeto recém-sancionado pelo Governo do Estado, que vai pagar até R$ 500 mil para pessoas em situação de vulnerabilidade social.</p>

<p>Falando sobre ações do meu gabinete nesse sentido, conseguimos viabilizar mais de R$ 10 milhões em emendas em 2020 para auxiliar as prefeituras da região no combate à doença, além de 155 respiradores hospitalares. Também garantimos R$ 15 milhões no Orçamento do Estado de 2021 para que Guarujá, Cubatão e Bertioga apliquem no enfrentamento à pandemia.</p>

<p>O que o país precisa, urgentemente, é encontrar formas de intensificar a vacinação em massa. Quanto mais pessoas estiverem imunizadas, mais rápida será a possibilidade de uma retomada da economia segura e plena – que não tenha que ser interrompida a cada nova onda.</p>
]]></content>
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                        <published>2021-06-01T12:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:00:52+00:00</updated>
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