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    "title": "BS9 - Carolina Brites",
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            "title": "Aleitamento materno exclusivo reduz em até 55% risco de infecções em bebês",
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            "content_html": "<p>O leite materno fortalece o sistema imunológico, previne doenças respiratórias e gastrointestinais, além de criar um vínculo essencial entre mãe e filho</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Em agosto, o mês é dedicado à conscientização sobre a importância do aleitamento materno, um verdadeiro escudo natural que protege os recém-nascidos contra uma vasta gama de doenças infecciosas, ao mesmo tempo em que fortalece, de forma abrangente, seu sistema imunológico desde os primeiros dias de vida. Conhecido como a “primeira vacina” da criança, o leite materno é capaz de fornecer proteção natural contra diversas doenças infecciosas, fortalecendo o sistema imunológico nos primeiros meses de vida.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Segundo a infectologista pediátrica Dra. Carolina Brites, o leite materno é um alimento completo, rico em componentes fundamentais para a defesa do organismo do bebê. “Ele possui células vivas, proteínas, aminoácidos, enzimas, fatores de crescimento, vitaminas, minerais, anticorpos e ácidos graxos de cadeia longa. Essa combinação única fortalece a imunidade da criança e contribui para uma formação saudável desde os primeiros dias de vida”, explica.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Além desses elementos, o alimento contém fatores bioativos, como a lipase, que auxilia na digestão das gorduras, e moléculas que impulsionam a maturação das células intestinais, contribuindo para a absorção de nutrientes e reduzindo o risco de infecções gastrointestinais.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Uma pesquisa publicada em julho de 2025 pela American Academy of Pediatrics (AAP) mostrou que o aleitamento materno exclusivo pode reduzir em até 55% o risco de infecções respiratórias e gastrointestinais moderadas a graves em crianças, independentemente de fatores como idade materna, escolaridade e histórico de doenças na família. O estudo reforça que a amamentação exclusiva nos primeiros meses de vida oferece proteção significativa contra essas doenças.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Mesmo quando a mãe está doente, a amamentação geralmente pode perdurar. “Em muitos casos, a mãe transmite anticorpos protetores ao bebê durante esse período. Apenas situações específicas, como infecções transmissíveis pelo leite – HIV e HTLV, por exemplo –, exigem a suspensão da amamentação”, alerta a médica.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>A longo prazo, os benefícios são ainda maiores. O leite materno contribui para o desenvolvimento cognitivo, motor, social e de linguagem da criança, além de criar um vínculo afetivo essencial com a mãe. “Durante a amamentação, o olhar, o toque e a conversa entre mãe e bebê já iniciam o processo de socialização da criança”, destaca a infectologista.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Para garantir a qualidade imunológica do leite, é fundamental que a mãe mantenha hábitos saudáveis, com alimentação equilibrada, boa hidratação e prática de atividade física.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>“Amamentar é um ato de amor, de vínculo e, acima de tudo, de prevenção. O leite materno não só nutre, como também protege o bebê de inúmeras doenças, trazendo benefícios duradouros para toda a vida”, conclui a Dra. Carolina Brites.</p>\r\n\r\n<p><br />\r\n </p>\r\n\r\n<p><strong>Sobre Carolina Brites</strong></p>\r\n\r\n<p>Carolina Brites concluiu sua graduação em Medicina na Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES) em 2004. Especializou-se em Pediatria pela Santa Casa de Santos entre 2005 e 2007, onde obteve o Título de Pediatria conferido pela Sociedade Brasileira de Pediatria.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Posteriormente, especializou-se em Infectologia infantil pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e completou uma pós-graduação em Neonatologia pelo IBCMED em 2020. Em 2021, concluiu o mestrado em Ciências Interdisciplinares em Saúde pela UNIFESP.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Atualmente, é professora de Pediatria na UNAERP em Guarujá e na Universidade São Judas em Cubatão. Trabalha em serviço público de saúde na CCDI – SAE Santos e no Hospital Regional de Itanhaém. Além disso, mantém um consultório particular e assiste em sala de parto na Santa Casa de Misericórdia de Santos. Ministra aulas nas instituições de ensino onde é professora.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Carolina Brites CRM-SP: 115624 | RQE: 122965</p>\r\n",
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            "title": "Julho Amarelo alerta para hepatites virais que já atingem mais de 700 mil brasileiros sem diagnóstico",
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            "content_html": "<p>Campanha nacional chama atenção para a prevenção, diagnóstico precoce e vacinação contra doenças silenciosas que podem evoluir para cirrose e câncer de fígado</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Nem sempre o corpo manifesta de forma clara que algo está errado. Algumas doenças agem de maneira silenciosa, avançando lentamente até provocarem danos graves e, muitas vezes, irreversíveis. É com o objetivo de combater esse silêncio perigoso que surgiu o Julho Amarelo, mês de conscientização sobre as hepatites virais — infecções que acometem o fígado e que, se não forem diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para cirrose hepática ou câncer de fígado.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 700 mil pessoas vivem com hepatite C no Brasil, muitas sem saber. Já a hepatite B atinge números igualmente preocupantes: estima-se que uma em cada 30 pessoas no país já teve contato com o vírus. Em escala global, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que cerca de 1,1 milhão de pessoas morrem todos os anos por complicações causadas pelas hepatites virais.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Na faixa etária pediátrica, o cuidado deve ser redobrado. A infectologista pediátrica Carolina Brites explica que os tipos A e E são os mais prevalentes entre as crianças, principalmente por questões relacionadas à falta de saneamento básico. \"Brincar em águas contaminadas ou consumir alimentos sem higiene adequada aumenta muito o risco de contaminação\", alerta. Já entre adolescentes, os tipos B e C preocupam, principalmente em casos de relações sexuais sem proteção ou uso compartilhado de seringas e objetos cortantes.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>A boa notícia é que existem vacinas para prevenir duas das hepatites mais importantes. \"A hepatite B tem vacinação obrigatória desde o nascimento. Já a hepatite A também está disponível no SUS, aplicada aos 15 meses. Quem puder, pode complementar com um esquema de duas doses pagas, aos 12 e 18 meses\", orienta a especialista.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>No entanto, a subnotificação ainda é um dos principais obstáculos no combate às hepatites. Segundo a médica, isso ocorre porque muitas pessoas, inclusive crianças, não apresentam sintomas visíveis. \"Às vezes, o quadro se manifesta apenas como um mal-estar, indisposição ou inapetência. Os sinais mais clássicos, como olhos e pele amarelados, urina escura e dor abdominal, nem sempre aparecem, o que dificulta o diagnóstico\", explica.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Carolina Brites reforça que os pais devem estar atentos à vacinação dos filhos e à qualidade da água e alimentos que consomem, especialmente em regiões com maior risco sanitário. \"A prevenção começa em casa, com cuidados simples, como lavar bem os alimentos, evitar água de procedência duvidosa e respeitar o calendário vacinal\", afirma.</p>\r\n\r\n<p>Para além dos cuidados individuais, o Julho Amarelo também tem o papel de mobilizar a sociedade. \"Muitas vezes só lembramos das doenças quando alguém próximo é afetado. A campanha serve para despertar a consciência coletiva e promover ações preventivas antes que o problema apareça\", diz Carolina.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Em meio a tantos desafios, o Julho Amarelo representa uma oportunidade de ampliar o acesso à informação, incentivar o diagnóstico precoce e reforçar a importância da imunização. Afinal, quando se trata de hepatites virais, ouvir o que o corpo diz — mesmo que em silêncio — pode fazer toda a diferença.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p><strong>Sobre Carolina Brites</strong></p>\r\n\r\n<p>Carolina Brites concluiu sua graduação em Medicina na Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES) em 2004. Especializou-se em Pediatria pela Santa Casa de Santos entre 2005 e 2007, onde obteve o Título de Pediatria conferido pela Sociedade Brasileira de Pediatria.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Posteriormente, especializou-se em Infectologia infantil pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e completou uma pós-graduação em Neonatologia pelo IBCMED em 2020. Em 2021, concluiu o mestrado em Ciências Interdisciplinares em Saúde pela UNIFESP.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Atualmente, é professora de Pediatria na UNAERP em Guarujá e na Universidade São Judas em Cubatão. Trabalha em serviço público de saúde na CCDI – SAE Santos e no Hospital Regional de Itanhaém. Além disso, mantém um consultório particular e assiste em sala de parto na Santa Casa de Misericórdia de Santos. Ministra aulas nas instituições de ensino onde é professora.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Carolina Brites CRM-SP: 115624 | RQE: 122965</p>\r\n",
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            "date_published": "2025-07-04T18:53:00+00:00",
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            "title": "Imunização contra o HPV pode transformar o cenário do câncer de colo do útero",
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            "content_html": "<p>O câncer de colo do útero, uma das principais causas de morte entre mulheres em todo o mundo, tem como principal agente o papilomavírus humano (HPV). Esse vírus é responsável por quase 100% dos casos da doença, que mata cerca de 300 mil mulheres todos os anos. Além disso, o HPV está associado a outros tipos de câncer, como os de ânus, vulva, vagina e garganta, bem como as verrugas genitais.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>A vacinação contra o HPV tem sido apontada como uma das estratégias mais eficazes na prevenção dessas enfermidades. Disponível para homens e mulheres de 9 a 45 anos, a vacina protege contra os subtipos do vírus mais comumente ligados ao desenvolvimento de cânceres e lesões pré-cancerosas. Estudos indicam que a imunização precoce, especialmente antes da exposição ao vírus, pode reduzir significativamente a incidência de casos e salvar vidas.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Para a Dra. Carolina Brites, infectologista pediátrica, a vacinação é um divisor de águas na saúde pública. \"A imunização contra o HPV representa um avanço crucial, pois previne infecções persistentes e cânceres associados ao vírus, garantindo proteção ampla e duradoura. Iniciar a vacinação aos 9 anos é essencial para minimizar riscos e impactos futuros,\" explica.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>O esquema vacinal varia conforme a idade: adolescentes de 9 a 19 anos recebem duas doses, enquanto pessoas acima de 20 anos ou imunodeprimidas necessitam de três doses. No Brasil, a vacina está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninos e meninas de 9 a 14 anos, além de outros grupos prioritários, como vítimas de violência sexual.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Muitos mitos cercam a vacinação, como a falsa ideia de que a imunização pode causar infertilidade, convulsões ou até incentivar a atividade sexual. A Dra. Brites desmente essas inverdades: \"A vacina é segura, amplamente testada e não tem relação com esses problemas. É fundamental disseminar informações corretas para aumentar a confiança e a adesão da população.\"</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Além de prevenir doenças graves, a vacina contra o HPV contribui para reduzir custos no sistema de saúde e desafogar tratamentos oncológicos, ao evitar o desenvolvimento de cânceres. \"A mensagem que deve ser passada é clara: temos uma oportunidade única de prevenir um câncer altamente prevalente e perigoso, sobretudo entre as mulheres. A vacinação é um investimento direto em saúde e qualidade de vida,\" conclui a médica.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Com iniciativas de conscientização e ampliação da cobertura vacinal, o Brasil pode avançar no combate às doenças causadas pelo HPV, protegendo milhões de pessoas e salvando vidas.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p><em><strong>Sobre Carolina Brites</strong></em></p>\r\n\r\n<p>Carolina Brites concluiu sua graduação em Medicina na Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES) em 2004. Especializou-se em Pediatria pela Santa Casa de Santos entre 2005 e 2007, onde obteve o Título de Pediatria conferido pela Sociedade Brasileira de Pediatria.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Posteriormente, especializou-se em Infectologia infantil pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e completou uma pós-graduação em Neonatologia pelo IBCMED em 2020. Em 2021, concluiu o mestrado em Ciências Interdisciplinares em Saúde pela UNIFESP.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Atualmente, é professora de Pediatria na UNAERP em Guarujá e na Universidade São Judas em Cubatão. Trabalha em serviço público de saúde na CCDI – SAE Santos e no Hospital Regional de Itanhaém. Além disso, mantém um consultório particular e assiste em sala de parto na Santa Casa de Misericórdia de Santos. Ministra aulas nas instituições de ensino onde é professora.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Carolina Brites CRM-SP: 115624 | RQE: 122965</p>\r\n",
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            "title": "Onda de calor e aumento de casos acendem alerta contra a dengue em São Paulo",
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            "content_html": "<p>A segunda onda de calor do ano, prevista para os próximos dias, com sensação térmica podendo chegar a 70°C em algumas regiões do Brasil, traz com ela o alerta para a previsão do aumento dos casos de dengue. No estado de São Paulo, o número de casos já apresentou alta significativa nos primeiros 40 dias de 2025, registrando mais de 120 mil infecções, com a morte de uma criança de 11 anos pela doença confirmada.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Segundo a infectologista pediátrica Carolina Brites, \"o mosquito Aedes aegypti é mais frequente em áreas urbanas, onde há aglomeração de pessoas e grande disponibilidade de locais propícios para os depósitos de ovos, que se desenvolvem em águas paradas. Este período sazonal, com aumento de temperatura e chuvas no final do dia, agrava a situação do aumento de casos\".</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Para conter o avanço da dengue, a vacinação foi priorizada e está sendo aplicada na rede pública para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, faixa etária definida pelo Ministério da Saúde como prioritária. \"A vacina tem registros de aplicação e segurança dos 4 aos 60 anos de idade, em duas doses. A orientação é que todos os pais dessa faixa etária vacinem seus filhos e que aqueles que possam ir até clínicas particulares imunizem tanto as crianças quanto os adultos até 60 anos. Quanto mais pessoas imunizadas, menor a propagação da doença e a gravidade dos casos\", pontua a infectologista.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Além da vacinação, é sempre importante lembrar que a principal forma de prevenção é evitar o acúmulo de água parada, onde o mosquito deposita seus ovos. O Ministério da Saúde recomenda diversas medidas como manter caixas d'água tampadas, limpar calhas, guardar pneus em locais cobertos, virar garrafas para baixo, limpar ralos e bandejas de ar-condicionado, e evitar o acúmulo de água em vasos de plantas e outros recipientes. \"A população deve estar atenta e adotar essas medidas rotineiramente, pois o ciclo de reprodução do mosquito é rápido, e pequenas negligências podem resultar em novos focos\", alerta Carolina Brites.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p><strong>Cuidado com as crianças</strong></p>\r\n\r\n<p>Os profissionais de saúde também devem estar atentos aos sintomas da doença, principalmente em crianças. \"Os médicos precisam considerar a dengue no diagnóstico de qualquer paciente com febre e sintomas inespecíficos, principalmente diante do aumento expressivo de casos. O reconhecimento precoce é essencial para um acompanhamento adequado\", destaca a especialista.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Em crianças pequenas, os sinais da doença podem ser diferentes dos adultos. \"As dores podem se manifestar por choro intenso e irritabilidade. Outros sintomas incluem febre alta, manchas vermelhas na pele, dores musculares e nas articulações, dor de cabeça ou atrás dos olhos, além de recusa de alimentos e bebidas, o que pode agravar a desidratação\", explica Carolina Brites.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>\"No final do período febril podem surgir manifestações mais críticas, como vômitos persistentes, dor abdominal intensa, sangramento espontâneo, redução da quantidade de urina, sonolência ou irritação excessivas e extremidades frias. Em alguns casos, a doença pode começar de forma leve e só ser identificada quando o quadro grave já está instalado\", conclui a infectologista.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Diante do cenário de aumento de casos, especialistas reforçam que a conscientização da população e a adoção de medidas preventivas são fundamentais para conter a propagação da dengue.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p><em><strong>Sobre Carolina Brites</strong></em></p>\r\n\r\n<p>Carolina Brites concluiu sua graduação em Medicina na Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES) em 2004. Especializou-se em Pediatria pela Santa Casa de Santos entre 2005 e 2007, onde obteve o Título de Pediatria conferido pela Sociedade Brasileira de Pediatria.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Posteriormente, especializou-se em Infectologia infantil pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e completou uma pós-graduação em Neonatologia pelo IBCMED em 2020. Em 2021, concluiu o mestrado em Ciências Interdisciplinares em Saúde pela UNIFESP.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Atualmente, é professora de Pediatria na UNAERP em Guarujá e na Universidade São Judas em Cubatão. Trabalha em serviço público de saúde na CCDI – SAE Santos e no Hospital Regional de Itanhaém. Além disso, mantém um consultório particular e assiste em sala de parto na Santa Casa de Misericórdia de Santos. Ministra aulas nas instituições de ensino onde é professora.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Carolina Brites CRM-SP: 115624 | RQE: 122965</p>\r\n",
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