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                                <title><![CDATA[BS9 - BS9 - Badra]]></title>
                    
                                <subtitle>Feed de notícias de BS9 - Badra do BS9</subtitle>
                                                    <updated>2026-10-04T00:42:06+00:00</updated>
                        <entry>
            <title><![CDATA[Pesquisa Badra mostra preferência do eleitorado da Baixada Santista]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/10/03/pesquisa-badra-mostra-preferencia-do-eleitorado-da-baixada-santista.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/01a10459-53f0-7136-ae12-de98b06d95ce</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[A população das nove cidades da Baixada Santista também opinou sobre suas preferências para as Eleições 2026. De acordo com o jornalista e consultor em Análise de Dados Maurício Juvenal, a Baixada San...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p dir="ltr">A popula&ccedil;&atilde;o das nove cidades da Baixada Santista tamb&eacute;m opinou sobre suas prefer&ecirc;ncias para as Elei&ccedil;&otilde;es 2026.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">De acordo com o jornalista e consultor em An&aacute;lise de Dados Maur&iacute;cio Juvenal, a Baixada Santista apresenta um cen&aacute;rio de grande quantidade de eleitores que n&atilde;o conseguem citar espontaneamente candidatos que est&atilde;o concorrendo a deputado, em especial, &agrave; Assembleia Legislativa de S&atilde;o Paulo.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">&ldquo;O mais impressionante registrado nesse estudo &eacute; o espa&ccedil;o ainda n&atilde;o ocupado: 40,9% n&atilde;o sabem dizer em quem votar, 25% dizem ningu&eacute;m/nenhum e 2,7% branco/nulo. Enorme parcela dos eleitores n&atilde;o tem candidato definido&rdquo;, destaca em sua an&aacute;lise.</p>
<p dir="ltr">Ele ressalta que nas disputas legislativas, quando a pesquisa versa sobre as escolhas para a C&acirc;mara Federal, o levantamento detecta nomes com grande vantagem de lembran&ccedil;a regional. No caso da mem&oacute;ria coletiva sobre deputados estaduais, o eleitorado &eacute; amplamente disperso, com candidatos disputando parcelas pequenas da popula&ccedil;&atilde;o, deixando a disputa muito mais aberta.</p>
<p dir="ltr">Maur&iacute;cio Juvenal tamb&eacute;m &eacute; mestre em Letras e mestrando em Ci&ecirc;ncias Pol&iacute;ticas e Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais pelo IDP-Bras&iacute;lia.</p>
<p><strong><br><br></strong></p>
<h2 dir="ltr">Baixada Santista: Badra Pesquisas d&aacute; voz mais uma vez aos moradores-eleitores</h2>
<p dir="ltr">A disputa ao Pal&aacute;cio dos Bandeirantes tem dados significativos, de acordo com o levantamento Badra: ao serem questionados de forma espont&acirc;nea em quem votar&atilde;o para Governador do Estado, o eleitorado das nove cidades apontam Tarc&iacute;sio, atual governador em busca da reelei&ccedil;&atilde;o, com 40,5% das prefer&ecirc;ncias. Fernando Haddad aparece na sequ&ecirc;ncia, com 17,7%.</p>
<p dir="ltr">Isso mostra que o atual gestor estadual est&aacute; presente na lembran&ccedil;a da popula&ccedil;&atilde;o do litoral paulista. Por&eacute;m, vale a aten&ccedil;&atilde;o aos dados complementares, que mostram que h&aacute; uma parcela significativa que n&atilde;o soube indicar, de forma espont&acirc;nea, um candidato.</p>
<p dir="ltr">De acordo com a Badra, Ningu&eacute;m/Nenhum registra 18,2%. Branco/Nulo 1,5% e N&atilde;o soube dizer totaliza 20,5%.</p>
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
<p dir="ltr">Quando h&aacute; o est&iacute;mulo, com a apresenta&ccedil;&atilde;o do disco de op&ccedil;&otilde;es, os eleitores d&atilde;o 55,4% das inten&ccedil;&otilde;es a Tarc&iacute;sio, que &eacute; seguido por Fernando Haddad (29,8%), Vera Lucia (1,1%) e Carlos Machado (0,8%). As candidatas Vivian Mendes e Izadora Dias atingem 0,2% cada.</p>
<p dir="ltr">Neste cen&aacute;rio estimulado, Ningu&eacute;m/Nenhum chega a 8,0%. Branco/Nulo 1,7% e N&atilde;o soube dizer totaliza 2,8%.</p>
<p><strong><br><br><br></strong></p>
<h3 dir="ltr">E em um cen&aacute;rio de segundo turno, o que o litoral diz?</h3>
<p dir="ltr">Na hip&oacute;tese de segundo turno, Tarc&iacute;sio tem 59,3% das inten&ccedil;&otilde;es de voto e Fernando Haddad, 30,2%.</p>
<p dir="ltr">De acordo com a Badra, neste cen&aacute;rio Ningu&eacute;m/Nenhum registra 7,5%. Branco/Nulo 2,2% e N&atilde;o soube dizer totaliza 0,8%.</p>
<p><strong><br><br></strong></p>
<h2 dir="ltr">Como votam os eleitores da Baixada Santista para as duas vagas ao Senado?</h2>
<p dir="ltr">Quando o assunto &eacute; a disputa pelas duas vagas no Senado, de forma espont&acirc;nea, Guilherme Derrite lidera, com 15,3% das inten&ccedil;&otilde;es.</p>
<p dir="ltr">Marina Silva e Simone Tebet s&atilde;o lembradas com &iacute;ndices de 6,0% e 5,3%, respectivamente.</p>
<p dir="ltr">Na quarta posi&ccedil;&atilde;o da pesquisa surge Andr&eacute; do Prado, com 4,9% das inten&ccedil;&otilde;es. Os demais nomes citados podem ser checados no caderno presente no site badrapesquisas.com.br</p>
<p dir="ltr">Nessa pergunta espont&acirc;nea, Ningu&eacute;m/Nenhum registra 28,0%. Branco/Nulo 1,5% e N&atilde;o soube dizer totaliza 35,1%.</p>
<p><strong><br><br></strong></p>
<h3 dir="ltr">Primeiro voto para Senador: Derrite lidera na Baixada Santista</h3>
<p dir="ltr">Guilherme Derrite &eacute; a escolha de 23,5% dos eleitores da Baixada Santista e lidera a inten&ccedil;&atilde;o de voto para a primeira escolha para Senador. Marina Silva aparece em segunda coloca&ccedil;&atilde;o, com 13,2%, seguida por Andr&eacute; do Prado, com 11,5% e Simone Tebet, com 9,5%.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Salles e Geraldo Rufino s&atilde;o a escolha de 1,5%, cada. Willian Teixeira atinge 1,2%, seguido por Soninha Francine (1,1%), Dra. Eliana Ferreira (1,0%), Marcio Alves (0,8%) e Ma&iacute;ra de Souza (0,6%).&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Guto Schiavetto apresenta 0,5%, seguido por Ednelson Cesaretti com 0,3%. Os candidatos&nbsp; Weller Gon&ccedil;alves e Peter Maahas pontuaram a pesquisa com 0,1%.</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum atinge 21,0%. Branco/Nulo 1,2% e N&atilde;o soube dizer totaliza 11,4%.<strong><br><br></strong></p>
<p dir="ltr">&nbsp;</p>
<h3 dir="ltr">Segundo voto para o Senado: Andr&eacute; do Prado conquista relev&acirc;ncia no litoral</h3>
<p dir="ltr">Quando questionados sobre a escolha do segundo voto para o Senado, os moradores-eleitores do litoral colocam Andr&eacute; do Prado na lideran&ccedil;a, com 12,2% dos apontamentos, seguido por Guilherme Derrite, com 11,0% e Simone Tebet, com 10,5%. Na quarta posi&ccedil;&atilde;o aparece Marina Silva, com 9,1%, seguida por Geraldo Rufino, com 2,5%; Salles tem 1,5%; Dra. Eliana Ferreira aparece com 1,5% e Soninha Francine 1,4%.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Na sequ&ecirc;ncia, com 1,0%, aparece o candidato Willian Teixeira, seguido por Ma&iacute;ra de Souza e Marcio Alves, com 0,8% cada.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Peter Maahas, Ednelson Cesaretti e Guto Schiavetto obt&ecirc;m 0,5% das inten&ccedil;&otilde;es cada, seguidos por Weller Gon&ccedil;alves, com 0,3%.</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum registra 23,7%. Branco/Nulo 2,4% e N&atilde;o soube dizer totaliza 19,8%.</p>
<p><strong><br><br><br></strong></p>
<h3 dir="ltr">Veja como fica o cen&aacute;rio para o Senado de SP de acordo com o eleitorado do litoral</h3>
<p dir="ltr">Somando as inten&ccedil;&otilde;es de voto nos dois cen&aacute;rios, Guilherme Derrite e Andr&eacute; do Prado lideram as inten&ccedil;&otilde;es de voto, com 34,5% e 23,7%, respectivamente.</p>
<p dir="ltr">Na sequ&ecirc;ncia aparecem Marina Silva e Simone Tebet, com 22,3% e 20,0%, respectivamente.</p>
<p dir="ltr">Geraldo Rufino surge com 4,0%, seguido por Salles, com 3,0% das inten&ccedil;&otilde;es.</p>
<p dir="ltr">Dra. Eliana Ferreira e Soninha Francine apresentam 2,5% cada e s&atilde;o seguidas por Willian Teixeira, com 2,2%.</p>
<p dir="ltr">Marcio Alves tem 1,6%, seguido por Ma&iacute;ra de Souza, com 1,4% e Guto Schiavetto tem 1,0%. Fecham o levantamento para o Senado Ednelson Cesaretti, com 0,8%, Peter Maahas com 0,6% e Weller Gon&ccedil;alves apresenta 0,4% das inten&ccedil;&otilde;es de voto.</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum registra 44,7%. Branco/Nulo 3,6% e N&atilde;o soube dizer totaliza 31,2%.</p>
<p><strong><br><br><br></strong></p>
<h2 dir="ltr">As prefer&ecirc;ncias para a C&acirc;mara Federal e Assembleia Legislativa</h2>
<p dir="ltr">Os moradores-eleitores tamb&eacute;m foram consultados sobre suas prefer&ecirc;ncias para a C&acirc;mara Federal, onde o questionamento ocorre de forma espont&acirc;nea.</p>
<p dir="ltr">O analista de dados Maur&iacute;cio Juvenal explica que n&atilde;o &eacute; tradicional que ocorram pesquisas para as casas legislativas, por isso &eacute; comum que candidatos de outros estados surjam na mem&oacute;ria do eleitorado de outros locais, como foi registrado na pesquisa realizada pela Badra na Baixada Santista.</p>
<p dir="ltr">Paulo Alexandre Barbosa lidera a prefer&ecirc;ncia do eleitorado do litoral, com 9,5%. Na segunda posi&ccedil;&atilde;o aparece Rosana Valle, com 7,1% das escolhas, de acordo com o levantamento.</p>
<p dir="ltr">Nikolas Ferreira, que &eacute; candidato por Minas Gerais, furou a bolha e &eacute; lembrado pelo eleitorado do litoral paulista com 1,7%.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Renato Bolsonaro aparece em quarta posi&ccedil;&atilde;o do levantamento, com 1,5% das inten&ccedil;&otilde;es, seguido por Erika Hilton, com 1,2% e Cassio Navarro, com 1,0%.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Os demais nomes citados podem ser conferidos no caderno de pesquisas dispon&iacute;vel em <a href="badrapesquisas.com.br">badrapesquisas.com.br</a></p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum registra 25,2%. Branco/Nulo 2,1% e N&atilde;o soube dizer totaliza 38,3%.</p>
<p><strong><br><br></strong></p>
<p dir="ltr">Quando o assunto &eacute; a disputa dos deputados estaduais, o cen&aacute;rio espont&acirc;neo registrado pela Badra Pesquisas &eacute; o seguinte: Solange Freitas lidera com 3,5% das inten&ccedil;&otilde;es de voto, seguida por Caio Fran&ccedil;a, com 3,3%, Tiago Peretto, 3,2% e Tenente Coimbra, com 2,0%.</p>
<p dir="ltr">Eduarda Campopiano chega a 1,5%, seguida por Lucas Mour&atilde;o, com 1,3%. Os demais nomes citados podem ser conferidos no caderno dispon&iacute;vel em badrapesquisas.com.br</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum atinge 25,0%. Branco/Nulo 2,7% e N&atilde;o soube dizer totaliza 40,9%.</p>
<p><strong><br><br><br></strong></p>
<h2 dir="ltr">Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica: tend&ecirc;ncia maior &agrave; direita</h2>
<p dir="ltr">A Badra Pesquisas tamb&eacute;m consultou o eleitorado sobre a prefer&ecirc;ncia para comandar o Brasil nos pr&oacute;ximos anos. No cen&aacute;rio espont&acirc;neo, Flavio Bolsonaro &eacute; o nome mais lembrado, com 35,1%. Lula aparece na segunda posi&ccedil;&atilde;o, com 23,9%.</p>
<p dir="ltr">Escritor Augusto Cury surge com 3,0%. Ronaldo Caiado surge com 1,1% e Renan Santos com 1,0%.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Os demais nomes est&atilde;o no compilado de dados, presente no site da Badra Pesquisas.</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum atinge 18,9%. Branco/Nulo 1,9% e N&atilde;o soube dizer totaliza 11,7%.</p>
<p><strong><br><br></strong></p>
<p dir="ltr">No cen&aacute;rio estimulado, Flavio Bolsonaro atinge 44,7%. Lula tem 35,2% das inten&ccedil;&otilde;es de voto.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Na sequ&ecirc;ncia aparece o Escritor Augusto Cury, com 6,0%, seguido por Ronaldo Caiado e Renan Santos, com 2,2% cada.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Zema tem 0,9%, seguido por Hertz Dias, que contabiliza 0,3% e Samara Martins chega a 0,2%.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Os candidatos Edmilson Costa, Leonardo Avalanche, Clariana Bar&atilde;o e Rui Costa Pimenta t&ecirc;m 0,1% cada. Veterin&aacute;rio Wilson Grassi n&atilde;o pontuou.</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum bate 4,0%. Branco/Nulo 1,5% e N&atilde;o soube dizer totaliza 2,4%.</p>
<p><strong><br><br></strong></p>
<h2 dir="ltr">Segundo turno no foco do eleitorado</h2>
<p dir="ltr">Quando questionados sobre quem votar&atilde;o num poss&iacute;vel cen&aacute;rio de segundo turno na disputa pela Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, os eleitores citam Flavio Bolsonaro com maior inten&ccedil;&atilde;o de voto, atingindo 52,0% das prefer&ecirc;ncias. Lula atinge 36,0% das escolhas.</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum chega a 5,5%. Branco/Nulo 4,0% e N&atilde;o soube dizer atinge 2,5%.</p>
<h3><strong><br><br><br></strong>Quem pesquisa, sabe!</h3>
<p dir="ltr">As entrevistas foram realizadas de 28 de setembro a 1&ordm; de outubro de 2026, em nove munic&iacute;pios do litoral de S&atilde;o Paulo. O p&uacute;blico-alvo s&atilde;o moradores-eleitores com 16 anos ou mais. Foram ouvidas 1.500 pessoas, com cotas proporcionais de acordo com o plano amostral (g&ecirc;nero, faixa et&aacute;ria, escolaridade e renda familiar).</p>
<p dir="ltr">A margem de erro &eacute; de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confian&ccedil;a &eacute; de 95%.</p>
<p dir="ltr">Os levantamentos est&atilde;o registrados no sistema PesqEle, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob os n&uacute;meros SP-02669/2026 e BR-08474/2026.</p>
<p dir="ltr">O caderno de pesquisa completo pode ser baixado no site: <a href="badrapesquisas.com.br">badrapesquisas.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-10-03T09:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-10-04T00:38:45+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Pesquisa Badra aponta preferência do eleitorado paulista]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/10/03/pesquisa-badra-aponta-preferencia-do-eleitorado-paulista.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/01a1003a-3b6d-712e-85f9-bf57e614dfb3</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Equipes de pesquisadores da Badra Pesquisas visitaram dezenas de cidades do Estado de São Paulo para ouvir a população sobre suas preferências de voto nas Eleições de 2026. De acordo com o jornalista...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p dir="ltr">Equipes de pesquisadores da Badra Pesquisas visitaram dezenas de cidades do Estado de S&atilde;o Paulo para ouvir a popula&ccedil;&atilde;o sobre suas prefer&ecirc;ncias de voto nas Elei&ccedil;&otilde;es de 2026.</p>
<p dir="ltr">De acordo com o jornalista e consultor em An&aacute;lise de Dados Maur&iacute;cio Juvenal, S&atilde;o Paulo chega aos &uacute;ltimos dias da campanha eleitoral de 2026 carregando o peso que historicamente lhe pertence - o de ser o maior col&eacute;gio eleitoral do pa&iacute;s.</p>
<p dir="ltr">&ldquo;S&atilde;o 34,1 milh&otilde;es de eleitores, equivalentes a 21,48% de todo o eleitorado do pa&iacute;s. Em termos simples: pouco mais de um em cada cinco brasileiros aptos a votar est&aacute; em S&atilde;o Paulo&rdquo;, destaca em sua an&aacute;lise.</p>
<p dir="ltr">Ele pontua que o levantamento da Badra Pesquisas &eacute; uma fotografia das prefer&ecirc;ncias eleitorais da popula&ccedil;&atilde;o da Capital, Regi&atilde;o Metropolitana, litoral e cidades representativas do interior paulista.</p>
<p dir="ltr">Juvenal tamb&eacute;m &eacute; mestre em Letras e mestrando em Ci&ecirc;ncias Pol&iacute;ticas e Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais pelo IDP-Bras&iacute;lia.</p>
<p dir="ltr"><strong><br><br></strong></p>
<h2 dir="ltr">Governo de SP: Badra Pesquisas mostra a escolha da popula&ccedil;&atilde;o</h2>
<p dir="ltr">Tarc&iacute;sio est&aacute; na mente da popula&ccedil;&atilde;o de S&atilde;o Paulo consultada pela Badra Pesquisas. Quando perguntados de forma espont&acirc;nea, o atual governador &eacute; citado por 48,2% dos entrevistados. Fernando Haddad aparece na sequ&ecirc;ncia, sendo a escolha de 24,3% dos moradores-eleitores.</p>
<p dir="ltr">Na pergunta estimulada, onde &eacute; apresentado um disco com os nomes dos candidatos, a popula&ccedil;&atilde;o d&aacute; a Tarc&iacute;sio 60,1% das inten&ccedil;&otilde;es de voto. Fernando Haddad aparece com 32,1%. Na sequ&ecirc;ncia, Vera L&uacute;cia &eacute; a escolha de 1,4% do eleitorado, seguida por Carlos Machado, com 1,3%; Vivian Mendes tem 0,4% e Izadora Dias obt&eacute;m 0,3% das inten&ccedil;&otilde;es.</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum apresenta 2,3%. Branco/Nulo 1,3% e N&atilde;o soube dizer totaliza 0,8%.</p>
<p dir="ltr"><strong><br><br></strong></p>
<h3 dir="ltr">Segundo turno em S&atilde;o Paulo, o que dizem os n&uacute;meros</h3>
<p dir="ltr">Na hip&oacute;tese de segundo turno, Tarc&iacute;sio tem 61,6% das inten&ccedil;&otilde;es de voto e Fernando Haddad, 33,8%.</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum registra 2,2%. Branco/Nulo 1,6% e N&atilde;o soube dizer totaliza 0,8%.</p>
<p dir="ltr"><strong><br><br></strong></p>
<h2 dir="ltr">As escolhas para os senadores</h2>
<p dir="ltr">Quando o assunto &eacute; a disputa pelas duas vagas no Senado, de forma espont&acirc;nea, Guilherme Derrite, Simone Tebet, Marina Silva e Andr&eacute; do Prado s&atilde;o os quatro nomes mais lembrados. Os candidatos t&ecirc;m 19,8%, 12,4%, 11,3% e 7,7%, respectivamente.</p>
<p dir="ltr">Nessa pergunta espont&acirc;nea, Ningu&eacute;m/Nenhum registra 7,6%. Branco/Nulo 2,2% e N&atilde;o soube dizer totaliza 33,7%.</p>
<p dir="ltr"><strong><br><br></strong></p>
<h3 dir="ltr">Primeiro voto para Senador: Derrite lidera</h3>
<p dir="ltr">Guilherme Derrite &eacute; a escolha de 24,6% e lidera a inten&ccedil;&atilde;o de voto para a primeira escolha para Senador. Marina Silva aparece em segunda coloca&ccedil;&atilde;o, com 19,9%, seguida por Andr&eacute; do Prado com 18,2% e Simone Tebet, com 14,9%. Salles &eacute; a escolha de 1,8% nas entrevistas, seguido por Geraldo Rufino e Willian Teixeira, ambos com 1,6% cada; Dra. Eliana Ferreira tem 1,4%, seguida por Marcio Alves com 1,1%, Soninha Francine e Ma&iacute;ra de Souza, com 0,8% das inten&ccedil;&otilde;es cada uma. Guto Schiavetto apresenta 0,5%, seguido por Ednelson Cesaretti com 0,3%, Weller Gon&ccedil;alves 0,1% e Peter Maahas n&atilde;o pontuou.</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum atinge 6,5%. Branco/Nulo 2,7% e N&atilde;o soube dizer totaliza 3,2%.</p>
<p dir="ltr"><strong><br><br><br></strong></p>
<h3 dir="ltr">Segundo voto para o Senado: Andr&eacute; do Prado desponta</h3>
<p dir="ltr">Quando questionados sobre a escolha do segundo voto para o Senado, os moradores-eleitores colocam Andr&eacute; do Prado na lideran&ccedil;a, com 21,6% dos apontamentos, seguido por Guilherme Derrite, com 16,7% e Simone Tebet, com 16,5%. Na quarta posi&ccedil;&atilde;o aparece Marina Silva, com 11,5%, seguida por Geraldo Rufino, com 2,0%; Salles tem 1,8%; Dra. Eliana Ferreira aparece com 1,3% e Soninha Francine 1,2%.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Na sequ&ecirc;ncia, com 1,0%, aparece o candidato Willian Teixeira, seguido por Ma&iacute;ra de Souza, com 0,9% e Marcio Alves, com 0,7%. Peter Maahas aparece com 0,5%, seguido por Ednelson Cesaretti com 0,3% e fecham o levantamento Guto Schiavetto e Weller Gon&ccedil;alves, ambos com 0,2% cada.</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum registra 7,7%. Branco/Nulo 3,4% e N&atilde;o soube dizer totaliza 12,4%.<strong><br><br></strong></p>
<h2 dir="ltr">Na totaliza&ccedil;&atilde;o, veja como fica o cen&aacute;rio para o Senado de SP</h2>
<p dir="ltr">Somando as inten&ccedil;&otilde;es de voto nos dois cen&aacute;rios, Guilherme Derrite e Andr&eacute; do Prado lideram as inten&ccedil;&otilde;es de voto, com 41,3% e 39,8%, respectivamente.</p>
<p dir="ltr">Na sequ&ecirc;ncia aparecem Marina Silva e Simone Tebet, com 31,4% de inten&ccedil;&atilde;o de voto cada. Salles e Geraldo Rufino surgem com 3,6% cada; Dra. Eliana Ferreira apresenta 2,7%, seguida por Willian Teixeira, com 2,6% e Soninha Francine atrai a aten&ccedil;&atilde;o de 2,0% do eleitorado.</p>
<p dir="ltr">Marcio Alves tem 1,8%, seguido por Ma&iacute;ra de Souza, com 1,7% e Guto Schiavetto tem 0,7%. Fecham o levantamento para o Senado Ednelson Cesaretti, com 0,6%, Peter Maahas com 0,5% e Weller Gon&ccedil;alves apresenta 0,3% das inten&ccedil;&otilde;es de voto.</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum registra 14,2%. Branco/Nulo 6,1% e N&atilde;o soube dizer totaliza 15,6%.<strong><br><br></strong></p>
<h2 dir="ltr">As prefer&ecirc;ncias para a C&acirc;mara Federal e Assembleia Legislativa</h2>
<p dir="ltr">Os moradores-eleitores tamb&eacute;m foram consultados sobre suas prefer&ecirc;ncias para a C&acirc;mara Federal, onde o questionamento ocorre de forma espont&acirc;nea.</p>
<p dir="ltr">O analista de dados Maur&iacute;cio Juvenal explica que n&atilde;o &eacute; tradicional a realiza&ccedil;&atilde;o de pesquisas para as casas legislativas, por isso &eacute; comum que candidatos de outros estados surjam na mem&oacute;ria do eleitorado de outros locais, como foi registrado na pesquisa realizada pela Badra em S&atilde;o Paulo.</p>
<p dir="ltr">Lucas Pavanato &eacute; o candidato mais lembrado, com 3,4%, seguido por Erika Hilton, com 2,9% e Nikolas Ferreira, com 1,8% (mesmo sendo candidato em Minas Gerais).&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Na sequ&ecirc;ncia, o levantamento aponta Renato Bolsonaro (1,4%), Ana Carolina Oliveira (0,9%), Paulo Serra (0,8%), Marcio Alvino, Sirlange Manga e Paulo Alexandre Barbosa (todos os tr&ecirc;s com 0,7% cada).</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum registra 14,0%. Branco/Nulo 4,7% e N&atilde;o soube dizer totaliza 38,5%.</p>
<p dir="ltr"><strong><br><br></strong></p>
<p dir="ltr">Quando o assunto &eacute; a disputa dos deputados estaduais, o cen&aacute;rio espont&acirc;neo registrado pela Badra Pesquisas &eacute; o seguinte: Eduarda Campopiano lidera com 2,0% das inten&ccedil;&otilde;es de voto, seguida por Ana Carolina Serra, com 1,3%, Eduardo Suplicy, 1,0% e Solange Freitas, com 0,9%. Regina Nunes, Marcio da Farmacia, Caio Fran&ccedil;a, George Hato e Sofia Favero aparecem com 0,6% cada.</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum atinge 15,8%. Branco/Nulo 5,2% e N&atilde;o soube dizer totaliza 47,2%.</p>
<p dir="ltr">A tabela completa est&aacute; dispon&iacute;vel nos respectivos cadernos de pesquisa em&nbsp;<a href="badrapesquisas.com.br">badrapesquisas.com.br</a></p>
<p dir="ltr">&nbsp;</p>
<p dir="ltr">&nbsp;</p>
<h2 dir="ltr">Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica: cen&aacute;rio polarizado</h2>
<p dir="ltr">A Badra Pesquisas tamb&eacute;m consultou o eleitorado sobre a prefer&ecirc;ncia para comandar o Brasil pelos pr&oacute;ximos quatro anos. No cen&aacute;rio espont&acirc;neo, Flavio Bolsonaro &eacute; o nome mais lembrado, com 40,3%. Lula aparece na segunda posi&ccedil;&atilde;o, com 37,6%, praticamente empate t&eacute;cnico, considerando a margem de erro.</p>
<p dir="ltr">Escritor Augusto Cury surge com 2,4%, seguido por Ronaldo Caiado, com 2,0% e Renan Santos com 2,0%. Zema tem 0,5%, Samara apresenta 0,2% e Rui Costa Pimenta tem 0,1% das inten&ccedil;&otilde;es de voto.</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum atinge 3,6%. Branco/Nulo 1,9% e N&atilde;o soube dizer totaliza 9,3%.</p>
<p dir="ltr"><strong><br><br></strong></p>
<p dir="ltr">No cen&aacute;rio estimulado, Flavio Bolsonaro atinge 44,9%. Lula tem 41,1% das inten&ccedil;&otilde;es de voto. Na sequ&ecirc;ncia aparece o Escritor Augusto Cury, com 4,1%, seguido por Renan Santos e Ronaldo Caiado, com 2,4% cada. Zema tem 0,9% e Samara Martins chega a 0,5%. Os candidatos Edmilson Costa, Hertz Dias, Leonardo Avalanche, Clariana Bar&atilde;o e Rui Costa Pimenta t&ecirc;m 0,1% cada. Veterin&aacute;rio Wilson Grassi n&atilde;o pontuou.</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum bate 1,2%. Branco/Nulo 1,7% e N&atilde;o soube dizer totaliza 0,4%.</p>
<p dir="ltr"><strong><br><br></strong></p>
<h3 dir="ltr">Segundo turno no foco do eleitorado</h3>
<p dir="ltr">Quando questionados sobre quem votar&atilde;o num poss&iacute;vel cen&aacute;rio de segundo turno na disputa pela Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, os eleitores citam Flavio Bolsonaro com maior inten&ccedil;&atilde;o de voto, atingindo 50,3% das prefer&ecirc;ncias. Lula apresenta 43,5% das escolhas.</p>
<p dir="ltr">Ningu&eacute;m/Nenhum chega a 2,1%. Branco/Nulo 3,4% e N&atilde;o soube dizer atinge 0,6%.</p>
<p dir="ltr"><strong><br><br></strong></p>
<h3 dir="ltr">Quem pesquisa, sabe!</h3>
<p dir="ltr">As entrevistas foram realizadas de 28 de setembro a 1&ordm; de outubro de 2026, em 56 diferentes munic&iacute;pios do Estado de S&atilde;o Paulo. O p&uacute;blico-alvo s&atilde;o moradores-eleitores com 16 anos ou mais. Foram ouvidas 2.500 pessoas, com cotas proporcionais de acordo com o plano amostral (g&ecirc;nero, faixa et&aacute;ria, escolaridade e renda familiar).</p>
<p dir="ltr">A margem de erro &eacute; de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confian&ccedil;a &eacute; de 95%.</p>
<p dir="ltr">Os levantamentos est&atilde;o registrados no sistema PesqEle, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob os n&uacute;meros SP-01142/2026 e BR-09999/2026.</p>
<p dir="ltr">O caderno de pesquisa completo pode ser baixado no site:&nbsp;<a href="badrapesquisas.com.br,">badrapesquisas.com.br</a></p>]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-10-03T05:15:00+00:00</published>
            <updated>2026-10-04T00:42:06+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Paulo Alexandre e Rosana lideram lembrança para federal na Baixada, mas eleição proporcional exige outra leitura]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/09/14/paulo-alexandre-e-rosana-lideram-lembranca-para-federal-na-baixada-mas-eleicao-proporcional-exige-outra-leitura.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/01a09dbf-8f3c-70be-bed6-447fde295bee</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Pedro Juvenal]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Quando o eleitor responde espontaneamente em quem pretende votar para deputado federal, ele oferece uma informação diferente daquela captada numa pesquisa para presidente ou governador. Mais do que an...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal">Quando o eleitor responde espontaneamente em quem pretende votar para deputado federal, ele oferece uma informa&ccedil;&atilde;o diferente daquela captada numa pesquisa para presidente ou governador. Mais do que antecipar quem ser&aacute; eleito, revela quais nomes j&aacute; conseguiram ocupar espa&ccedil;o em sua mem&oacute;ria antes mesmo de qualquer lista ser apresentada.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">&Eacute; sob essa perspectiva que devem ser lidos os n&uacute;meros da mais recente pesquisa Badra realizada em cinco munic&iacute;pios da Baixada Santista. Paulo Alexandre Barbosa aparece com 10,6% das cita&ccedil;&otilde;es espont&acirc;neas e Rosana Valle com 6,4%. Bem atr&aacute;s v&ecirc;m Jefferson Cezarolli, com 1,5%; Nikolas Ferreira, 1,3%; Erika Hilton, 1,1%; e C&aacute;ssio Navarro, tamb&eacute;m na faixa de 1%.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">H&aacute; dois cuidados indispens&aacute;veis. O primeiro &eacute; geogr&aacute;fico: a pesquisa ouviu eleitores de Santos, S&atilde;o Vicente, Guaruj&aacute;, Praia Grande e Cubat&atilde;o, e n&atilde;o do Estado de S&atilde;o Paulo inteiro. O segundo &eacute; pr&oacute;prio do sistema proporcional. Deputado federal n&atilde;o &eacute; eleito simplesmente porque ficou entre os 70 candidatos individualmente mais votados. A distribui&ccedil;&atilde;o das cadeiras depende tamb&eacute;m do desempenho do partido ou federa&ccedil;&atilde;o, dos quocientes eleitoral e partid&aacute;rio e das regras de preenchimento das vagas.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Por isso, o levantamento n&atilde;o deve ser entendido como uma &ldquo;pesquisa de quem ser&aacute; eleito&rdquo;. Ele mede, sobretudo, lembran&ccedil;a espont&acirc;nea, presen&ccedil;a eleitoral e densidade pol&iacute;tica regional.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><strong>DESEMPENHO EXPRESSIVO</strong></p>
<p class="MsoNormal">Nesse aspecto, o desempenho de Paulo Alexandre Barbosa &eacute; expressivo. Seus 10,6% significam que aproximadamente um em cada dez eleitores entrevistados cita espontaneamente seu nome em uma disputa na qual dezenas de candidaturas concorrem simultaneamente. E isso ocorre em um cen&aacute;rio em que 40,2% ainda n&atilde;o sabem dizer em quem votar e 28,3% respondem ningu&eacute;m ou nenhum.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Os cruzamentos refor&ccedil;am a capilaridade regional do ex-prefeito de Santos. Paulo Alexandre registra 10,1% entre mulheres e 11,3% entre homens. Oscila pouco entre as faixas et&aacute;rias e alcan&ccedil;a 12,2% entre os eleitores com 60 anos ou mais. Chega ainda a 12,8% entre aqueles com ensino superior e a 13,4% entre cat&oacute;licos.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">N&atilde;o se trata de um nome testado pela primeira vez em elei&ccedil;&atilde;o estadual. Em 2022, Paulo Alexandre foi eleito deputado federal por S&atilde;o Paulo com 170.378 votos, distribu&iacute;dos pelos 645 munic&iacute;pios paulistas, segundo dados eleitorais compilados a partir do TSE. Antes disso, havia sido eleito deputado estadual em 2010 e prefeito de Santos em 2012 e 2016. A pesquisa sugere, portanto, que a passagem para uma elei&ccedil;&atilde;o estadualizada n&atilde;o diluiu seu principal patrim&ocirc;nio eleitoral, ou seja, a lembran&ccedil;a muito elevada na regi&atilde;o em que construiu sua trajet&oacute;ria.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">A situa&ccedil;&atilde;o de Rosana Valle &eacute; semelhante em um ponto e diferente em outro. Com 6,4%, ela est&aacute; isoladamente na segunda posi&ccedil;&atilde;o da Badra e tamb&eacute;m apresenta um recall muito acima do restante do campo. Mas seu perfil &eacute; mais marcado pela idade. Rosana tem apenas 2,5% entre eleitores de 16 a 24 anos, passa para 4,5% entre 25 e 44, chega a 6,1% entre 45 e 59 e alcan&ccedil;a expressivos 10,8% entre os eleitores com 60 anos ou mais. Entre aqueles com ensino superior, marca 10%.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Sua trajet&oacute;ria eleitoral ajuda a explicar esse grau de reconhecimento. Eleita pela primeira vez deputada federal em 2018 (e por um partido de esquerda, o PSB) com 106.100 votos, Rosana praticamente dobrou sua vota&ccedil;&atilde;o quatro anos depois.&nbsp;<span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp;</span>Alcan&ccedil;ou, surfando a onda bolsonarista, 216.437 votos em 2022, crescimento superior a 100%, e conquistou o segundo mandato. A vota&ccedil;&atilde;o de 2022 veio de 436 munic&iacute;pios paulistas, embora fortemente ancorada na Baixada Santista.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Isso torna particularmente interessante a compara&ccedil;&atilde;o entre os dois primeiros. Paulo Alexandre est&aacute; &agrave; frente na lembran&ccedil;a regional atual, mas Rosana chegou &agrave; elei&ccedil;&atilde;o passada com vota&ccedil;&atilde;o estadual maior: 216,4 mil votos contra 170,3 mil de Paulo. A pesquisa Badra n&atilde;o permite concluir que essa ordem se inverter&aacute; em outubro. Permite dizer algo diferente: neste momento, na Baixada, Paulo Alexandre ocupa maior espa&ccedil;o espont&acirc;neo na mem&oacute;ria eleitoral.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><strong>DOIS N&Iacute;VEIS DE DISPUTA</strong></p>
<p class="MsoNormal">Depois dos dois, h&aacute; uma ruptura importante. Jefferson Cezarolli aparece com 1,5%, menos de um quarto do percentual de Rosana e muito distante dos 10,6% de Paulo Alexandre. O dado mostra que existe, pelo menos por enquanto, uma elei&ccedil;&atilde;o regional em dois n&iacute;veis, isto &eacute;, dois nomes com recall consolidado e um contingente amplo de candidaturas tentando ocupar o espa&ccedil;o ainda dispon&iacute;vel.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Os cruzamentos de Cezarolli revelam uma concentra&ccedil;&atilde;o interessante. Seus 1,5% gerais sobem para 2,8% entre eleitores de 25 a 44 anos, 2,4% entre os de ensino superior e tamb&eacute;m 2,4% entre evang&eacute;licos. &Eacute; um desenho que aponta nichos de crescimento, mas ainda n&atilde;o uma presen&ccedil;a homog&ecirc;nea semelhante &agrave; dos dois primeiros.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">O quarto nome do levantamento produz uma das informa&ccedil;&otilde;es mais curiosas da pesquisa. Nikolas Ferreira &eacute; citado espontaneamente por 1,3% dos entrevistados, embora seja deputado federal eleito por Minas Gerais. Sua presen&ccedil;a na lista, portanto, n&atilde;o deve ser lida automaticamente como inten&ccedil;&atilde;o v&aacute;lida de voto numa candidatura paulista. Trata-se, antes, de um &oacute;timo exemplo do funcionamento de uma pergunta espont&acirc;nea. O entrevistador n&atilde;o oferece nomes e registra aquilo que o eleitor efetivamente responde.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Nesse sentido, Nikolas funciona quase como um indicador de notoriedade pol&iacute;tica nacional. Ele chega a 3,1% entre os entrevistados de renda superior a R$ 8 mil e registra 1,9% entre os jovens de 16 a 24 anos. A perman&ecirc;ncia de seu domic&iacute;lio eleitoral e candidatura em Minas Gerais &eacute; confirmada pelo notici&aacute;rio eleitoral recente, que continua a identific&aacute;-lo como deputado federal do PL mineiro.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Esse detalhe, longe de diminuir a pesquisa, mostra por que uma pergunta espont&acirc;nea para deputado deve ser interpretada como lembran&ccedil;a eleitoral, e n&atilde;o apenas como uma urna simulada.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Outro caso bastante diferente &eacute; o de Erika Hilton, com 1,1%. Se o desempenho dela na Baixada parece modesto em compara&ccedil;&atilde;o com Paulo Alexandre e Rosana Valle, sua realidade eleitoral estadual &eacute; outra. Erika foi eleita em 2022 com 256.903 votos, resultado superior ao dos pr&oacute;prios l&iacute;deres regionais da Badra. Sua base, por&eacute;m, est&aacute; fortemente concentrada fora do litoral. Quase metade de sua vota&ccedil;&atilde;o de 2022 veio da cidade de S&atilde;o Paulo, seguida por munic&iacute;pios como Campinas e Guarulhos.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Na pesquisa Badra, Erika encontra seu melhor desempenho justamente entre os jovens de 16 a 24 anos, com 2,5%, e entre os eleitores com ensino superior, com 2,8%. &Eacute; outro exemplo perfeito de porque uma pesquisa regional n&atilde;o pode medir isoladamente &ldquo;quem tem mais chances de ser eleito&rdquo;. Um candidato pode aparecer pouco na Baixada e possuir enorme vota&ccedil;&atilde;o na capital e em outras regi&otilde;es paulistas.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">C&aacute;ssio Navarro, por sua vez, aparece com aproximadamente 1% das cita&ccedil;&otilde;es. Seu nome tem trajet&oacute;ria pol&iacute;tica ligada diretamente &agrave; Baixada e, por isso, sua presen&ccedil;a espont&acirc;nea deve ser lida sobretudo como ponto de partida para uma candidatura que precisar&aacute; alargar sua territorialidade. Em 2022, Navarro disputou uma cadeira de deputado estadual pelo MDB; agora, a lembran&ccedil;a registrada para federal indica reconhecimento regional, mas ainda em dimens&atilde;o bastante inferior aos dois nomes que encabe&ccedil;am o levantamento.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Talvez o resultado mais relevante da Badra, portanto, n&atilde;o esteja apenas na ordem dos candidatos. Est&aacute; na dist&acirc;ncia entre os dois primeiros e todo o restante.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Paulo Alexandre, com 10,6%, e Rosana Valle, com 6,4%, parecem chegar &agrave; reta final com ativos que os demais candidatos ainda buscam construir na regi&atilde;o: mem&oacute;ria consolidada, experi&ecirc;ncia eleitoral estadual e bases locais reconhec&iacute;veis. Ambos j&aacute; demonstraram, al&eacute;m disso, capacidade de obter vota&ccedil;&atilde;o fora dos cinco munic&iacute;pios pesquisados.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Isso n&atilde;o assegura reelei&ccedil;&atilde;o porque, em elei&ccedil;&atilde;o proporcional, ningu&eacute;m concorre sozinho. O desempenho da legenda, a composi&ccedil;&atilde;o da chapa, o volume de votos estaduais e a distribui&ccedil;&atilde;o das cadeiras continuam decisivos. Mas indica que os dois come&ccedil;am a reta decisiva com uma vantagem que n&atilde;o &eacute; pequena. O<strong> </strong>eleitor da Baixada j&aacute; sabe quem eles s&atilde;o e, em propor&ccedil;&atilde;o relevante, lembra espontaneamente deles quando pensa em deputado federal.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">O restante do campo disputa sobretudo o enorme espa&ccedil;o ainda n&atilde;o ocupado. Quatro em cada dez eleitores n&atilde;o conseguem citar candidato e quase tr&ecirc;s em cada dez respondem que n&atilde;o escolheriam ningu&eacute;m. Nas pr&oacute;ximas semanas, esse vazio tende a se tornar o principal campo de batalha das campanhas proporcionais.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Em elei&ccedil;&atilde;o para deputado, portanto, mais importante do que perguntar quem &ldquo;est&aacute; ganhando&rdquo; talvez seja perguntar quem j&aacute; entrou na cabe&ccedil;a do eleitor e quem ainda precisa chegar at&eacute; ela. Na Baixada Santista, a resposta da Badra, neste momento, coloca Paulo Alexandre e Rosana Valle claramente um passo &agrave; frente.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><strong>METODOLOGIA</strong></p>
<p class="MsoNormal">O levantamento Badra foi realizado presencialmente entre 8 e 10 de setembro de 2026 em Santos, S&atilde;o Vicente, Guaruj&aacute;, Praia Grande e Cubat&atilde;o. A pesquisa &eacute; n&atilde;o probabil&iacute;stica por cotas, com controle de regi&atilde;o de moradia, sexo e faixa et&aacute;ria e aproxima&ccedil;&otilde;es para escolaridade e renda, al&eacute;m de pondera&ccedil;&atilde;o posterior. O caderno informa 1.506 entrevistas nos resultados publicados, margem de erro de 2,5 pontos percentuais e intervalo de confian&ccedil;a de 95%. Os levantamentos est&atilde;o registrados no PesqEle sob os n&uacute;meros SP-04248/2026 e BR-02142/2026.</p>]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-09-14T03:02:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-14T19:43:05+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Solange Freitas, Caio França e Tiago Peretto lideram intenção de voto para deputado estadual]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/09/14/solange-freitas-caio-franca-e-tiago-peretto-lideram-intencao-de-voto-para-deputado-estadual.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/01a09dbc-655a-70ca-b550-609b30d536db</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Pedro Juvenal]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Pesquisa para deputado é um bicho diferente. Ao contrário das eleições para presidente, governador ou prefeito, nas quais a intenção de voto pode ser confrontada diretamente com a quantidade de vagas...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal">Pesquisa para deputado &eacute; um bicho diferente. Ao contr&aacute;rio das elei&ccedil;&otilde;es para presidente, governador ou prefeito, nas quais a inten&ccedil;&atilde;o de voto pode ser confrontada diretamente com a quantidade de vagas em disputa, a corrida pelas cadeiras da Assembleia Legislativa de S&atilde;o Paulo passa por uma engrenagem bem mais complexa. N&atilde;o basta estar entre os mais citados. O destino de cada candidatura depende tamb&eacute;m da vota&ccedil;&atilde;o alcan&ccedil;ada por seu partido ou federa&ccedil;&atilde;o e da distribui&ccedil;&atilde;o das 94 cadeiras da Assembleia Legislativa do Estado de S&atilde;o Paulo (ALESP).</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">&Eacute; com essa cautela que deve ser lido o mais recente levantamento do Instituto Badra na Baixada Santista. Na pergunta espont&acirc;nea, aquela em que nenhum nome &eacute; apresentado ao entrevistado, Solange Freitas aparece com 3,8%, Caio Fran&ccedil;a com 3,7% e Tiago Peretto com 3%. Depois v&ecirc;m Fabr&iacute;cio Cardoso, com 1,8%, Tenente Coimbra e Lucas Mour&atilde;o, ambos com 1,5%, al&eacute;m de Eduarda Campopiano, com 1,1%.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">A fotografia, por&eacute;m, &eacute; regional. O levantamento ouviu eleitores de Santos, S&atilde;o Vicente, Guaruj&aacute;, Praia Grande e Cubat&atilde;o. Portanto, n&atilde;o mede o eleitorado paulista e n&atilde;o permite projetar aqueles percentuais para os mais de 30 milh&otilde;es de eleitores do Estado. Isso &eacute; particularmente importante numa elei&ccedil;&atilde;o legislativa. Candidatos da Baixada precisam buscar votos fora dela, enquanto nomes com bases eleitorais em outras regi&otilde;es podem receber votos no litoral pela proje&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, identifica&ccedil;&atilde;o ideol&oacute;gica, atua&ccedil;&atilde;o parlamentar ou ader&ecirc;ncia de suas propostas.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">H&aacute; ainda outro dado que recomenda prud&ecirc;ncia. Nada menos que 43% dos entrevistados n&atilde;o souberam dizer espontaneamente em quem votar para deputado estadual e outros 29,3% responderam ningu&eacute;m ou nenhum. Somados, s&atilde;o mais de sete em cada dez eleitores sem indica&ccedil;&atilde;o nominal de candidato nesse momento. Em vez de uma corrida definida, o levantamento encontra uma disputa ainda em processo de forma&ccedil;&atilde;o. E &eacute; certo que muitos desses eleitores decidir&atilde;o seu voto na v&eacute;spera do pleito, quando n&atilde;o no caminho para as urnas, no dia da elei&ccedil;&atilde;o.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><strong>SIGNIFICADO IMPORTANTE</strong></p>
<p class="MsoNormal">&Eacute; justamente por isso que os 3,8% de Solange Freitas ganham significado. N&atilde;o como proje&ccedil;&atilde;o de vota&ccedil;&atilde;o estadual, mas como indicador de lembran&ccedil;a em sua regi&atilde;o de origem. Eleita deputada estadual em 2022 com 81.870 votos, Solange construiu parte expressiva daquele resultado na pr&oacute;pria Baixada. Foram 26.411 votos em S&atilde;o Vicente, 14.535 em Santos, 8.826 em Praia Grande e 6.220 no Guaruj&aacute;.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Os cruzamentos da Badra mostram agora uma presen&ccedil;a relativamente distribu&iacute;da. Solange alcan&ccedil;a 4,7% entre eleitores de 25 a 44 anos, 4,6% entre 45 e 59 e 4,2% entre evang&eacute;licos. Um dado chama particularmente aten&ccedil;&atilde;o: marca 5% entre a popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o ocupada. Sua vantagem de um d&eacute;cimo sobre Caio Fran&ccedil;a, evidentemente, n&atilde;o configura lideran&ccedil;a estat&iacute;stica. O que existe &eacute; um primeiro pelot&atilde;o.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">E nele est&aacute; Caio Fran&ccedil;a, com 3,7%, personagem eleitoral bastante conhecido na regi&atilde;o e o mais experiente entre os tr&ecirc;s primeiros quando se observa a disputa estadual. Ele foi eleito deputado em 2014 com 123.138 votos, ampliou para 162.166 em 2018 e voltou &agrave; ALESP em 2022 com 105.173 votos. Sua trajet&oacute;ria revela justamente como uma base regional pode ser combinada com vota&ccedil;&atilde;o estadual. em 2022, S&atilde;o Vicente lhe entregou 24.428 votos, mas sua vota&ccedil;&atilde;o esteve espalhada por centenas de munic&iacute;pios paulistas.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Na pesquisa Badra, Caio apresenta um desenho interessante. Seus 3,7% sobem para 5% entre os eleitores de 16 a 24 anos, 4,4% entre os homens e 4,9% entre cat&oacute;licos. &Eacute; um perfil diferente do observado em parte de sua trajet&oacute;ria anterior e sugere capacidade de renova&ccedil;&atilde;o da base. Para uma candidatura que j&aacute; demonstrou conseguir votos al&eacute;m da Baixada, a lembran&ccedil;a regional espont&acirc;nea pr&oacute;xima &agrave; lideran&ccedil;a representa um ativo relevante, embora, novamente, insuficiente para antecipar o resultado estadual.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><strong>DESEMPENHO ROBUSTO</strong></p>
<p class="MsoNormal">A novidade do primeiro grupo &eacute; Tiago Peretto. Seus 3% o colocam a menos de um ponto dos dois deputados que encabe&ccedil;am a pesquisa. E h&aacute; uma hist&oacute;ria eleitoral recente que ajuda a entender o n&uacute;mero. Em 2022, Peretto tentou chegar &agrave; ALESP e recebeu 19.284 votos, ficando como suplente. Dois anos depois, retornou &agrave; disputa municipal e foi o vereador mais votado de S&atilde;o Vicente, com 12.668 votos, mais que quadruplicando os 3.053 obtidos para vereador em 2020.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">O levantamento Badra indica, contudo, que sua for&ccedil;a ainda tem caracter&iacute;sticas espec&iacute;ficas. Peretto chega a 4,4% entre os mais jovens e a 3,9% entre cat&oacute;licos, mas fica em 1,7% entre eleitores com ensino superior. Seu desafio &eacute; evidente, ou seja, converter uma vota&ccedil;&atilde;o municipal extraordinariamente forte em S&atilde;o Vicente em capilaridade regional e, sobretudo, estadual. &Eacute; talvez, entre os tr&ecirc;s primeiros, o nome cujo desempenho futuro mais depender&aacute; dessa expans&atilde;o territorial.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Logo atr&aacute;s aparece Fabr&iacute;cio Cardoso, com 1,8%. Vereador de Santos, ele foi reeleito em 2024 com 6.106 votos, segundo colocado entre os candidatos &agrave; C&acirc;mara santista. Nessa pesquisa, h&aacute; um cruzamento especialmente expressivo: Fabr&iacute;cio alcan&ccedil;a 3,8% entre eleitores com ensino superior e 6,1% na faixa de renda acima de R$ 8 mil. S&atilde;o nichos interessantes, embora o percentual geral ainda revele a necessidade de ampliar conhecimento para al&eacute;m de sua base municipal.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Tenente Coimbra, com 1,5%, oferece quase o exemplo inverso. Seu percentual regional &eacute; menor, mas seu hist&oacute;rico estadual &eacute; muito mais robusto. Eleito em 2018 com 24.109 votos, saltou para impressionantes 209.705 votos em 2022, terminando entre os deputados estaduais mais votados de S&atilde;o Paulo. Claro, surfou a onda bolsonarista. &Eacute; a demonstra&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica de porque a pesquisa da Baixada n&atilde;o pode ser convertida numa tabela de &ldquo;chances de elei&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Um candidato pode aparecer atr&aacute;s regionalmente e possuir musculatura eleitoral muito maior no conjunto do Estado.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">No fim, a Badra talvez revele mais sobre territ&oacute;rio eleitoral e mem&oacute;ria pol&iacute;tica do que sobre uma hipot&eacute;tica ordem de chegada. Solange Freitas, Caio Fran&ccedil;a e Tiago Peretto ocupam hoje o primeiro espa&ccedil;o na lembran&ccedil;a espont&acirc;nea dos eleitores ouvidos, enquanto Fabr&iacute;cio Cardoso, Tenente Coimbra e Lucas Mour&atilde;o formam um segundo agrupamento. Mas, numa elei&ccedil;&atilde;o proporcional, a urna conta duas hist&oacute;rias ao mesmo tempo: a do candidato e a da legenda. A vota&ccedil;&atilde;o individual importa muito, por&eacute;m n&atilde;o caminha sozinha.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">E h&aacute; um &uacute;ltimo componente. A elei&ccedil;&atilde;o ainda est&aacute; distante de estar cristalizada na cabe&ccedil;a do eleitor. Com 43% incapazes de mencionar espontaneamente um candidato e 29,3% dizendo n&atilde;o escolher ningu&eacute;m, existe um territ&oacute;rio enorme a ser disputado. Nas pr&oacute;ximas semanas, estrutura partid&aacute;ria, apoios municipais, prefeitos e vereadores, presen&ccedil;a territorial, comunica&ccedil;&atilde;o e capacidade de transformar conhecimento em voto poder&atilde;o pesar tanto quanto a posi&ccedil;&atilde;o ocupada nesta fotografia de setembro.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><strong>METODOLOGIA</strong></p>
<p class="MsoNormal">O levantamento Badra foi realizado presencialmente entre 8 e 10 de setembro de 2026, em pontos de fluxo de Santos, S&atilde;o Vicente, Guaruj&aacute;, Praia Grande e Cubat&atilde;o. A pesquisa &eacute; n&atilde;o probabil&iacute;stica por cotas, com propor&ccedil;&otilde;es de regi&atilde;o de moradia, sexo e faixa et&aacute;ria e aproxima&ccedil;&otilde;es para escolaridade e renda, com pondera&ccedil;&atilde;o posterior. O caderno informa 1.506 entrevistas nos resultados publicados, margem de erro de 2,5 pontos percentuais e intervalo de confian&ccedil;a de 95%. Os levantamentos est&atilde;o registrados no PesqEle sob os n&uacute;meros SP-04248/2026 e BR-02142/2026.</p>]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-09-14T03:01:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-14T11:32:19+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Badra: Celina abre quase 16 pontos no DF; Bia Kicis se fortalece na disputa pela segunda vaga ao Senado]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/09/11/badra-celina-abre-quase-16-pontos-no-df-bia-kicis-se-fortalece-na-disputa-pela-segunda-vaga-ao-senado.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/01a092af-9abf-7363-baaf-c15a7b9a4900</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Pedro Juvenal]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[A governadora Celina Leão ampliou sua vantagem na corrida pelo Governo do Distrito Federal e aparece isolada na liderança, enquanto a deputada federal Bia Kicis ganha peso na disputa por uma das duas...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal">A governadora Celina Le&atilde;o ampliou sua vantagem na corrida pelo Governo do Distrito Federal e aparece isolada na lideran&ccedil;a, enquanto a deputada federal Bia Kicis ganha peso na disputa por uma das duas cadeiras do DF no Senado. &Eacute; o que mostra nova pesquisa do Instituto Badra, realizada entre os dias 8 e 10 de setembro com 1.060 eleitores.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">No cen&aacute;rio estimulado para o Governo do Distrito Federal, Celina alcan&ccedil;a 39,5% das inten&ccedil;&otilde;es de voto, abrindo 15,8 pontos percentuais de vantagem sobre o ex-governador Jos&eacute; Roberto Arruda, que registra 23,7%. Leandro Grass aparece na terceira coloca&ccedil;&atilde;o, com 14,4%. Na sequ&ecirc;ncia est&atilde;o Paula Belmonte, com 4,1%, e Ricardo Cappelli, com 2,4%.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">A lideran&ccedil;a de Celina tamb&eacute;m aparece com for&ccedil;a na pergunta espont&acirc;nea, quando os nomes dos candidatos n&atilde;o s&atilde;o apresentados ao entrevistado. Nesse caso, 30,1% citam espontaneamente a atual governadora, contra 17,4% que mencionam Arruda e 12,1% que apontam Grass.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">O resultado da Badra refor&ccedil;a um movimento captado tamb&eacute;m por levantamentos recentes de outros institutos. Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11) mostra Celina com 40%, contra 17% de Arruda e 16% de Grass. A Quaest havia apontado, nesta semana, 35% para Celina, 18% para Arruda e 17% para Grass. J&aacute; o Real Time Big Data encontrou 35% para a governadora e 20% para Arruda em cen&aacute;rio com o ex-governador. Embora pesquisas de institutos diferentes n&atilde;o devam ser comparadas como uma s&eacute;rie &uacute;nica, os levantamentos convergem quanto &agrave; lideran&ccedil;a isolada de Celina neste momento da campanha.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Celina lidera entre diferentes segmentos</strong></p>
<p class="MsoNormal">Os cruzamentos da Badra mostram ainda que a lideran&ccedil;a da governadora n&atilde;o est&aacute; concentrada em apenas um grupo do eleitorado. Celina registra 39,5% tanto entre mulheres quanto entre homens, chega a 42,6% entre eleitores com 60 anos ou mais, alcan&ccedil;a 42,3% entre aqueles com escolaridade at&eacute; o ensino m&eacute;dio e sobe para 44,5% entre os evang&eacute;licos.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Outro indicador mostra que a disputa j&aacute; apresenta elevado grau de consolida&ccedil;&atilde;o. Entre os entrevistados, 60,5% afirmam que o voto para governador &eacute; definitivo, enquanto 34,9% admitem que ainda podem mudar de candidato.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Arruda, por sua vez, continua demonstrando possuir um eleitorado relevante. Al&eacute;m dos 23,7% no cen&aacute;rio estimulado, aparece com 17,4% na espont&acirc;nea. Leandro Grass mant&eacute;m-se como terceira for&ccedil;a, com 14,4% na estimulada e 12,1% na espont&acirc;nea.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Senado: segundo voto coloca Bia Kicis no centro da disputa</strong></p>
<p class="MsoNormal">Se no Governo a lideran&ccedil;a de Celina &eacute; o principal destaque, a elei&ccedil;&atilde;o para o Senado apresenta um cen&aacute;rio mais complexo. Isso porque, em 2026, o eleitor do Distrito Federal escolher&aacute; dois senadores, e a pesquisa Badra mediu separadamente a primeira e a segunda op&ccedil;&atilde;o de voto.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<figure class="tinymce-image" data-media-id="01a092af-8762-73b1-b0ad-faf903107365" data-single-image="true"><img src="https://cdn1.bs9.com.br/Folder/2026/09/c7049106-38f7-40f3-9d3a-c7371042cbb1/grafico-doisjpg.jpeg" alt="">
<figcaption>Pesquisa sobre a disputado do senado no DF</figcaption>
</figure>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">No primeiro voto, Michelle Bolsonaro aparece na lideran&ccedil;a, com 34%. Leila do V&ocirc;lei vem em seguida, com 20,8%, Erika Kokay tem 13% e Bia Kicis aparece com 11,7%.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">&Eacute; quando se observa a segunda escolha, entretanto, que o cen&aacute;rio muda significativamente. Bia Kicis assume a lideran&ccedil;a do segundo voto, com 20,5%, &agrave; frente de Leila do V&ocirc;lei, com 14,1%, Michelle Bolsonaro, com 11,5%, e Erika Kokay, com 9,5%.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">O resultado revela uma caracter&iacute;stica importante da candidatura de Bia: embora n&atilde;o lidere a primeira op&ccedil;&atilde;o, a deputada apresenta forte capacidade de ser incorporada &agrave; dupla escolhida pelo eleitor, fator decisivo numa elei&ccedil;&atilde;o em que estar&atilde;o em disputa simultaneamente duas vagas.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Os cruzamentos refor&ccedil;am esse potencial. No segundo voto, Bia alcan&ccedil;a 28,3% entre os eleitores com 60 anos ou mais, 25,9% entre aqueles com renda superior a R$ 8 mil e 26% entre os evang&eacute;licos.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">A competitividade de Bia pela segunda cadeira tamb&eacute;m encontra respaldo em outros levantamentos recentes. Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta semana, utilizando metodologia diferente de apresenta&ccedil;&atilde;o dos votos, colocou Bia e Leila empatadas com 17%, atr&aacute;s de Michelle, com 26%, e &agrave; frente de Erika Kokay, com 15%. A Quaest, por sua vez, apontou Michelle com 26%, Leila com 17%, Erika com 13% e Bia com 11%.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Disputa pelas duas vagas segue aberta</strong></p>
<p class="MsoNormal">Os n&uacute;meros indicam que a corrida ao Senado n&atilde;o pode ser interpretada apenas pelo ranking da primeira escolha. Michelle Bolsonaro apresenta hoje a maior for&ccedil;a como voto priorit&aacute;rio, enquanto Bia Kicis se destaca de maneira particularmente expressiva como segunda op&ccedil;&atilde;o. Leila do V&ocirc;lei, por sua vez, apresenta presen&ccedil;a relevante nas duas escolhas, e Erika Kokay mant&eacute;m-se competitiva.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">A configura&ccedil;&atilde;o torna especialmente importante acompanhar as pr&oacute;ximas rodadas da Badra para verificar n&atilde;o apenas quem cresce ou recua, mas como o eleitor come&ccedil;a a combinar seus dois votos para o Senado. Para Bia Kicis, o desafio passa a ser preservar sua forte presen&ccedil;a como segunda escolha e ampliar sua participa&ccedil;&atilde;o como primeiro voto. Caso isso ocorra, a deputada poder&aacute; entrar na reta final da campanha em condi&ccedil;&otilde;es ainda mais competitivas para uma das duas cadeiras.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Na corrida presidencial, a pesquisa tamb&eacute;m mostra vantagem de Fl&aacute;vio Bolsonaro no Distrito Federal. No cen&aacute;rio estimulado, ele aparece com 40,8%, contra 31,9% de Lula. Ronaldo Caiado tem 8,2% e Augusto Cury, 8,1%. Em uma simula&ccedil;&atilde;o direta de segundo turno, Fl&aacute;vio alcan&ccedil;a 51,2%, enquanto Lula registra 39,9%.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Metodologia</strong></p>
<p class="MsoNormal">O Instituto Badra ouviu 1.060 eleitores presencialmente entre os dias 8 e 10 de setembro, em pontos de fluxo de 11 regi&otilde;es administrativas do Distrito Federal. A pesquisa tem margem de erro de tr&ecirc;s pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confian&ccedil;a de 95%.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">O levantamento est&aacute; registrado no sistema PesqEle da Justi&ccedil;a Eleitoral sob os n&uacute;meros DF-01194/2026 e BR-06553/2026.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">O caderno de pesquisa completo pode ser baixado em: <a href="https://badrapesquisas.com.br/">https://badrapesquisas.com.br/</a></p>]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-09-11T22:55:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-11T23:05:02+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Badra mede intenção de voto dos eleitores da Baixada Santista na reta final das eleições]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/09/08/badra-mede-intencao-de-voto-dos-eleitores-da-baixada-santista-na-reta-final-das-eleicoes.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/01a07f2b-36a1-73ac-a327-868d601a9c40</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Pedro Juvenal]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[A menos de um mês das eleições, o Instituto Badra vai revelar como se posicionam os eleitores de cinco das principais cidades da Baixada Santista na disputa pelos cargos eletivos de 2026. Com dois reg...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal">A menos de um m&ecirc;s das elei&ccedil;&otilde;es, o Instituto Badra vai revelar como se posicionam os eleitores de cinco das principais cidades da Baixada Santista na disputa pelos cargos eletivos de 2026. Com dois registros no sistema PesqEle, da Justi&ccedil;a Eleitoral, o levantamento ouvir&aacute; 1.500 eleitores de Santos, S&atilde;o Vicente, Guaruj&aacute;, Praia Grande e Cubat&atilde;o e ter&aacute; seus resultados divulgados na pr&oacute;xima segunda-feira, dia 14.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">A pesquisa medir&aacute; a inten&ccedil;&atilde;o de voto para presidente da Rep&uacute;blica, governador de S&atilde;o Paulo, senador (elei&ccedil;&atilde;o que neste ano preencher&aacute; duas vagas), deputado federal e deputado estadual. Para presidente, governador e senador, ser&atilde;o aferidas as inten&ccedil;&otilde;es espont&acirc;nea e estimulada. Para deputado federal e estadual, a consulta ser&aacute; exclusivamente espont&acirc;nea.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">A distin&ccedil;&atilde;o &eacute; importante. O Badra ressalta que tecnicamente n&atilde;o se pode falar em &ldquo;pesquisa eleitoral&rdquo; para prever o resultado das elei&ccedil;&otilde;es proporcionais nos mesmos moldes aplicados &agrave;s disputas majorit&aacute;rias. A elei&ccedil;&atilde;o de deputados depende n&atilde;o apenas da vota&ccedil;&atilde;o individual dos candidatos, mas do desempenho dos partidos e federa&ccedil;&otilde;es e da aplica&ccedil;&atilde;o das regras do sistema proporcional, incluindo quocientes eleitoral e partid&aacute;rio e distribui&ccedil;&atilde;o das cadeiras.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Nesse caso, a pergunta espont&acirc;nea funciona como instrumento para identificar quais candidaturas j&aacute; conseguiram ocupar espa&ccedil;o na mem&oacute;ria do eleitor. &Eacute;, portanto, um retrato da lembran&ccedil;a eleitoral naquele momento, e n&atilde;o uma proje&ccedil;&atilde;o de quem ser&aacute; eleito.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">A nova rodada ganha relev&acirc;ncia tamb&eacute;m pelo territ&oacute;rio pesquisado. O levantamento n&atilde;o abrange toda a Regi&atilde;o Metropolitana da Baixada Santista, composta por nove munic&iacute;pios, mas concentra-se em cinco cidades que formam parcela expressiva de seu eleitorado e re&uacute;nem realidades pol&iacute;ticas, econ&ocirc;micas e sociais bastante distintas.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Santos combina forte setor de servi&ccedil;os, atividade portu&aacute;ria e eleitorado historicamente atento &agrave; pol&iacute;tica estadual e nacional. S&atilde;o Vicente carrega desafios urbanos e sociais caracter&iacute;sticos das grandes concentra&ccedil;&otilde;es metropolitanas. Guaruj&aacute; re&uacute;ne turismo, atividade portu&aacute;ria e fortes contrastes socioecon&ocirc;micos. Praia Grande experimentou acelerada expans&atilde;o populacional e urbana nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, enquanto Cubat&atilde;o mant&eacute;m identidade profundamente relacionada &agrave; ind&uacute;stria, ao trabalho e &agrave;s transforma&ccedil;&otilde;es ambientais e econ&ocirc;micas de seu territ&oacute;rio.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">&Eacute; justamente a conviv&ecirc;ncia dessas diferentes realidades que torna a pesquisa regionalmente relevante. Embora vizinhas e integradas economicamente, as cinco cidades n&atilde;o necessariamente respondem da mesma maneira aos est&iacute;mulos de uma elei&ccedil;&atilde;o estadual e nacional. Comparar esses comportamentos permitir&aacute; observar onde as candidaturas encontram maior ou menor ader&ecirc;ncia e at&eacute; que ponto a proximidade geogr&aacute;fica significa, ou n&atilde;o, proximidade pol&iacute;tica.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">O levantamento ocorre ainda em um momento particularmente importante da campanha. &Agrave; medida que o primeiro turno se aproxima, cresce a exposi&ccedil;&atilde;o dos candidatos, aumenta o conhecimento do eleitor sobre as alternativas dispon&iacute;veis e tende a diminuir o espa&ccedil;o das escolhas ainda indefinidas. &Eacute; nessa fase que a pesquisa deixa de mostrar apenas um cen&aacute;rio inicial e passa a registrar uma disputa eleitoral em processo mais avan&ccedil;ado de consolida&ccedil;&atilde;o.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Com larga atua&ccedil;&atilde;o na Baixada Santista e hist&oacute;rico de pesquisas nas elei&ccedil;&otilde;es municipais da regi&atilde;o, o Instituto Badra chega a 2026 ampliando sua presen&ccedil;a em levantamentos eleitorais. Al&eacute;m de S&atilde;o Paulo, realiza nesta elei&ccedil;&atilde;o pesquisas estaduais em Roraima, Maranh&atilde;o, Pernambuco e Distrito Federal.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">A pesquisa na Baixada Santista tem parceria do Jornal Di&aacute;rio do Litoral e da TV TH+Band Litoral. Ser&atilde;o realizadas 1.500 entrevistas, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confian&ccedil;a de 95%. Os n&uacute;meros completos ser&atilde;o conhecidos na pr&oacute;xima segunda-feira, dia 14.</p>]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-09-07T21:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-08T04:03:19+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[João Campos abre oito pontos sobre Raquel Lyra em Pernambuco e disputa pelo Senado segue aberta]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/estado/2026/09/06/joao-campos-abre-oito-pontos-sobre-raquel-lyra-em-pernambuco-e-disputa-pelo-senado-segue-aberta.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/01a0788d-cb6d-7347-b628-d87fc154e7f3</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Pedro Juvenal]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[A nova pesquisa do Instituto Badra sobre as eleições em Pernambuco mostra João Campos à frente da governadora Raquel Lyra na disputa pelo Governo do Estado. No cenário estimulado, o ex-prefeito do Rec...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A nova pesquisa do Instituto Badra sobre as elei&ccedil;&otilde;es em Pernambuco mostra Jo&atilde;o Campos &agrave; frente da governadora Raquel Lyra na disputa pelo Governo do Estado. No cen&aacute;rio estimulado, o ex-prefeito do Recife registra 48,3% das inten&ccedil;&otilde;es de voto, contra 40,2% de Raquel, uma diferen&ccedil;a de 8,1 pontos percentuais. Os demais candidatos somam individualmente at&eacute; 1,5%. O resultado consolida uma mudan&ccedil;a observada ao longo das &uacute;ltimas rodadas da Badra, que vem medindo quinzenalmente o desempenho dos candidatos. Alguns dos resultados, no entanto, n&atilde;o puderam ser divulgados por conta de liminares obtidas pelo grupo pol&iacute;tico de Raquel Lyra, em um expl&iacute;cito sinal de censura ao trabalho do instituto Badra.</p>
<figure class="tinymce-image" data-media-id="01a0788b-5ae0-7260-97ff-e9cf99ca3df3" data-single-image="true"><img src="https://cdn1.bs9.com.br/Folder/2026/09/e0a41382-4d67-4415-a42f-c690ee2d84ec/grafico-bs9jpg.jpeg" alt="">
<figcaption>Inten&ccedil;&otilde;es de voto em Pernambuco</figcaption>
</figure>
<p><br>A s&eacute;rie indica uma elei&ccedil;&atilde;o competitiva, mas tamb&eacute;m revela que Jo&atilde;o Campos chega &agrave; reta decisiva em posi&ccedil;&atilde;o mais confort&aacute;vel. A dist&acirc;ncia atual supera a margem de erro da pesquisa, de 2,5 pontos percentuais, embora o levantamento retrate o momento da coleta e n&atilde;o constitua previs&atilde;o do resultado eleitoral.</p>
<p><br>Outro dado refor&ccedil;a o grau de consolida&ccedil;&atilde;o do cen&aacute;rio, ou seja, entre os eleitores que declararam voto em algum candidato, 77,1% afirmam que sua decis&atilde;o j&aacute; &eacute; definitiva, enquanto 21,5% admitem que ainda podem mudar at&eacute; a elei&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><br>Ao mesmo tempo, a rejei&ccedil;&atilde;o demonstra que a polariza&ccedil;&atilde;o estadual n&atilde;o produz vantagem absoluta para nenhum dos dois principais concorrentes. Raquel Lyra &eacute; rejeitada por 28,3% e Jo&atilde;o Campos por 26,8%, diferen&ccedil;a de apenas 1,5 ponto percentual e, portanto, dentro da margem de erro.</p>
<h2><br>Lula &eacute; ativo importante na disputa estadual</h2>
<p>Os cruzamentos da Badra ajudam a explicar parte da vantagem de Jo&atilde;o Campos. O presidente Lula mant&eacute;m forte influ&ecirc;ncia eleitoral em Pernambuco e aparece como um ativo relevante na composi&ccedil;&atilde;o da disputa pelo Governo.<br>Quando o eleitor &eacute; questionado se prefere um candidato a governador apoiado por Lula ou por Fl&aacute;vio Bolsonaro, 49,5% escolhem o candidato apoiado pelo presidente, contra 26,2% que preferem o nome apoiado por Fl&aacute;vio. Para 21%, esse apoio &eacute; indiferente.</p>
<p><br>A transfer&ecirc;ncia, entretanto, n&atilde;o &eacute; autom&aacute;tica. Entre os eleitores que votariam em Lula num eventual segundo turno presidencial contra Fl&aacute;vio Bolsonaro, 71,4% declaram voto em Jo&atilde;o Campos, mas 19,8% ficam com Raquel Lyra.<br>No campo oposto, a associa&ccedil;&atilde;o &eacute; ainda mais acentuada. Entre os eleitores de Fl&aacute;vio Bolsonaro no segundo turno presidencial, 74% votam em Raquel Lyra para governadora, enquanto 17,3% escolhem Jo&atilde;o Campos.</p>
<p><br>O cruzamento mostra um dos aspectos centrais da elei&ccedil;&atilde;o pernambucana: Jo&atilde;o Campos est&aacute; fortemente associado ao eleitorado lulista, enquanto Raquel concentra grande parte do voto identificado com o campo bolsonarista. A governadora, por&eacute;m, consegue preservar alguma penetra&ccedil;&atilde;o entre eleitores de Lula, elemento importante para sua competitividade.</p>
<h3><br>Senado tem duas vagas e disputa permanece aberta</h3>
<p>Se a corrida pelo Governo apresenta dois polos claramente estabelecidos, a disputa pelas duas vagas ao Senado &eacute; mais fragmentada e oferece maior espa&ccedil;o para movimenta&ccedil;&otilde;es at&eacute; a elei&ccedil;&atilde;o. No primeiro voto estimulado, Mar&iacute;lia Arraes lidera com 24,7%, seguida por Humberto Costa, com 18,6%. Mendon&ccedil;a Filho aparece com 10%, Eduardo da Fonte com 8,9% e T&uacute;lio Gad&ecirc;lha com 5,4%.</p>
<p><br>A fotografia muda significativamente quando o eleitor informa seu segundo voto. Nesse caso, Eduardo da Fonte assume a lideran&ccedil;a, com 14,6%, seguido por Humberto Costa, com 13,4%, Mar&iacute;lia Arraes, com 12,2%, e Mendon&ccedil;a Filho, com 10,5%.</p>
<p><br>Os n&uacute;meros evidenciam uma caracter&iacute;stica decisiva da elei&ccedil;&atilde;o para o Senado em 2026, isto &eacute;, n&atilde;o basta observar isoladamente quem lidera o primeiro voto. Com duas cadeiras em disputa, a capacidade de cada candidato de aparecer como primeira ou segunda escolha do eleitor ser&aacute; determinante.</p>
<p><br>Mar&iacute;lia Arraes demonstra a maior for&ccedil;a como voto priorit&aacute;rio. Humberto Costa aparece competitivo nas duas escolhas. Eduardo da Fonte, por sua vez, revela grande capacidade de capturar o segundo voto, enquanto Mendon&ccedil;a Filho permanece no grupo com condi&ccedil;&otilde;es de disputar espa&ccedil;o ao longo da campanha.</p>
<p><br>A pr&oacute;pria pesquisa espont&acirc;nea confirma a vantagem inicial dos nomes mais conhecidos, mas tamb&eacute;m demonstra que h&aacute; eleitorado dispon&iacute;vel. Mar&iacute;lia aparece com 19,2%, Humberto com 13,7%, Mendon&ccedil;a com 7,7% e Eduardo da Fonte com 4,8%. Ao mesmo tempo, 19,3% n&atilde;o indicam nenhum candidato, 13,8% apontam branco ou nulo e 15,3% ainda n&atilde;o sabem responder.</p>
<h4><br>Lula mant&eacute;m ampla vantagem em Pernambuco</h4>
<p>Na elei&ccedil;&atilde;o presidencial, Pernambuco continua apresentando forte vantagem para Lula. Na pesquisa estimulada, o presidente registra 52,9%, enquanto Fl&aacute;vio Bolsonaro aparece com 27,7%. O escritor Augusto Cury alcan&ccedil;a 8,2%; os demais nomes ficam abaixo de 1%.</p>
<p><br>A lideran&ccedil;a de Lula tamb&eacute;m aparece na pergunta espont&acirc;nea, considerada um indicador importante da cristaliza&ccedil;&atilde;o do voto. Nada menos do que 51,7% citam espontaneamente o presidente, contra 25,9% que mencionam Fl&aacute;vio Bolsonaro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em um eventual segundo turno entre os dois, a dist&acirc;ncia aumenta. Lula teria 58,4%, contra 32% de Fl&aacute;vio Bolsonaro, vantagem de 26,4 pontos percentuais.</p>
<p><br>Tamb&eacute;m chama aten&ccedil;&atilde;o a rejei&ccedil;&atilde;o presidencial. Fl&aacute;vio Bolsonaro &eacute; o nome em que 45,2% dos pernambucanos afirmam que n&atilde;o votariam de jeito nenhum, enquanto a rejei&ccedil;&atilde;o a Lula alcan&ccedil;a 32,5%.</p>
<p><br>O conjunto dos dados mostra, portanto, que a for&ccedil;a eleitoral de Lula continua sendo uma vari&aacute;vel central para compreender a elei&ccedil;&atilde;o pernambucana, com efeitos que ultrapassam a disputa presidencial e alcan&ccedil;am a corrida pelo Governo do Estado.</p>
<h2><br>Metodologia</h2>
<p>O Instituto Badra ouviu 1.500 eleitores, presencialmente, entre os dias 31 de agosto e 2 de setembro de 2026, em diferentes pontos de fluxo de 13 munic&iacute;pios de Pernambuco. A margem de erro &eacute; de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confian&ccedil;a de 95%.</p>
<p><br>O estat&iacute;stico respons&aacute;vel &eacute; Marcos Rog&eacute;rio Simonetti, registrado no CONRE da 1&ordf; Regi&atilde;o sob n&ordm; 10.744/SP e no CONRE da 5&ordf; Regi&atilde;o sob n&ordm; 8483. A Badra Comunica&ccedil;&atilde;o possui registro no Conselho Regional de Estat&iacute;stica da 3&ordf; Regi&atilde;o, n&ordm; J3238, e registro secund&aacute;rio no CONRE da 5&ordf; Regi&atilde;o, n&ordm; 8618. As pesquisas est&atilde;o registradas no sistema PesqEle, do Tribunal Superior Eleitoral, sob os n&uacute;meros PE-07979/2026 e BR-06901/2026.</p>]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-09-06T21:10:00+00:00</published>
            <updated>2026-09-07T00:45:49+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Pesquisa aponta cenário ainda aberto no Distrito Federal e revela Senado como disputa mais competitiva de 2026]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/08/05/pesquisa-aponta-cenario-ainda-aberto-no-distrito-federal-e-revela-senado-como-disputa-mais-competitiva-de-2026.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019fd265-0af8-700f-ab29-e336867a65a4</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Uma pesquisa quantitativa realizada pelo Instituto Badra entre os dias 29 e 31 de julho de 2026 mostra que o ambiente político-eleitoral do Distrito Federal ainda permanece em processo de consolidação...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal">Uma pesquisa quantitativa realizada pelo Instituto Badra entre os dias 29 e 31 de julho de 2026 mostra que o ambiente pol&iacute;tico-eleitoral do Distrito Federal ainda permanece em processo de consolida&ccedil;&atilde;o, especialmente na disputa para o Senado Federal, considerada o segmento mais competitivo entre os cen&aacute;rios avaliados.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">O levantamento ouviu 1.060 eleitores em onze regi&otilde;es administrativas do Distrito Federal e aferiu inten&ccedil;&otilde;es de voto para Presidente da Rep&uacute;blica, Governador do Distrito Federal e Senador, al&eacute;m de avaliar o grau de defini&ccedil;&atilde;o do voto, as prefer&ecirc;ncias do eleitor em rela&ccedil;&atilde;o ao perfil desejado dos futuros representantes e a percep&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o sobre o momento pol&iacute;tico do pa&iacute;s. A pesquisa possui margem de erro de tr&ecirc;s pontos percentuais, para mais ou para menos, e n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95%.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Na disputa presidencial, os resultados indicam um cen&aacute;rio mais consolidado, marcado pela concentra&ccedil;&atilde;o das inten&ccedil;&otilde;es de voto entre os principais polos nacionais, reproduzindo no Distrito Federal uma din&acirc;mica semelhante &agrave; observada em levantamentos nacionais.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">No cen&aacute;rio para o Governo do Distrito Federal, a pesquisa aponta uma disputa competitiva, por&eacute;m com maior defini&ccedil;&atilde;o entre os principais postulantes, embora ainda exista espa&ccedil;o para altera&ccedil;&otilde;es ao longo do processo eleitoral em raz&atilde;o do contingente de eleitores indecisos ou que ainda n&atilde;o manifestam prefer&ecirc;ncia consolidada.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">O maior destaque do levantamento est&aacute; na elei&ccedil;&atilde;o para o Senado Federal. Al&eacute;m da inten&ccedil;&atilde;o de voto espont&acirc;nea e estimulada, a pesquisa avaliou diferentes cen&aacute;rios eleitorais, hip&oacute;teses de substitui&ccedil;&atilde;o de candidaturas, comportamento do eleitor na escolha do primeiro e do segundo voto e o grau de firmeza das inten&ccedil;&otilde;es manifestadas. Os resultados revelam uma disputa bastante aberta, com significativa capacidade de reorganiza&ccedil;&atilde;o das prefer&ecirc;ncias eleitorais diante de diferentes composi&ccedil;&otilde;es de candidatos.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Outro dado relevante mostra que, embora aproximadamente metade dos entrevistados que j&aacute; escolheram um candidato afirme que sua decis&atilde;o &eacute; definitiva, uma parcela expressiva admite a possibilidade de alterar seu voto at&eacute; a realiza&ccedil;&atilde;o da elei&ccedil;&atilde;o, indicando que o cen&aacute;rio permanece suscet&iacute;vel &agrave; influ&ecirc;ncia da campanha eleitoral e do processo de consolida&ccedil;&atilde;o das candidaturas.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">A pesquisa tamb&eacute;m investigou o perfil de senador esperado pelo eleitor do Distrito Federal. A maior parte dos entrevistados afirmou preferir representantes capazes de conciliar a defesa das grandes pautas nacionais com aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s demandas espec&iacute;ficas do Distrito Federal, evidenciando a expectativa de uma atua&ccedil;&atilde;o equilibrada entre os interesses locais e o debate pol&iacute;tico nacional.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Em rela&ccedil;&atilde;o ao ambiente pol&iacute;tico, o sentimento mais citado pelos entrevistados ao definir o momento vivido pelo Brasil foi o de inseguran&ccedil;a, seguido por esperan&ccedil;a e revolta, indicando um eleitorado atento ao cen&aacute;rio nacional e &agrave;s perspectivas para os pr&oacute;ximos anos.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">De forma geral, os resultados apontam que, embora algumas disputas apresentem n&iacute;veis mais elevados de consolida&ccedil;&atilde;o, o quadro eleitoral do Distrito Federal ainda oferece espa&ccedil;o para mudan&ccedil;as significativas, sobretudo na elei&ccedil;&atilde;o para o Senado Federal, onde o elevado grau de competitividade e a exist&ecirc;ncia de diferentes possibilidades de composi&ccedil;&atilde;o tornam a disputa uma das mais abertas do processo eleitoral de 2026.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Pesquisa registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob os n&uacute;meros DF-09433/2026 e BR-08246/2026.</strong></p>
<p class="MsoNormal">Metodologia: levantamento quantitativo realizado entre os dias 29 e 31 de julho de 2026, com 1.060 entrevistas presenciais em 11 regi&otilde;es administrativas do Distrito Federal. Margem de erro de 3 pontos percentuais e n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95%.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">O caderno completo est&aacute; dispon&iacute;vel para download no site <a href="https://badrapesquisas.com.br/">badrbadrapesquisas.com.br</a></p>]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-08-05T14:43:00+00:00</published>
            <updated>2026-08-05T14:47:45+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Maioria dos paulistanos acredita em Deus, 88%, e minoria em vida além da morte, 55%]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/07/20/maioria-dos-paulistanos-acredita-em-deus-88-e-minoria-em-vida-alem-da-morte-55.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f7de3-ca93-7246-912a-af248b9170b9</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[O que acontece depois da morte? A pergunta, considerada uma das mais antigas da história da humanidade, foi transformada em objeto de pesquisa pelo Instituto Badra. Em um levantamento inédito realizad...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>O que acontece depois da morte? A pergunta, considerada uma das mais antigas da hist&oacute;ria da humanidade, foi transformada em objeto de pesquisa pelo Instituto Badra. Em um levantamento in&eacute;dito realizado entre os dias 3 e 7 de julho de 2026, com 1.060 moradores da cidade de S&atilde;o Paulo, o Instituto investigou como a popula&ccedil;&atilde;o paulistana interpreta temas relacionados &agrave; espiritualidade, &agrave; vida ap&oacute;s a morte e ao sobrenatural, revelando um retrato surpreendente das cren&ccedil;as presentes na maior cidade brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O primeiro dado que chama a aten&ccedil;&atilde;o &eacute; que 55,3% dos entrevistados afirmam n&atilde;o acreditar na exist&ecirc;ncia de vida ap&oacute;s a morte, enquanto 41,7% dizem acreditar e apenas 3,0% n&atilde;o souberam responder. Apesar disso, a pesquisa mostra que a cren&ccedil;a em Deus permanece amplamente majorit&aacute;ria: 88,7% dos paulistanos afirmam acreditar na exist&ecirc;ncia de Deus, contra apenas 7,9% que n&atilde;o acreditam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro aspecto que desperta interesse &eacute; a diversidade das cren&ccedil;as investigadas. Enquanto 65,7% acreditam na exist&ecirc;ncia de anjos e 66,0% acreditam em dem&ocirc;nios, apenas 34,3% afirmam acreditar na reencarna&ccedil;&atilde;o. A pesquisa tamb&eacute;m identificou que 23,0% acreditam em fantasmas, assombra&ccedil;&otilde;es ou almas penadas, embora apenas 17,5% afirmem j&aacute; ter vivenciado alguma experi&ecirc;ncia dessa natureza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Depois da morte</strong></p>
<p>Quando questionados sobre o que acontece depois da morte, os entrevistados apresentaram respostas bastante diversificadas. 36,0% acreditam que a pessoa permanece aguardando o Ju&iacute;zo Final, 26,2% entendem que nada acontece al&eacute;m da decomposi&ccedil;&atilde;o do corpo, 17,9% acreditam que a alma segue para o C&eacute;u, Purgat&oacute;rio ou Inferno, enquanto 12,8% defendem a reencarna&ccedil;&atilde;o. Outros 7,0% preferiram n&atilde;o opinar ou disseram n&atilde;o saber responder.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesquisa tamb&eacute;m investigou outras manifesta&ccedil;&otilde;es de espiritualidade e cren&ccedil;as populares. 60,9% afirmam acreditar em mau-olhado, quebranto ou olho gordo, enquanto 31,5% acreditam em bruxaria ou feiti&ccedil;aria. J&aacute; 40,0% dizem possuir alguma supersti&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No universo das pr&aacute;ticas esot&eacute;ricas, 20,6% afirmam consultar o hor&oacute;scopo com frequ&ecirc;ncia e 23,4% relatam j&aacute; ter recorrido, pelo menos uma vez na vida, a or&aacute;culos como tar&ocirc;, b&uacute;zios, runas ou numerologia. Entre aqueles que tiveram esse tipo de experi&ecirc;ncia, o tar&ocirc; aparece como a pr&aacute;tica considerada mais impactante, seguido pela numerologia e pelos b&uacute;zios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vida extraterrestre?</strong></p>
<p>O levantamento tamb&eacute;m explorou temas relacionados ao desconhecido fora da tradi&ccedil;&atilde;o religiosa. Apenas 16,2% dos paulistanos acreditam na exist&ecirc;ncia de vida extraterrestre, enquanto 78,3% afirmam n&atilde;o acreditar, revelando um comportamento mais c&eacute;tico quando o tema se desloca da espiritualidade para hip&oacute;teses relacionadas ao universo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro resultado que merece destaque diz respeito ao medo da morte. Apesar de o tema ocupar lugar central nas diferentes tradi&ccedil;&otilde;es religiosas, 64,5% afirmam n&atilde;o ter medo de morrer, contra 33,4% que reconhecem sentir esse temor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o Instituto Badra, um dos aspectos mais relevantes da pesquisa est&aacute; justamente na diversidade de respostas encontradas. "Mais do que medir cren&ccedil;as religiosas, o levantamento revela como os paulistanos procuram atribuir significado a uma das maiores perguntas da exist&ecirc;ncia humana. A pesquisa demonstra que f&eacute;, espiritualidade, tradi&ccedil;&atilde;o religiosa e experi&ecirc;ncias pessoais convivem de forma bastante plural na sociedade contempor&acirc;nea", destaca o jornalista Maur&iacute;cio Juvenal, consultor em an&aacute;lise de dados da institui&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O estudo tamb&eacute;m permite comparar a realidade paulistana com tend&ecirc;ncias observadas em pesquisas internacionais realizadas por institutos como Pew Research Center, Gallup e Ipsos, que apontam crescimento da espiritualidade individualizada em diferentes partes do mundo, ainda que nem sempre acompanhada de maior vincula&ccedil;&atilde;o &agrave;s religi&otilde;es organizadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PRINCIPAIS RESULTADOS</strong></p>
<p>- 88,7% acreditam na exist&ecirc;ncia de Deus;</p>
<p>- 66,0% acreditam em dem&ocirc;nios;</p>
<p>- 65,7% acreditam em anjos;</p>
<p>- 60,9% acreditam em mau-olhado;</p>
<p>- 55,3% dizem n&atilde;o acreditar em vida ap&oacute;s a morte;</p>
<p>- 41,7% acreditam em vida ap&oacute;s a morte;</p>
<p>- 40,0% possuem alguma supersti&ccedil;&atilde;o;</p>
<p>- 34,3% acreditam em reencarna&ccedil;&atilde;o;</p>
<p>- 31,5% acreditam em bruxaria ou feiti&ccedil;aria;</p>
<p>- 23,4% j&aacute; consultaram tar&ocirc;, b&uacute;zios, runas ou numerologia;</p>
<p>- 23,0% acreditam em fantasmas;</p>
<p>- 20,6% consultam hor&oacute;scopo;</p>
<p>- 17,5% afirmam j&aacute; ter visto fantasmas ou assombra&ccedil;&otilde;es;</p>
<p>- 16,2% acreditam em vida extraterrestre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>METODOLOGIA</strong></p>
<p>A pesquisa foi realizada pelo Instituto Badra entre os dias 3 e 7 de julho de 2026, com 1.060 moradores do munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo, com 16 anos ou mais, utilizando metodologia n&atilde;o probabil&iacute;stica por cotas, respeitando a distribui&ccedil;&atilde;o religiosa observada pelo Censo Demogr&aacute;fico 2022 do IBGE. As entrevistas foram presenciais, realizadas nas quatro macrorregi&otilde;es da capital paulista. A margem de erro &eacute; de tr&ecirc;s pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de intervalo de confian&ccedil;a.</p>]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-07-20T03:01:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-20T04:59:51+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Instituto Badra chega à Pernambuco e pesquisa mostra empate técnico entre João Campos e Raquel Lyra]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/06/11/instituto-badra-chega-a-pernambuco-e-pesquisa-mostra-empate-tecnico-entre-joao-campos-e-raquel-lyra.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd4-26a0-702c-a8f3-e56518b97b44</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[A disputa pelo Governo de Pernambuco está mais aberta do que muitos analistas políticos imaginavam há poucos meses. Pesquisa realizada pelo Instituto Badra aponta que o prefeito do Recife, João Campos...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A disputa pelo Governo de Pernambuco está mais aberta do que muitos analistas políticos imaginavam há poucos meses. Pesquisa realizada pelo Instituto Badra aponta que o prefeito do Recife, João Campos (PSB), aparece numericamente à frente da governadora Raquel Lyra (PSD) na corrida pelo Palácio do Campo das Princesas, mas dentro da margem de erro do levantamento, configurando empate técnico entre os dois principais concorrentes.</p>

<p> </p>

<p>No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, João Campos registra 44,2% das intenções de voto, enquanto Raquel Lyra aparece com 41,1%. Anderson Ferreira soma 6,0% e Ivan Moraes alcança 0,8%. Ninguém, branco, nulo e indecisos totalizam 7,9%.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/06/002_1.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p>A diferença de apenas 3,1 pontos percentuais entre os dois líderes da disputa está exatamente no limite da margem de erro da pesquisa, de três pontos percentuais para mais ou para menos.</p>

<p> </p>

<p>O resultado confirma uma tendência observada nas últimas semanas: a redução gradual da vantagem de João Campos e a recuperação política da governadora. No início do ciclo pré-eleitoral, predominava no ambiente político pernambucano a percepção de que o prefeito recifense caminhava para uma disputa confortável. Os números atuais, porém, indicam um cenário significativamente mais competitivo.</p>

<p> </p>

<p>Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados respondem sem acesso a uma lista de candidatos, João Campos aparece com 29,3%, enquanto Raquel Lyra registra 22,7%. O resultado demonstra que ambos possuem elevado grau de conhecimento junto ao eleitorado, embora ainda exista um contingente expressivo de eleitores sem posicionamento definido.</p>

<p> </p>

<p>A governadora parece colher os efeitos de uma estratégia de comunicação e presença territorial intensificada nos últimos meses. Desde o início do ano, Raquel ampliou agendas pelo interior do Estado, reforçou a divulgação de ações de governo e passou a explorar uma comunicação digital que busca combinar firmeza administrativa com proximidade popular.</p>

<p> </p>

<p>João Campos, por sua vez, mantém forte capital político associado à sua gestão no Recife, à tradição eleitoral do PSB em Pernambuco e ao legado político construído por sua família ao longo das últimas décadas. Ainda assim, o estreitamento da disputa sugere que o favoritismo inicialmente atribuído ao socialista já não encontra respaldo tão evidente nos números.</p>

<p> </p>

<p>Os cruzamentos da pesquisa mostram uma disputa equilibrada em praticamente todos os segmentos sociais. João apresenta melhor desempenho entre os eleitores de renda mais elevada e entre os evangélicos, enquanto Raquel demonstra força entre os eleitores mais velhos, especialmente aqueles com 60 anos ou mais.</p>

<p> </p>

<p>Outro dado relevante é o grau de convicção do eleitorado. Entre aqueles que já declararam voto em algum candidato, 70,5% afirmam que sua decisão é definitiva, enquanto 23% dizem que ainda podem mudar de escolha até a eleição.</p>

<p> </p>

<p>As taxas de rejeição também revelam equilíbrio. João Campos registra 22,8% de rejeição e Raquel Lyra aparece com 22,7%, números praticamente idênticos e que indicam espaço para crescimento de ambos os candidatos durante a campanha.</p>

<p> </p>

<p><strong>PARA O SENADO</strong></p>

<p>Além da disputa estadual, a pesquisa também mediu a corrida ao Senado Federal. No cenário estimulado para o primeiro voto, Marília Arraes lidera com 27,8%, seguida por Humberto Costa, com 17,7%, Anderson Ferreira, com 16,0%, e Miguel Coelho, com 13,1%. Eduardo da Fonte aparece com 8,1%.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/06/003.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p>Nos bastidores, lideranças políticas acompanham com atenção outro fator considerado decisivo para a disputa estadual, isto é, o posicionamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pernambuco é um dos estados em que a influência política do presidente continua sendo relevante, especialmente entre os eleitores de menor renda e nos segmentos historicamente identificados com o campo progressista.</p>

<p> </p>

<p>João Campos mantém alinhamento público e frequente com Lula. Já Raquel Lyra tem buscado preservar uma relação institucional positiva com o governo federal, mas enfrenta restrições políticas para assumir uma associação eleitoral explícita ao presidente. A forma como essa equação será resolvida nos próximos meses poderá influenciar diretamente o comportamento do eleitorado.</p>

<p> </p>

<p>Com pouco mais de um ano para a eleição, o cenário revelado pela pesquisa sugere que Pernambuco caminha para uma das disputas estaduais mais competitivas do país, sem favorito absoluto e com espaço para movimentações capazes de alterar o equilíbrio atualmente observado.</p>

<p> </p>

<p><strong>Metodologia</strong></p>

<p>A pesquisa foi realizada pelo Instituto Badra entre os dias 2 e 6 de junho de 2026, mediante a realização de 1.500 entrevistas presenciais com eleitores de 13 municípios do Estado de Pernambuco. O levantamento possui margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%.</p>

<p> </p>

<p>A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número <strong>PE-02486/2026</strong>. A coordenação estatística é de responsabilidade de Marcos Rogério Simonetti, registrado nos Conselhos Regionais de Estatística da 1ª e da 5ª Regiões. O Instituto Badra possui registro junto ao Sistema CONRE e adota procedimentos de auditoria, georreferenciamento e checagem de entrevistas para controle de qualidade dos dados coletados.</p>

<p> </p>

<p>Segundo rankings nacionais que avaliam o desempenho dos institutos de pesquisa com base na comparação entre levantamentos eleitorais e resultados oficiais das urnas, o Instituto Badra figura entre os mais assertivos do país, ocupando atualmente a oitava colocação nacional em precisão acumulada.</p>
]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-06-11T22:37:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:24:58+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Lula abre vantagem sobre Flavio Bolsonaro e arrasta Haddad para perto de Tarcísio, diz Badra]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/06/04/lula-abre-vantagem-sobre-flavio-bolsonaro-e-arrasta-haddad-para-perto-de-tarcisio-diz-badra.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd4-2561-72f7-bff8-2c22d9d47606</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[A quatro meses das eleições de outubro, a disputa eleitoral em São Paulo permanece aberta e altamente competitiva. Levantamento realizado pelo Instituto Badra em 62 municípios paulistas mostra que o g...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A quatro meses das eleições de outubro, a disputa eleitoral em São Paulo permanece aberta e altamente competitiva. Levantamento realizado pelo Instituto Badra em 62 municípios paulistas mostra que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) segue liderando a corrida pelo Palácio dos Bandeirantes, mas vê o ex-ministro Fernando Haddad (PT) encurtar a distância em um ambiente político que tem favorecido mais a oposição do que a situação nas últimas semanas.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="g01" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/06/g01.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p>O estudo, realizado entre os dias 28 e 31 de maio, com 1.500 eleitores, também revela um cenário nacional favorável ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Estado de São Paulo. Na disputa presidencial estimulada, Lula aparece com 44,2% das intenções de voto, contra 34,3% de Flávio Bolsonaro (PL), abrindo uma vantagem de quase dez pontos percentuais no maior colégio eleitoral do Brasil.</p>

<p> </p>

<p>O resultado é considerado politicamente relevante porque reforça a hipótese de nacionalização da disputa estadual. Historicamente, o desempenho dos candidatos ao governo paulista costuma ser influenciado pelo ambiente político nacional, sobretudo em eleições marcadas pela polarização. Foi assim em 2018 e também em 2022.</p>

<p> </p>

<p><strong>TARCÍSIO LIDERA, MAS HADDAD ENCURTA DISTÂNCIA</strong></p>

<p>Na corrida pelo Governo do Estado, Tarcísio de Freitas aparece com 36,7% das intenções de voto no cenário estimulado. Fernando Haddad registra 29,0%.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="g02" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/06/g02.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p>Na sequência surgem Paulo Serra (11,2%) e Kim Kataguiri (8,8%), compondo um cenário de disputa em que o governador permanece favorito, mas distante de qualquer condição de tranquilidade eleitoral. Vitória em primeiro turno, nesse momento, nem pensar. Algo que há pouco mais de um mês, fazia total sentido.</p>

<p> </p>

<p>A diferença de 7,7 pontos percentuais entre os dois principais concorrentes é considerada administrável com aperto, em uma campanha que ainda terá quatro meses de exposição eleitoral, debates e propaganda.</p>

<p> </p>

<p>A pesquisa indica ainda que Haddad encontra terreno fértil para crescer entre mulheres, eleitores de menor renda e segmentos mais identificados com o presidente Lula, enquanto Tarcísio mantém desempenho superior entre homens, eleitores de renda mais elevada e setores mais conservadores.</p>

<p> </p>

<p>Outro dado relevante está na rejeição. Haddad lidera esse indicador, com 30,0%, enquanto Tarcísio registra 24,8%. O número demonstra que o petista ainda enfrenta barreiras importantes para ampliar seu eleitorado, apesar do avanço observado nas intenções de voto.</p>

<p> </p>

<p><strong>LULA LIDERA EM SÃO PAULO</strong></p>

<p>Na disputa pelo Palácio do Planalto, o cenário encontrado pela Badra mostra uma inversão em relação à tradição recente do eleitorado paulista.</p>

<p> </p>

<p>Lula alcança 44,2% das intenções de voto, contra 34,3% de Flávio Bolsonaro. Os demais nomes aparecem distantes, todos abaixo de 3%.</p>

<p> </p>

<p>O levantamento também mostra equilíbrio na rejeição entre os dois principais adversários. Flávio Bolsonaro registra 33,6%, enquanto Lula aparece com 31,8%.</p>

<p> </p>

<p>Para analistas políticos, o resultado sugere que parte do eleitorado paulista tem reagido ao noticiário nacional recente, marcado por discussões envolvendo economia, tarifas internacionais, segurança pública e episódios que atingiram diretamente lideranças do campo bolsonarista.</p>

<p> </p>

<p><strong>SENADO TEM CORRIDA IMPREVISÍVEL</strong></p>

<p>Se a disputa para governador apresenta um favorito, a eleição para o Senado segue completamente indefinida.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="g03" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/06/g03.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p>No cenário estimulado mais enxuto, Marcio França lidera o primeiro voto com 18,6%, seguido por Guilherme Derrite (17,5%), Simone Tebet (15,5%) e André do Prado (13,5%).</p>

<p> </p>

<p>Quando considerados conjuntamente primeiro e segundo votos, a diferença entre os principais candidatos diminui ainda mais. André do Prado aparece com 15,8%, Marcio França com 15,3%, Simone Tebet com 14,1% e Guilherme Derrite com 13,8%.</p>

<p> </p>

<p>Em um segundo cenário, mais amplo, a liderança passa para Simone Tebet, com 11,2%, seguida por André do Prado (10,4%), Guilherme Derrite (9,5%) e Marcio França (7,8%).</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="g04" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/06/g04.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p>Os números mostram que nenhuma candidatura conseguiu consolidar favoritismo e que as duas vagas em disputa permanecem abertas. Fica claro que os pré-candidatos com capacidade de diálogo em territórios alheios, casos de Marcio e André do Prado, têm maior chance de êxito na corrida eleitoral por uma cadeira no Senado.</p>

<p> </p>

<p><strong>RUSSOMANNO LIDERA CORRIDA PARA A CÂMARA FEDERAL</strong></p>

<p>Na disputa para deputado federal, o ex-deputado Celso Russomanno mantém sua tradicional força eleitoral e aparece na liderança do cenário estimulado.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="g05" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/06/g05.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p>Com 22,5%, ele surge à frente de Ana Carolina Oliveira, que alcança 12,7%, e de Tabata Amaral, com 8,9%.</p>

<p> </p>

<p>Na sequência aparecem Baleia Rossi (8,7%) e o jornalista José Luiz Datena, com 6,7%, demonstrando que nomes de grande exposição pública continuam exercendo forte capacidade de mobilização eleitoral.</p>

<p> </p>

<p>O cenário estimulado, aliás, é composto por 13 nomes e reuniu os mais bem votados na eleição de 2022 e outros com (suposta) densidade eleitoral, como Datena, Zé Dirceu e Nat Boulos, que não disputaram a última eleição à Câmara Federal.</p>

<p> </p>

<p><strong>CAIO FRANÇA APARECE À FRENTE PARA DEPUTADO ESTADUAL</strong></p>

<p>Já na disputa pela Assembleia Legislativa, o deputado Caio França aparece na liderança, com 16,1% das intenções de voto.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="g06" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/06/g06.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p>Ana Carolina Serra surge logo atrás, com 15,5%, seguida por Bruna Furlan, que registra 12,3%.</p>

<p> </p>

<p>O desempenho de Caio França é atribuído, em parte, à visibilidade conquistada em pautas relacionadas à regulamentação e ao uso medicinal da cannabis, tema que vem ganhando espaço no debate público paulista.</p>

<p> </p>

<p>À exemplo do cenário estimulado para a Câmara Federal, na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo ele também é composto por 13 nomes: os mais bem votados em 2022 e outros players políticos de destaque e que se apresentam agora como pré-candidatos.</p>

<p> </p>

<p><strong>RETRATO DE UM MOMENTO</strong></p>

<p>Mais do que apontar vencedores, a pesquisa Badra desenha um cenário de alta competitividade para outubro.</p>

<p> </p>

<p>Tarcísio de Freitas permanece na dianteira na disputa estadual, mas vê Fernando Haddad crescer impulsionado por um ambiente nacional mais favorável ao campo liderado por Lula.</p>

<p> </p>

<p>No Senado, nenhuma candidatura conseguiu abrir vantagem consistente. Nas disputas proporcionais, o voto segue pulverizado e fortemente influenciado pelo grau de conhecimento dos candidatos.</p>

<p> </p>

<p>Em outras palavras, São Paulo continua sendo São Paulo: decisivo para o Brasil, imprevisível para os candidatos e, neste momento, longe de oferecer qualquer resultado definitivo antes da abertura oficial da campanha eleitoral.</p>

<p> </p>

<p>A pesquisa Badra ouviu 1.060 moradores-eleitores de 62 diferentes municípios do Estado de São Paulo entre os dias 28 e 31 de maio. A margem de erro do levantamento é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob os números SP – 05297/2026 e BR – 05119/2026. <strong>O caderno completo da pesquisa você acessa em <a href="https://badrapesquisas.com.br/" target="_blank">badrapesquisas.com.br/</a>.</strong></p>
]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <category term="Brasil" />
                        <category term="Mundo" />
                        <published>2026-06-04T16:39:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:25:26+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Badra faz a maior pesquisa eleitoral de 2026 registrada na Justiça Eleitoral com 10 mil entrevistas]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/05/04/badra-faz-a-maior-pesquisa-eleitoral-de-2026-registrada-na-justica-eleitoral-com-10-mil-entrevistas.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd4-2abe-7263-81df-3a589f6541c8</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[O Instituto Badra deu início a mais ampla pesquisa de intenção de voto já registrada para as eleições de 2026 na Baixada Santista. Com uma amostra de 10 mil entrevistas, o levantamento se destaca como...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>O Instituto Badra deu início a mais ampla pesquisa de intenção de voto já registrada para as eleições de 2026 na Baixada Santista. Com uma amostra de 10 mil entrevistas, o levantamento se destaca como o maior entre os cadastrados neste ano na plataforma PesqEle, da Justiça Eleitoral.</p>

<p> </p>

<p>A pesquisa abrange os nove municípios da região (Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos e São Vicente) e busca captar o comportamento do eleitorado em relação a todos os cargos em disputa nas eleições de outubro: presidente da República, governador de São Paulo, senador (duas vagas), deputado federal e deputado estadual.</p>

<p> </p>

<p>O trabalho de campo começou no dia 27 de abril e segue até 6 de maio, com entrevistas realizadas em pontos de grande circulação de pessoas em cada uma das cidades. A região da Baixada Santista concentra cerca de 1,5 milhão de eleitores, e a amostra foi desenhada para refletir com precisão o sentimento do universo, ou seja, o conjunto do eleitorado da Região. Segundo Robson de Castro, coordenador de campo do instituto, a distribuição das entrevistas respeita a proporcionalidade do eleitorado de cada município, além de variáveis como gênero, faixa etária, escolaridade e renda.</p>

<p> </p>

<p>O questionário inclui tanto perguntas espontâneas, quando o eleitor indica livremente seu candidato, quanto estimuladas, nas quais são apresentados nomes previamente definidos. Embora não haja, do ponto de vista metodológico, pesquisas tradicionais para eleições proporcionais, como deputado federal e estadual, o volume expressivo da amostra permite identificar com considerável precisão quais nomes estão mais presentes na memória do eleitor.</p>

<p> </p>

<p>Além das intenções de voto, o levantamento traz indicadores estratégicos sobre o cenário eleitoral. Os entrevistados são questionados, por exemplo, sobre quem acreditam que vencerá as eleições para presidente e governador, independentemente de sua própria escolha. Outro ponto analisado é o grau de definição do voto: se o eleitor já decidiu seu candidato ou se ainda pode mudar até o dia da eleição.</p>

<p> </p>

<p><strong>ELEIÇÃO PROPORCIONAL</strong></p>

<p>Para os cargos proporcionais, deputado federal e deputado estadual, o levantamento traz um diferencial metodológico, com três cenários distintos, para além do espontâneo.</p>

<p> </p>

<p>O primeiro cenário reúne os atuais deputados eleitos pela região, somados aos pré-candidatos que atenderam ao chamado do instituto e formalizaram, por meio de e-mail, sua intenção de disputar o pleito em 2026. O segundo inclui, além dos atuais parlamentares, os dez candidatos mais votados na Baixada Santista nas eleições de 2022 e que permanecem na disputa do mesmo cargo. Já o terceiro cenário será composto exclusivamente pelos atuais deputados da região.</p>

<p> </p>

<p>Com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%, a pesquisa promete oferecer um retrato detalhado do sentimento político-eleitoral na região. Os resultados completos serão largamente divulgados e disponibilizados a partir do dia 11 de maio.<br />
 </p>
]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <category term="Litoral" />
                        <published>2026-05-04T06:21:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:26:27+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Badra inicia maior pesquisa eleitoral do Brasil, na Baixada Santista, com 10 mil entrevistas]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/04/25/badra-inicia-maior-pesquisa-eleitoral-do-brasil-na-baixada-santista-com-10-mil-entrevistas.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd4-2499-738e-9fa6-6d958c57e0c9</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[A pouco mais de cinco meses das eleições de outubro de 2026, o Instituto Badra, especializado em pesquisas de opinião pública, dará início a um amplo levantamento eleitoral na Baixada Santista. O estu...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A pouco mais de cinco meses das eleições de outubro de 2026, o Instituto Badra, especializado em pesquisas de opinião pública, dará início a um amplo levantamento eleitoral na Baixada Santista. O estudo vai ouvir 10 mil eleitores distribuídos proporcionalmente entre os nove municípios da região: Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos e São Vicente.</p>

<p> </p>

<p>A amostra representa o universo de mais de 1,5 milhão de eleitores da região e permitirá um retrato detalhado das tendências do eleitorado local em relação aos cinco cargos em disputa: Presidente da República, Governador de São Paulo, Senador (neste ano com duas vagas em disputa por estado), deputado federal e deputado estadual.</p>

<p> </p>

<p>O questionário incluirá tanto cenários espontâneos, quando o eleitor responde livremente, quanto cenários estimulados, nos quais nomes de candidatos são apresentados. Para os cargos proporcionais, deputado federal e deputado estadual, o levantamento trará um diferencial metodológico, com três cenários distintos, para além do espontâneo</p>

<p> </p>

<p>O primeiro cenário reunirá os atuais deputados eleitos pela região, somados aos pré-candidatos que atenderam ao chamado do instituto e formalizaram sua intenção de disputar o pleito em 2026. O segundo incluirá, além dos atuais parlamentares, os dez candidatos mais votados na Baixada Santista nas eleições de 2022 e que permanecem na disputa. Já o terceiro cenário será composto exclusivamente pelos atuais deputados da região.</p>

<p> </p>

<p>O Instituto Badra destaca que, do ponto de vista técnico, não há pesquisas quantitativas, de intenção de voto, metodologicamente válidas para eleições proporcionais, como ocorre nos cargos majoritários. Ainda assim, segundo especialistas, o tamanho expressivo da amostra permitirá identificar quais nomes estão mais presentes na memória do eleitor neste momento pré-eleitoral.</p>

<p> </p>

<p>O levantamento possui margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa será devidamente registrada na plataforma PesqEle, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atendendo integralmente às exigências legais.</p>

<p> </p>

<p>Os primeiros resultados serão divulgados a partir do dia 4 de maio.<br />
 </p>
]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-04-25T15:14:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:24:12+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Nova pesquisa temática Badra aponta que a mentira está no cotidiano da sociedade]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/04/01/nova-pesquisa-tematica-badra-aponta-que-a-mentira-esta-no-cotidiano-da-sociedade.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd4-2328-7202-beb7-6aea12fd4340</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[As equipes do Instituto Badra mais uma vez foram às ruas ouvir a população sobre um tema que afeta diariamente a vida de toda a sociedade - a mentira. Da mesma forma que nas pesquisas recentes sobre o...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>As equipes do Instituto Badra mais uma vez foram às ruas ouvir a população sobre um tema que afeta diariamente a vida de toda a sociedade - a mentira.</p>

<p> </p>

<p>Da mesma forma que nas pesquisas recentes sobre o que as mulheres de várias gerações pensam sobre assuntos sensíveis (<a href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/paulistanas-veem-avancos-mas-ainda-convivem-com-medo-desigualdade-e/38082/" target="_blank">Elas por Elas</a>) e sobre como os paulistanos lidam com um dos festejos mais tradicionais da cultura brasileira (Quem é você no Carnaval?), esse estudo do cotidiano compila dados que mostram um cenário onde a mentira e a verdade são usadas para manter, de certo modo, a sociedade em funcionamento.</p>

<p> </p>

<p>Segundo o jornalista e analista de dados Maurício Juvenal, os brasileiros não operam com uma moral rígida, mas com uma ética situacional, marcada por ambiguidades, justificativas e adaptações.</p>

<p> </p>

<p>Ele pontua que: “Se na tradição filosófica clássica, de Kant a Santo Agostinho, condena a mentira como uma violação absoluta do dever moral, a vida concreta parece se aproximar mais de Maquiavel, ou mesmo das interações descritas por Erving Goffman, em que a gestão da verdade é parte do jogo social. Isso mesmo: gestão da verdade!”.</p>

<p> </p>

<p><strong>Todos mentem, disse Dr. House</strong></p>

<p>De acordo com a pesquisa Badra, mais de 70% dos entrevistados acreditam que as pessoas mentem sempre ou frequentemente no dia a dia.</p>

<p> </p>

<p>Parafraseando o personagem que marcou época em uma das séries icônicas, todos mentem, o que muda são as motivações.</p>

<p> </p>

<p>No resultado da Badra, fica claro que quando se é observado o indivíduo, cerca de 38% admitem mentir com frequência. “Essa dissociação sugere um fenômeno clássico da psicologia social que é a tendência de atribuir ao outro comportamentos moralmente questionáveis, preservando a própria autoimagem”, destaca Juvenal.</p>

<p> </p>

<p><strong>Os fins justificam os meios quando a situação envolve verdade e mentira?</strong></p>

<p>Outros dados relevantes mostram que as pessoas consideram justificável faltar com a verdade para exercer função social para evitar conflitos (29,9%) e proteger alguém do sofrimento (26,2%).</p>

<p> </p>

<p>É algo que remete ao excelente filme de comédia “O Mentiroso”, com Jim Carrey, onde seu personagem Fletcher Reede é um advogado bem-sucedido que tem o hábito de mentir compulsivamente, tanto no trabalho quanto na vida pessoal, principalmente para o próprio filho. Cansado das promessas quebradas do pai, o garoto faz um pedido de aniversário: que Fletcher não consiga mentir por 24 horas.</p>

<p> </p>

<p>O desejo misteriosamente se realiza, e Fletcher passa a ser incapaz de dizer qualquer mentira, o que vira sua vida de cabeça para baixo. No meio de um caso importante no tribunal, ele é obrigado a falar apenas a verdade, gerando situações caóticas, constrangedoras e muito engraçadas.</p>

<p> </p>

<p>No fim, a experiência faz Fletcher perceber o quanto suas mentiras estavam prejudicando sua relação com o filho, levando-o a repensar suas atitudes e tentar se tornar uma pessoa melhor.</p>

<p> </p>

<p>“Aqui, o dado empírico dialoga diretamente com práticas cotidianas reconhecíveis. Por exemplo, a chamada ‘mentira piedosa’, aquela que diz que um presente agradou, suaviza um diagnóstico ou omite uma crítica para não ferir alguém. Nesses casos, a mentira deixa de ser vista como falha moral e passa a ser interpretada até mesmo como ato de empatia. Essa lógica se confirma quando analisamos um dado concreto: 85,8% dos entrevistados afirmam já ter mentido para proteger alguém de uma notícia negativa. Ou seja, aquilo que é justificado em teoria é amplamente praticado na vida real”, afirma Maurício Juvenal, ao analisar os resultados desse importante levantamento estatístico.<br />
 </p>

<p> </p>

<p><strong>O peso da verdade e as consequências da mentira</strong></p>

<p>O personagem Pinóquio, de Carlo Collodi e que ganhou vida no universo Disney, mostra que esse paradoxo entre verdade e mentira gera consequências - e isso também fica evidente na pesquisa Badra.</p>

<p><br />
De acordo com o levantamento, a grande maioria reconhece que a verdade fortalece a confiança (83,8%) e constrói relações sólidas (89,5%). Ao mesmo tempo, 72,3% afirmam que dizer a verdade pode causar problemas ou prejudicar alguém.</p>

<p> </p>

<p>Juvenal enfatiza que essa dualidade se expressa também na experiência pessoal. “O dado é impressionante! Exatos 73,1% dizem já terem se arrependido, em algum momento, de dizer a verdade.  Aqui, o dialogismo com a vida real é evidente. A verdade pode ser virtude, mas também pode ser violência. Um comentário honesto pode fortalecer relações ou destruí-las; uma revelação pode libertar ou ferir. O dado empírico confirma aquilo que a literatura já apontava: a verdade, assim como a mentira, é uma prática situada”.<br />
 </p>

<p> </p>

<p><strong>Uma conclusão verdadeira - você também mente</strong></p>

<p>Essa pesquisa temática Badra com foco em entender o cotidiano e dar voz ao que pensam as pessoas sobre um tema tão espinhoso conclui que não existe uma única moral da verdade e da mentira no Brasil.</p>

<p> </p>

<p>Maurício Juvenal conclui sua análise dos dados destacando que a revelação é clara: você também mente. “Se a filosofia buscou respostas universais, a pesquisa revela algo mais próximo da vida real: a verdade e a mentira são menos categorias fixas e mais instrumentos situados de gestão das relações humanas. E com certeza o dado mais profundo consagra que não é que as pessoas não valorizem a verdade, é que aprenderam, pela experiência, que nem sempre é possível sustentá-la sem custo”.<br />
 </p>

<p> </p>

<p><strong>DADOS CRUZADOS</strong></p>

<p><strong>Entre norma e contexto: a arquitetura social da mentira e da verdade</strong></p>

<p>A análise cruzada dos dados revela que a relação dos indivíduos com a mentira e a verdade não é homogênea, mas estruturada por variáveis sociais que modulam tanto a percepção quanto a prática. Idade, renda, escolaridade, ocupação e religião não apenas influenciam opiniões, elas organizam diferentes “regimes morais” dentro da sociedade.</p>

<p> </p>

<p><strong>1. A percepção da mentira: jovens mais céticos, renda mais alta mais crítica</strong></p>

<p>A crença de que “as pessoas mentem o tempo todo” não é distribuída de forma uniforme.</p>

<p> </p>

<p>Entre jovens de 16 a 24 anos, 47,1% afirmam que as pessoas mentem várias vezes ao dia, patamar significativamente acima dos idosos (29,1%) .</p>

<p> </p>

<p>Já entre os mais ricos, digamos assim, com renda superior a R$ 8 mil/mês, esse índice cai drasticamente para 19,1%, enquanto nas faixas de menor renda chega a 35%. Qual a interpretação disso?</p>

<p> </p>

<p>Há aqui dois padrões distintos. O primeiro, o geracional, indica que os mais jovens parecem mais desconfiados do tecido social, possivelmente refletindo maior exposição a ambientes de alta circulação de informação (e desinformação);</p>

<p> </p>

<p>O segundo padrão, socioeconômico, carimba que indivíduos de maior renda demonstram menor percepção de mentira constante, o que pode indicar maior inserção em ambientes institucionais mais regulados ou maior confiança nas interações.</p>

<p><br />
<strong>2. O paradoxo moral: quem mais percebe a mentira não é quem mais admite mentir</strong></p>

<p>Ao cruzar percepção (P01) com prática (P02), surge uma tensão importante. Jovens são os que mais percebem a mentira como frequente (47,1%), mas também apresentam níveis elevados de autorreconhecimento de mentira frequente (cerca de 45% entre sempre + frequentemente).</p>

<p> </p>

<p>Já os mais velhos (60+) percebem menos mentira e também admitem mentir menos (apenas 8,6% dizem mentir sempre).</p>

<p> </p>

<p>A partir daí, fica impossível não concluir que nos jovens há uma coerência cínica: reconhecem a mentira como regra e se inserem nela. Nos mais velhos, há uma coerência normativa: menor percepção e menor prática. Pesadão, né? Que nada. Isso na prática sugere dois regimes éticos, um mais realista/adaptativo (jovens), e outro mais normativo/idealizado (idosos).</p>

<p><br />
<strong>3. A moral da justificativa: religião e renda moldam limites da mentira</strong></p>

<p>A questão sobre quando a mentira é justificável (P03) permite cruzamentos especialmente reveladores.</p>

<p> </p>

<p>Evangélicos, por exemplo, apresentam maior rigidez moral ao 22% deles afirmam que a mentira nunca é justificável. Os católicos são mais flexíveis, ou pelo menos parecem, visto que apenas 15% sustentam essa posição .</p>

<p> </p>

<p>Mas é óbvio que essa rigidez convive com nuances que merecem melhor reflexão ou reflexão mais detida. Evangélicos também aparecem com índices relevantes na justificativa por proteção emocional (28,4%). Uma leitura mais sofisticada desse fenômeno vai indicar que não se trata de moral rígida versus flexível, mas de moral com tensão interna, onde princípios fortes coexistem com adaptações práticas.</p>

<p> </p>

<p>Em termos de renda, entre os mais ricos, a mentira para proteger alguém cai para 13,8%, enquanto nas faixas mais baixas ultrapassa 27%. Já a ideia de que “nunca é justificável” cresce entre os de renda mais alta. A verdade é que classes mais altas tendem a uma ética mais formalizada, menos baseada em mediação emocional, enquanto as classes mais baixas operam com uma ética mais relacional, onde preservar o outro pesa mais que a regra.</p>

<p> </p>

<p><strong>4. Hierarquia moral das mentiras: intenção importa mais que o ato</strong></p>

<p>Ao cruzar os diferentes tipos de mentira (P04 a P08), emerge uma estrutura clara:</p>

<p> </p>

<table>
	<tbody>
		<tr>
			<td>
			<p dir="ltr"><strong id="docs-internal-guid-f567cead-7fff-8031-92df-ed7ebbebce69">Tipo de mentira</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p dir="ltr"><strong id="docs-internal-guid-f567cead-7fff-8031-92df-ed7ebbebce69">Grau de condenação</strong></p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p dir="ltr"><strong id="docs-internal-guid-f567cead-7fff-8031-92df-ed7ebbebce69">Para vantagem pessoal</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p dir="ltr"><strong id="docs-internal-guid-f567cead-7fff-8031-92df-ed7ebbebce69">Altíssima (mais de 70% grave/muito grave)</strong></p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p dir="ltr"><strong id="docs-internal-guid-f567cead-7fff-8031-92df-ed7ebbebce69">Para desafiar regras</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p dir="ltr"><strong id="docs-internal-guid-f567cead-7fff-8031-92df-ed7ebbebce69">Alta</strong></p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p dir="ltr"><strong id="docs-internal-guid-f567cead-7fff-8031-92df-ed7ebbebce69">Para adequação social</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p dir="ltr"><strong id="docs-internal-guid-f567cead-7fff-8031-92df-ed7ebbebce69">Moderada</strong></p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p dir="ltr"><strong id="docs-internal-guid-f567cead-7fff-8031-92df-ed7ebbebce69">Para proteger alguém</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p dir="ltr"><strong id="docs-internal-guid-f567cead-7fff-8031-92df-ed7ebbebce69">Baixa</strong></p>
			</td>
		</tr>
	</tbody>
</table>

<p> </p>

<p>E o cruzamento por ocupação e renda aprofunda isso. População não ocupada tende a ver menos gravidade nas mentiras em geral. População ocupada é mais rígida, especialmente em mentiras associadas a regras e autoridade.</p>

<p> </p>

<p>Isso inspira que o vínculo com estruturas institucionais (trabalho, regras, hierarquias) aumenta a sensibilidade moral a certos tipos de mentira, ou seja, a moral também é funcional ao lugar social do indivíduo.<br />
 </p>

<p> </p>

<p><strong>5. O caso da omissão: estratégia moral intermediária (com forte variação educacional)</strong></p>

<p>O debate sobre a omissão (P10) é um dos pontos mais sofisticados da pesquisa. Entre pessoas com ensino superior, apenas 3,6% consideram omissão tão grave quanto mentira. Entre os menos escolarizados, esse número sobe para 13,5% .</p>

<p> </p>

<p>Além disso, quanto maior a escolaridade, maior a tendência de considerar a omissão como algo “dependente da situação”. Na prática, a escolaridade parece aumentar a capacidade de operar com nuances morais, legitimando zonas cinzentas. Se fosse para desenhar, seria mais ou menos assim:</p>

<p>- Maior capital cultural → maior relativização ética</p>

<p>- Menor capital cultural → maior tendência à moral dicotômica (certo/errado)</p>

<p> </p>

<p> </p>

<p><strong>6. Verdade como risco: mulheres, baixa renda e ocupação revelam maior cautela</strong></p>

<p>O reconhecimento de que a verdade pode causar problemas (P12) é quase consensual (72,3%), mas há variações. Entre pessoas de baixa renda, chega a 80,9%. Já entre população não ocupada, cai para 56,3%. Parece um sinal de que quanto maior a vulnerabilidade social, maior a percepção de risco associado à verdade. A verdade, nesses contextos, deixa de ser apenas um valor e passa a ser uma decisão estratégica com potencial de dano real.</p>

<p> </p>

<p><strong>7. Experiência vivida: mentira e arrependimento revelam coerência prática</strong></p>

<p>Os dados de experiência (P29 e P30) também são especialmente, e interessantemente, reveladores. Nada menos do que 85,8% dos entrevistados dizem  que já mentiram para proteger alguém. Até aí tudo bem. Tudo bem? Ao mesmo tempo, 73,1% disseram ter se arrependido de dizer a verdade, em algum momento. Quando cruzamos isso com idade, os adultos (25–44) apresentam os maiores índices em ambos os casos.</p>

<p> </p>

<p>Isso não quer dizer outra coisa senão que esse grupo vive o auge das responsabilidades sociais (família, trabalho), onde os dilemas éticos são mais frequentes. Aquela coisa que podemos chamar de ética da responsabilidade relacional. A ética que interessa!?</p>

<p> </p>

<p><strong>8. O núcleo decisório: princípios versus consequências</strong></p>

<p>Na decisão final (P32), 54,2% dizem agir por princípios; 21,8% consideram o impacto sobre os outros; e 16% consideram o próprio benefício .</p>

<p> </p>

<p>Mas o cruzamento revela que entre os mais escolarizados e ocupados, cresce o peso dos princípios (até 65%) e entre renda mais baixa, cresce a lógica consequencial. É um dado que dá para entender e até para explicar. O primeiro grupo trata da moral declarada (princípios) e o segundo da moral operacional (consequências). E essa diferença varia conforme posição social.<br />
 <br />
 </p>

<p><strong>Síntese interpretativa: três regimes morais coexistentes</strong></p>

<p>A partir dos cruzamentos, é possível identificar três grandes padrões:</p>

<p> </p>

<p><strong>1. Regime normativo (mais presente em idosos, religiosos e renda alta)</strong></p>

<p>- Maior rigidez moral declarada</p>

<p>- Menor aceitação da mentira</p>

<p>- Maior valorização de princípios</p>

<p> </p>

<p><strong>2. Regime relacional (mais presente em baixa renda e adultos)</strong></p>

<p>- Mentira como ferramenta de cuidado</p>

<p>- Forte peso das consequências sociais</p>

<p>- Ética baseada em proteção e convivência</p>

<p> </p>

<p><strong>3. Regime pragmático-adaptativo (mais presente em jovens)</strong></p>

<p>- Alta percepção de mentira no ambiente</p>

<p>- Maior naturalização da prática</p>

<p>- Menor dissonância entre discurso e comportamento</p>

<p> </p>

<p><strong>Conclusão ampliada</strong></p>

<p>Os cruzamentos mostram que não existe uma única moral da verdade e da mentira no Brasil urbano. O que existe é um campo de negociação ética, onde diferentes grupos operam com lógicas distintas, ora baseadas em princípios, ora em consequências, ora em adaptação ao ambiente.</p>

<p> </p>

<p>Se a filosofia buscou respostas universais, a pesquisa revela algo mais próximo da vida real: a verdade e a mentira são menos categorias fixas e mais instrumentos situados de gestão das relações humanas. E com certeza o dado mais profundo consagra que não é que as pessoas não valorizem a verdade, é que aprenderam, pela experiência, que nem sempre é possível sustentá-la sem custo.</p>
]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-04-01T10:53:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:24:40+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Pesquisa investiga como brasileiros lidam com mentira e verdade no dia a dia]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/03/17/pesquisa-investiga-como-brasileiros-lidam-com-mentira-e-verdade-no-dia-a-dia.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd4-21d8-734c-84ee-60b72397c705</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Em meio à proximidade do 1º de abril — data popularmente conhecida no Brasil como o “Dia da Mentira” — uma pesquisa de campo conduzida pelo Instituto Badra pretende ir além das brincadeiras e investig...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Em meio à proximidade do 1º de abril — data popularmente conhecida no Brasil como o “Dia da Mentira” — uma pesquisa de campo conduzida pelo Instituto Badra pretende ir além das brincadeiras e investigar como as pessoas, de fato, se relacionam com a mentira e a verdade no cotidiano.</p>

<p> </p>

<p>O levantamento ouvirá 1.060 moradores da cidade de São Paulo, respeitando a proporcionalidade da população em variáveis como gênero, faixa etária, escolaridade e renda. O objetivo é mapear percepções, práticas e dilemas éticos envolvendo o tema, explorando desde pequenas omissões do dia a dia até situações mais complexas que envolvem valores morais e convivência social.</p>

<p> </p>

<p>A pesquisa parte do entendimento de que mentira e verdade não são apenas conceitos abstratos, mas elementos centrais nas relações humanas. Em diferentes contextos, mentir pode ser visto tanto como um recurso para evitar conflitos ou proteger alguém quanto como uma quebra de confiança com impactos duradouros.</p>

<p> </p>

<p>Segundo a abordagem teórica que fundamenta o estudo, a verdade está relacionada à coerência entre o que se diz e o que se acredita, enquanto a mentira envolve a intenção de enganar, ainda que de forma sutil. Já a omissão — muitas vezes socialmente aceita — ocupa uma zona intermediária, ao ocultar informações sem necessariamente afirmar algo falso.</p>

<p> </p>

<p>Do ponto de vista sociológico, pesquisadores apontam que a mentira cumpre funções sociais variadas, podendo ajudar na manutenção de relações, na preservação de sentimentos ou até na dinâmica de grupos. Ao mesmo tempo, o excesso ou a banalização do engano pode fragilizar a confiança e afetar a coesão social.</p>

<p> </p>

<p>Ao investigar como os paulistanos equilibram esses fatores na prática, o Instituto Badra busca identificar padrões de comportamento, contradições e justificativas que orientam decisões cotidianas. A expectativa é que os resultados ajudem a compreender melhor os limites éticos que as pessoas estabelecem — e flexibilizam — ao lidar com a verdade.</p>

<p> </p>

<p>Em um país onde o 1º de abril se tornou símbolo cultural da brincadeira com a mentira, a pesquisa propõe um olhar mais profundo: afinal, quando mentir parece aceitável — e quando a verdade, por mais incômoda que seja, se torna indispensável?</p>

<p> </p>

<p>É pra pensar.</p>
]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-03-17T14:21:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:24:30+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Paulistanas veem avanços, mas ainda convivem com medo, desigualdade e pressão estética]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/03/06/paulistanas-veem-avancos-mas-ainda-convivem-com-medo-desigualdade-e-pressao-estetica.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd4-236f-7293-bf7e-65eb06bb2297</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, pesquisa do Instituto Badra com 520 moradoras da cidade de São Paulo revela que, apesar de avanços nas últimas décadas, as paulistanas ainda enfrentam desaf...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p style="margin-bottom:11px">Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, pesquisa do Instituto Badra com 520 moradoras da cidade de São Paulo revela que, apesar de avanços nas últimas décadas, as paulistanas ainda enfrentam desafios persistentes ligados à desigualdade, violência e padrões sociais. O levantamento ouviu mulheres de quatro faixas etárias, entre 18 e mais de 65 anos, para identificar possíveis diferenças geracionais em temas como maternidade, casamento, feminicídio, aborto e trabalho.</p>

<p style="margin-bottom:11px"> </p>

<p style="margin-bottom:11px">Um dos pontos de maior convergência entre as gerações é a percepção de que a vida da mulher melhorou em relação ao passado, embora ainda seja marcada por dificuldades. Para 36,7% das entrevistadas, a situação é hoje “um pouco melhor, mas ainda difícil”, enquanto 31,2% consideram que a vida feminina está muito melhor do que há 50 anos.</p>

<p style="margin-bottom:11px"> </p>

<p style="margin-bottom:11px">No mercado de trabalho, a maioria reconhece avanços, mas ressalta que a igualdade ainda não foi alcançada. Para 51,7% das mulheres, as oportunidades melhoraram, porém a desigualdade continua significativa.</p>

<p style="margin-bottom:11px"> </p>

<p style="margin-bottom:11px; text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/03/01_5.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p style="margin-bottom:11px"> </p>

<p style="margin-bottom:11px"><strong>FEMINICÍDIO</strong></p>

<p style="margin-bottom:11px">Quando o assunto é feminicídio, a percepção predominante entre as entrevistadas é de que o enfrentamento do problema passa principalmente pelo rigor da lei. Para 48,7% das mulheres, a principal medida para combater a violência contra a mulher é acabar com a impunidade, enquanto 32,3% defendem maior investimento em educação e conscientização da sociedade para prevenir novas agressões.</p>

<p style="margin-bottom:11px"> </p>

<p style="margin-bottom:11px">A pesquisa também aponta que a violência permanece como uma das principais preocupações. Mais da metade das entrevistadas (56,7%) afirma evitar andar sozinha à noite na cidade por medo, e quase metade (48,7%) acredita que o combate ao feminicídio depende principalmente do fim da impunidade.</p>

<p style="margin-bottom:11px"> </p>

<p style="margin-bottom:11px">Outro consenso aparece na percepção sobre padrões de beleza: 58,5% dizem que a pressão estética sobre as mulheres aumentou muito nos últimos anos.</p>

<p style="margin-bottom:11px"> </p>

<p style="margin-bottom:11px">Em temas ligados à vida pessoal, os resultados indicam mudanças culturais. Para 34,6%, o casamento é uma possibilidade, mas não essencial para a realização pessoal, enquanto 34,4% consideram que ele é importante, desde que equilibrado com trabalho, amizades e outros projetos de vida.</p>

<p style="margin-bottom:11px"> </p>

<p style="margin-bottom:11px">Sobre maternidade, predomina a ideia de planejamento e autonomia: 39,8% defendem que ter filhos deve ser uma decisão bem pensada e sem cobrança social. Já no debate sobre aborto, a posição mais comum é manter a legislação atual, defendida por 39% das entrevistadas.</p>

<p style="margin-bottom:11px"> </p>

<p style="margin-bottom:11px">Apesar das diferenças de idade, a pesquisa aponta mais convergências do que conflitos entre as gerações. Em comum, permanece a percepção de que a condição feminina avançou, mas ainda está longe de alcançar plena igualdade.</p>

<p style="margin-bottom:11px"> </p>

<p style="margin-bottom:11px">O caderno de resultados completo você acessa na página do instituto na internet: <a href="https://www.badracomunicacao.com.br/onepage" target="_blank">www.badracomunicacao.com.br</a><br />
 </p>
]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-03-06T15:38:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:24:24+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Pesquisa vai revelar o pensamento da mulher paulistana sobre temas de relevante interesse social]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2026/02/22/pesquisa-vai-revelar-o-pensamento-da-mulher-paulistana-sobre-temas-de-relevante-interesse-social.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd4-1fb8-71b4-abbb-2de0473f4a31</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[O que pensam sobre temas contemporâneos atuais e sobre o papel da mulher hoje? E quais as diferenças principais, quando consideradas as faixas etárias do público feminino da cidade? Em um século XXI m...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>O que pensam sobre temas contemporâneos atuais e sobre o papel da mulher hoje? E quais as diferenças principais, quando consideradas as faixas etárias do público feminino da cidade?</p>

<p> </p>

<p><br />
Em um século XXI marcado por transformações aceleradas nos costumes, nas relações sociais e no papel das mulheres na sociedade, torna-se cada vez mais necessário ouvir diretamente aquelas que vivenciam, em diferentes gerações, os impactos dessas mudanças. </p>

<p> </p>

<p>O crescente reconhecimento da importância estratégica das mulheres em todos os contextos da vida contemporânea é um consenso. Sem deixar de ser protagonista em papeis tradicionais ligados ao cuidado da família e da casa, a presença feminina tem alcançado destaque em todos os outros setores sociais, políticos, culturais e econômicos. </p>

<p> </p>

<p>Embora ainda seja marcante a desigualdade no acesso às melhores remunerações e aos postos de maior poder, esse cenário segue sendo alterado e as mulheres estão cada vez mais empenhadas em estarem em todos os lugares que fazem diferença na contemporaneidade. </p>

<p> </p>

<p>O feminismo, que foi um dos vetores centrais dessa transformação e sempre sofreu resistência de setores mais tradicionais da sociedade, agora vê ganhar impulso um novo movimento conservador, que defende o retorno da mulher ao contexto do lar e à priorização da maternidade. </p>

<p> </p>

<p>De outro lado, fatores como o forte desenvolvimento tecnológico e comunicacional das últimas décadas e o aumento da expectativa de vida alteram profundamente a cena contemporânea. Como nossas mulheres estão lidando com esse processo? </p>

<p> </p>

<p>Esta pesquisa buscará contribuir para ampliar o conhecimento sobre o que pensa uma parcela importante da diversidade brasileira – representada por moradoras da cidade de São Paulo – a respeito de temas como casamento, trabalho, maternidade, feminicídio, culto ao corpo, liberdade de expressão, aborto, participação política e outros assuntos contemporâneos. </p>

<p> </p>

<p>São questões que atravessam debates públicos intensos e que, muitas vezes, carecem de escuta qualificada da população feminina. Dar voz às mulheres, em diferentes idades, significa também oferecer à sociedade uma espécie de espelho ou de retrato das continuidades, rupturas e desafios que marcam a experiência feminina no Brasil atual. </p>

<p> </p>

<p>A cidade de São Paulo, por sua diversidade cultural e social, representa um ambiente privilegiado para captar percepções, valores e tensões que atravessam o Brasil urbano atual. </p>

<p> </p>

<p>Ao ouvir 520 mulheres, distribuídas em quatro grupos geracionais de 105 entrevistadas cada, será possível construir um panorama comparativo robusto sobre como diferentes gerações interpretam questões fundamentais do nosso tempo. </p>

<p> </p>

<p>Os resultados podem gerar reflexão coletiva, alimentar discussões em políticas públicas, inspirar campanhas institucionais, orientar estratégias de comunicação e contribuir para o entendimento das múltiplas formas de ser mulher no século XXI.</p>
]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-02-22T02:49:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:23:24+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Aprovação de Kayo Amado despenca em São Vicente e reprovação supera 46%, aponta Badra]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/litoral/2026/01/21/aprovacao-de-kayo-amado-despenca-em-sao-vicente-e-reprovacao-supera-46-aponta-badra.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Um ano depois de eleito com expectativa alta e capital político em mãos, o prefeito de São Vicente, Kayo Amado, chega ao fechamento de 2025 enfrentando um dado que, em política, costuma falar mais alt...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Um ano depois de eleito com expectativa alta e capital político em mãos, o prefeito de São Vicente, Kayo Amado, chega ao fechamento de 2025 enfrentando um dado que, em política, costuma falar mais alto do que qualquer discurso: a mudança de temperatura nas ruas. É isso o que revela o caderno de dezembro da série “Avaliação de Governo 2025”, do Instituto Badra, que ouviu 1.060 moradores-eleitores no município no dia 3 de dezembro, em entrevistas presenciais, com margem de erro de três pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%.</p>

<p> </p>

<p>A fotografia do momento coloca o governo municipal sob pressão, uma vez que  34,3% aprovam a forma de Kayo Amado governar, contra 46,1% que reprovam, enquanto 19,6% dizem não saber opinar. É um desenho em que a desaprovação não apenas lidera, ela se impõe com folga, num município onde a política local sempre foi marcada por disputas duras, alternâncias de poder e um eleitor que costuma cobrar resultado com impaciência, sobretudo quando o cotidiano aperta: ônibus lotado, posto de saúde cheio, escola com estrutura precária e o centro pedindo mais cuidado.</p>

<p> </p>

<p>E é justamente no gráfico que mede a evolução do desempenho, a peça central desta rodada, que a pesquisa encontra seu principal achado narrativo, ou seja, o que era “lua de mel” virou cobrança. No levantamento, a Badra registra que Kayo Amado foi eleito em outubro de 2024 com 87,6% de percepção positiva; depois, aos 100 dias, em abril de 2025, o índice cai para 64,5%, desce mais um pouco em agosto (8 meses) - para 58,1%, e despenca novamente em dezembro (1 ano) para 34,3%.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/01/002_1.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p>A curva, por si, conta uma história que indica que a gestão até ensaiou recuperação no meio do caminho, mas o fechamento do ano aponta um desgaste acelerado e, ao que tudo indica, mais conectado ao peso do cotidiano do que a um episódio isolado. Em cidades com identidade popular, alta circulação em bairros centrais e uma rotina muito marcada pelo deslocamento diário (muita gente que trabalha fora, ou vive a cidade no “bate-volta” regional), a régua é simples: melhorou ou não melhorou? Está andando ou travou?</p>

<p> </p>

<p>Na avaliação geral do desempenho do prefeito, a maioria posiciona a gestão como um governo que ainda não saiu da zona morna ou da zona de dúvida. 40,9% classificam como “regular”, enquanto 17,1% consideram “bom” e 4,7% avaliam como “ótimo”. Na outra ponta, 18,8% dizem que é “ruim” e 5,8% “péssimo”, além de 12,6% que não souberam responder. Na soma, a gestão tem 21,8% de avaliação positiva (ótima/boa) e 24,6% negativa (ruim/péssima) com a maior parte da cidade estacionada no “regular” e como se dissesse: “não é terra arrasada, mas também não convenceu”.</p>

<p> </p>

<p>O problema é que o “regular”, em política, raramente é um colchão de conforto. Em São Vicente, cidade que vive entre a memória histórica (a mais antiga do Brasil) e a urgência social de quem depende do serviço público, o “regular” muitas vezes funciona como uma antessala do desapontamento, sobretudo quando a percepção de progresso não acompanha o discurso oficial.</p>

<p> </p>

<p>E a pesquisa mostra que, para boa parte do eleitorado, o sentimento dominante não é o da virada, mas o da estagnação. Ao responderem sobre o rumo do município, 51,2% dizem que São Vicente “está parada no tempo e estagnada”, enquanto 27,1% enxergam crescimento e desenvolvimento, 13,0% afirmam que a cidade regrediu e 8,7% não souberam opinar.</p>

<p> </p>

<p>É um dado que ecoa com força em qualquer conversa de esquina, no ponto final do ônibus, na porta da escola ou na fila de atendimento: a sensação de que a cidade segue carregando problemas antigos e que, quando o morador compara promessa com entrega, o saldo não fecha.</p>

<p> </p>

<p>Na parte mais concreta do levantamento, a Badra pede notas de 1 a 10 para serviços que definem o humor urbano: saúde, educação, zeladoria e transporte. O resultado é um recado duro já que nenhuma área ultrapassa média 4,1. A saúde pública recebe nota média 3,9 e ainda tem 7,5% que não souberam avaliar. Já o ensino público aparece com nota média 3,8, com 11,5% de “não sabe”.</p>

<p> </p>

<p>No dia a dia, o “chão da cidade”, onde política vira experiência, dois serviços empatam como os mais bem avaliados, mas ainda assim sem empolgar: zeladoria e limpeza pública aparecem com nota média 4,1 (e 5,8% de não sabe), assim como o transporte público, também com nota média 4,1 (e 10,0% de não sabe). Em outras palavras, até os itens que “ganham” no comparativo interno ainda estão abaixo do que se consideraria minimamente confortável.</p>

<p> </p>

<p>O recorte demográfico ajuda a entender por que a régua é tão exigente. A amostra da Badra reflete uma São Vicente de maioria feminina (53,9%) e de população concentrada em faixa adulta , 39,5% têm entre 25 e 44 anos, grupo que tipicamente vive o peso do trabalho, do transporte e dos custos domésticos. Na escolaridade, predomina o ensino médio (77,8%), e na renda, 57,8% estão até R$ 2.800, retrato de uma cidade onde qualquer falha no serviço público vira impacto direto na vida.</p>

<p> </p>

<p>Quando o orçamento aperta, a paciência encurta. E, quando a sensação é de que “a cidade não anda”, a desaprovação tende a ganhar terreno não necessariamente por ideologia, mas por sobrevivência cotidiana: o eleitor cobra resultado, sem muito espaço para explicações técnicas.</p>

<p> </p>

<p>O cenário se estende ao Legislativo municipal. Na pergunta espontânea sobre o “melhor vereador atual”, os números mostram um traço típico de cidades em que a população não se sente representada: 26,7% dizem que nenhum vereador se destaca, e 22,2% afirmam não saber dizer. Mesmo assim, há nomes que emergem: Tiago Peretto lidera com 20,7%, seguido por Jhony Sasaki (7,9%) e Adilson da Farmácia (4,9%). O restante aparece pulverizado, sinal de baixa centralidade política e de um eleitorado que, em muitos casos, parece falar mais por sensação do que por fidelidade.</p>

<p> </p>

<p>No fim, a pesquisa de dezembro fecha o ano com uma frase silenciosa por trás dos percentuais: São Vicente está julgando o governo Kayo Amado menos pelo que ele diz que é, e mais pelo que o morador sente que está vivendo. A queda acentuada na aprovação ao longo de 2025, após um começo ainda sustentado por expectativa e depois por uma breve recuperação, sugere que a gestão chegou ao limite da “tolerância inicial” e entrou, de vez, na fase em que o eleitor cobra entrega, presença e respostas.</p>

<p> </p>

<p>E numa cidade que mistura turismo e periferia, mar e morro, história e urgência, a política raramente é abstrata: ela mora no detalhe. Na rua varrida ou não. No ônibus que passa ou atrasa. No posto que atende ou empurra. Na escola que acolhe ou improvisa. E é nesse “Brasil real”, em que o município se mede menos por slogan e mais por rotina, que os números da Badra parecem deixar um recado incômodo, mas claro: o governo ainda tem tempo de virar o jogo, mas o relógio político de São Vicente já começou a correr mais rápido.<br />
 </p>
]]></content>
                                    <category term="Litoral" />
                        <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-01-21T22:58:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:23:36+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Aprovação de Rogério Santos se mantém em alta e fecha o ano com 67,2% em Santos]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/litoral/2026/01/20/aprovacao-de-rogerio-santos-se-mantem-em-alta-e-fecha-o-ano-com-672-em-santos.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
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                <![CDATA[A gestão do prefeito Rogério Santos chega ao fim do primeiro ano de mandato com aprovação consolidada entre os eleitores de Santos. Levantamento presencial do Instituto Badra, realizado em 5 de dezemb...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A gestão do prefeito Rogério Santos chega ao fim do primeiro ano de mandato com aprovação consolidada entre os eleitores de Santos. Levantamento presencial do Instituto Badra, realizado em 5 de dezembro com 1.060 moradores-eleitores, mostra que 67,2% aprovam a administração municipal, enquanto 17,5% desaprovam e 15,3% não souberam opinar.</p>

<p> </p>

<p>O dado de dezembro não apenas confirma a força política do prefeito como também revela um comportamento típico de cidades com forte identidade urbana e alto grau de cobrança social: apoio majoritário, mas acompanhado de um eleitorado que observa de perto o desempenho cotidiano, especialmente em áreas sensíveis como saúde, educação e mobilidade.</p>

<p> </p>

<p> </p>

<p><strong>Evolução do desempenho: alta nos 100 dias, estabilidade no ano</strong></p>

<p>Um dos destaques do caderno é o gráfico de evolução da percepção sobre o desempenho do prefeito, que sugere um cenário de crescimento rápido no início e estabilização no decorrer do ano.</p>

<p> </p>

<p>A pesquisa aponta que Rogério Santos saiu de 66,5% de aprovação nos 100 dias (abril) para 63,9% em agosto (8 meses), chegando a 67,2% em dezembro (1 ano).</p>

<p> </p>

<p>Na prática, o retrato é de uma gestão que conseguiu ganhar musculatura política ao longo de 2025, mantendo o patamar no fim do período, um indicativo de estabilidade administrativa em um município que costuma oscilar entre expectativas altas, demandas por zeladoria e pressões naturais de uma cidade com dinâmica econômica regional.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/01/02_17.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p><strong>Avaliação geral: “ótimo/bom” soma 51,3%</strong></p>

<p>Na avaliação por conceito, os entrevistados classificaram o governo municipal como: Ótimo, 12,1%; Bom, 39,2%; Regular, 38,1%; Ruim, 6,0%; Péssimo, 3,2%; e não sabe, 1,3%. A soma de ótimo + bom (51,3%) supera com folga o campo negativo (ruim + péssimo = 9,2%), mas é o bloco do “regular” que chama atenção: 38,1%.</p>

<p> </p>

<p>Esse volume de avaliações medianas costuma funcionar como “faixa de disputa” na política local, um eleitorado que ainda não migrou para o campo crítico, mas que também não concede um cheque em branco. É ali, geralmente, que a agenda de serviços públicos define o humor do município.</p>

<p> </p>

<p><strong>Cidade em movimento: 60,4% dizem que Santos tem se desenvolvido</strong></p>

<p>Ao projetar a opinião para o cenário urbano, a Badra identificou que 60,4% dos santistas acreditam que a cidade “tem crescido e se desenvolvido”. Outros 32,1% avaliam que Santos está “parada no tempo e estagnada”, enquanto 6% dizem que “regrediu”.</p>

<p> </p>

<p>O resultado dialoga com a própria natureza de Santos: uma cidade com pulsação econômica intensa, que funciona como vitrine regional, âncora do litoral paulista e ponto de passagem, trabalho e turismo, mas que também convive com desigualdades entre bairros e pressões históricas por infraestrutura, drenagem, mobilidade e ocupação urbana.</p>

<p> </p>

<p><strong>Serviços públicos: zeladoria se destaca; saúde e ensino pedem resposta</strong></p>

<p>Quando o levantamento mede a qualidade de serviços (em notas de 1 a 10), o maior destaque positivo aparece na zeladoria e limpeza pública, com nota média 7,1, um indicador de que a gestão tem conseguido entregar o que, para a vida real do morador, costuma ser determinante: rua limpa, manutenção e cuidado cotidiano com o espaço urbano.</p>

<p> </p>

<p>Já em áreas estruturais, os números revelam desafios:</p>

<p>- Saúde pública: nota média 6,3.<br />
- Transporte público: nota média 6,1.<br />
- Ensino público: nota média 5,4 (além de um índice elevado de “não sabe dizer”, de 16,6%).</p>

<p> </p>

<p>O contraste sugere uma fotografia clássica da administração municipal em grandes centros regionais. O que é visível no cotidiano urbano rende percepção positiva, enquanto áreas mais complexas, que exigem estrutura, profissionais, integração de rede e orçamento, tendem a produzir avaliações mais duras.</p>

<p> </p>

<p><strong>Câmara “sem dono”: 35,3% não apontam nenhum vereador como destaque</strong></p>

<p>Na pergunta espontânea sobre o melhor vereador, a pesquisa traz um sinal político relevante: 35,3% responderam “nenhum deles”, e 24% disseram “não sei dizer”.</p>

<p> </p>

<p>O nome mais citado individualmente foi Adilson Junior, com 11,9%, seguido por menções pulverizadas. Atual presidente do Legislativo local, o parlamentar ocupou a primeira posição, ao longo de 2025, em todos os levantamentos realizados pelo Instituto Badra, ou seja, também demonstra ter uma posição consolidada em termos de avaliação popular.</p>

<p> </p>

<p>O resultado desenha uma Câmara ainda com baixa identificação popular, cenário que frequentemente amplia o protagonismo do Executivo e ajuda a explicar por que, em Santos, a discussão sobre gestão costuma se concentrar mais no desempenho do prefeito do que no debate legislativo.</p>

<p> </p>

<p><strong>Retrato do eleitorado ouvido</strong></p>

<p>A amostra da Badra, com entrevistas presenciais e margem de erro de 3 pontos percentuais, ouviu moradores-eleitores de 16 anos ou mais, em diferentes pontos de fluxo do município.</p>

<p> </p>

<p>O perfil registrado mostra predominância de mulheres (54,7%), faixa etária concentrada entre 25 e 44 anos (35,1%) e 60+ (29,2%), maioria com escolaridade até o ensino médio (76,6%), e renda familiar em grande parte até R$ 2.800 (49,8%) ou entre R$ 2.800 e R$ 7 mil (46%).</p>
]]></content>
                                    <category term="Litoral" />
                        <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-01-20T00:01:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:23:35+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Mourão fecha ano com 70% de aprovação em Praia Grande e mantém fôlego mesmo após avaliação cair]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/litoral/2026/01/19/mourao-fecha-ano-com-70-de-aprovacao-em-praia-grande-e-mantem-folego-mesmo-apos-avaliacao-cair.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd4-259b-7075-903a-f65bb498026d</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[A administração do prefeito Alberto Mourão chega ao fim do primeiro ano de governo em Praia Grande sustentada por um indicador que, na política, costuma valer como escudo: alta aprovação popular. Leva...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A administração do prefeito Alberto Mourão chega ao fim do primeiro ano de governo em Praia Grande sustentada por um indicador que, na política, costuma valer como escudo: alta aprovação popular. Levantamento do Instituto Badra, realizado no município em 3 de dezembro de 2025, aponta que 70,0% aprovam a forma de governar do prefeito, enquanto 20,6% reprovam e 9,4% não souberam opinar.</p>

<p> </p>

<p>O número ganha força não apenas por si, mas pelo enredo que ele sintetiza, ou seja, uma gestão que oscilou ao longo do ano, caiu no meio do caminho e encerra dezembro em retomada, segundo o gráfico de evolução medido nos três quadrimestres (abril, agosto e dezembro). A série da Badra registra 63,2% nos 100 dias (abril), vai para 77,4% aos oito meses (agosto) e, agora, atinge 70,0% no fechamento de um ano.</p>

<p> </p>

<p>Em outras palavras, o governo termina 2025 com saldo positivo, onde sete moradores de um universo de dez aprovam a gestão.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/01/02_16.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p><strong>Aprovação se ancora na avaliação “boa” e no sentimento de cidade em movimento</strong></p>

<p>Quando o eleitor é convidado a classificar o desempenho da gestão por uma escala tradicional (ótimo, bom, regular, ruim, péssimo), o quadro também é favorável. Em Praia Grande, 57,6% avaliam o governo como ótimo ou bom, sendo 20,2% ótimo e 37,4% bom.</p>

<p> </p>

<p>O campo do “regular” aparece com 26,4%, sinal de que existe uma parcela relevante que não rejeita o governo, mas também não se rende ao entusiasmo. Já os críticos mais duros, aqueles que carimbam a administração como ruim ou péssima, somam 11,3% (6,2% ruim e 5,1% péssima).</p>

<p> </p>

<p>Mas o dado que ajuda a explicar essa blindagem política é outro: 64,5% dizem que Praia Grande “tem crescido e se desenvolvido”. Apenas 24,5% enxergam a cidade “parada no tempo e estagnada”, e só 5,8% afirmam que o município “tem regredido”.</p>

<p> </p>

<p>É como se a pesquisa descrevesse um município que, no imaginário do eleitor, preserva a sensação de avanço, percepção que, em cidades litorâneas como Praia Grande, costuma dialogar com fatores do cotidiano como pressão de temporada, mobilidade, expansão imobiliária, aumento de demanda por serviços e o desafio permanente de manter a máquina pública funcionando sob estresse.</p>

<p> </p>

<p><strong>Serviços públicos: zeladoria puxa a média para cima; transporte derruba a nota</strong></p>

<p>Na avaliação setorial, a Badra coloca um “termômetro” direto na mão da população: notas de 1 a 10 para serviços públicos. E o ranking revela uma espécie de retrato urbano. Praia Grande parece colher bons dividendos onde o eleitor enxerga “cidade cuidada”, mas tropeça no ponto em que a experiência diária pesa,  o transporte público.</p>

<p> </p>

<p>A melhor nota média é de zeladoria e limpeza pública, com 6,9. Na sequência, aparecem ensino público com nota média 6,1 e saúde pública com nota média 6,0. Já o transporte público recebe a pior avaliação, com nota média 5,8 e ainda registra 15,5% de “não sabe”, o que pode indicar tanto baixa utilização por parte de alguns grupos quanto dificuldade de julgamento por falta de parâmetro direto.</p>

<p> </p>

<p>O recado é simples, mas politicamente sensível: mesmo com aprovação elevada, há uma dor concreta na rotina e ela passa pelo deslocamento, pelo tempo de espera e pela integração (ou falta dela) no tecido urbano. Em municípios que misturam bairros densos, turismo sazonal e circulação regional, mobilidade costuma ser o tipo de problema que “come” a popularidade pelas beiradas.</p>

<p> </p>

<p><strong>Câmara “invisível”: quase metade não vê vereador com desempenho destacado</strong></p>

<p>A pesquisa também mediu, de forma espontânea, quem seria o vereador “com melhor desempenho”. E aqui, a resposta mais ruidosa não tem nome e sobrenome: 44,5% disseram “nenhum deles”. Outros 26,8% afirmaram “não sei dizer”.</p>

<p> </p>

<p>Somados, são mais de 7 em cada 10 eleitores que não identificam uma liderança nítida no Legislativo local o que, na prática, reforça um cenário em que a política municipal se organiza muito mais pela força do Executivo e pela figura do prefeito do que pelo protagonismo da Câmara no debate público.</p>

<p> </p>

<p>Entre os citados, aparecem Gordinho do Povo (5,3%), Serginho Sim (4,0%) e Marquinho (4,0%), em um pelotão que pontua, mas não consegue “furar a bolha” do grande eleitorado.</p>

<p> </p>

<p><strong>Quem respondeu a pesquisa </strong></p>

<p>A Badra ouviu 1.060 moradores-eleitores, com margem de erro de 3 pontos percentuais e confiança de 95%. O perfil tem maioria feminina (54,5%), e concentração na faixa de 25 a 44 anos (37,4%), além de uma presença relevante de 60+ (25,1%).</p>

<p> </p>

<p>Em escolaridade, predomina Ensino Médio (79,1%), com 13,4% de superior. Na renda, a maior fatia está até R$ 2.800 (57,7%), seguida por R$ 2.800 a R$ 7 mil (36,2%). Esse desenho ajuda a entender por que serviços de impacto direto como saúde, educação, limpeza e transporte funcionam como eixo principal de julgamento. Em cidades com forte dinâmica popular, o eleitor tende a medir o governo com uma régua concreta que a do “funcionou ou não funcionou no meu dia?”.</p>

<p> </p>

<p><strong>A história que os números contam</strong></p>

<p>A pesquisa de dezembro fecha o ano com uma espécie de síntese: o governo Mourão segue aprovado e bem avaliado, sustentado por um sentimento majoritário de que a cidade está em desenvolvimento.</p>

<p> </p>

<p>Mas o gráfico do desempenho também avisa que o cenário não é uma linha reta: os 63,2% dos 100 dias não resistiram ao calendário, a gestão ganhou altitude em agosto e agora perde parte do fôlego, fechando 2025 com 70% de aprovação.</p>

<p> </p>

<p>A Praia Grande que emerge do levantamento é a de um município que, ao mesmo tempo, celebra o que avança e pressiona por respostas onde a vida real aperta. Para a Prefeitura, o recado é claro: há capital político, mas ele cobra manutenção e, no ritmo veloz de cidades litorâneas da Baixada, aprovação alta pode ser menos um troféu e mais um prazo de validade.</p>
]]></content>
                                    <category term="Litoral" />
                        <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-01-19T00:01:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:26:02+00:00</updated>
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            <entry>
            <title><![CDATA[Em Peruíbe, Badra registra queda na aprovação do governo Felipe Bernardo ao longo de 2025]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/litoral/2026/01/18/em-peruibe-badra-registra-queda-na-aprovacao-do-governo-felipe-bernardo-ao-longo-de-2025.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
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                <![CDATA[Peruíbe chega ao fim de 2025 com uma fotografia política nítida e nada confortável para o governo municipal. O Instituto Badra, que monitora quadrimestralmente a avaliação das administrações na Baixad...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Peruíbe chega ao fim de 2025 com uma fotografia política nítida e nada confortável para o governo municipal. O Instituto Badra, que monitora quadrimestralmente a avaliação das administrações na Baixada Santista, aponta que a gestão do prefeito Felipe Bernardo encerra o primeiro ano com 40,9% de aprovação, contra 53% de reprovação, além de 6% que não souberam responder.</p>

<p> </p>

<p>O dado, por si só, já seria suficiente para acender o sinal de alerta na Prefeitura. Mas é o movimento da curva, mais do que o número isolado, que dá o tom do recado vindo das ruas.</p>

<p><br />
<strong>Aprovação cai no ano e só ensaia reação no fim</strong></p>

<p>O gráfico de evolução do desempenho mostra que a aprovação do prefeito era majoritária no início do mandato, mas perdeu força no meio do caminho. Aos 100 dias de governo (abril/25), Felipe Bernardo tinha 51,4%; em agosto/25, o índice cai para 35,2%; e, em dezembro/25, registra leve recuperação para 40,9%.</p>

<p> </p>

<p>É o tipo de trajetória que costuma resumir, em números, um fenômeno conhecido na política municipal: a “paciência do começo” pode até existir, mas ela não dura para sempre e, quando a rotina da cidade pesa, a avaliação vira termômetro de expectativas frustradas.</p>

<p> </p>

<p>A pesquisa foi feita presencialmente em 1º de dezembro, com 1.060 moradores-eleitores, margem de erro de três pontos percentuais e 95% de confiança, em pontos de fluxo distribuídos entre Centro, Stella Maris, Jardim Ribamar e área rural, entre outros.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/01/02_15.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p><br />
<strong>Avaliação geral: “regular” lidera, mas saldo é negativo</strong></p>

<p>Quando o eleitor de Peruíbe é convidado a qualificar o desempenho do governo, o sentimento dominante é o da mediania: 38,9% classificam a gestão como regular. Mas os extremos puxam o saldo para baixo: somadas, as avaliações ruim (16,6%) e péssima (21,7%) atingem 38,3%, enquanto ótima (3,0%) e boa (17,7%) chegam a 20,7%.</p>

<p> </p>

<p>Na prática, é como se a administração estivesse presa numa espécie de “zona cinzenta”, não há colapso de unanimidade contra, mas também não se sustenta um entusiasmo forte a favor.</p>

<p> </p>

<p><strong>A cidade “parada no tempo”: maioria enxerga estagnação</strong></p>

<p>O recado fica ainda mais evidente quando a pesquisa troca o foco do prefeito para o município. A Badra perguntou como a população vê Peruíbe hoje e a resposta mais escolhida foi direta: 55,1% dizem que a cidade “está parada no tempo e estagnada”. Apenas 27,9% afirmam que o município “tem crescido e se desenvolvido”, enquanto 15,5% percebem que regrediu.</p>

<p> </p>

<p>Peruíbe, que vive entre o peso de ser cidade litorânea turística e a cobrança por serviços públicos permanentes para quem mora o ano inteiro, parece expressar um dilema conhecido: o cotidiano cobra muito mais do que promessas de “virada” e a percepção de estagnação tende a corroer qualquer narrativa política de curto prazo.</p>

<p> </p>

<p><strong>Serviços públicos: notas baixas e um padrão de cobrança</strong></p>

<p>Nas áreas de serviços, os indicadores aparecem comprimidos em patamares baixos, com médias que ajudam a explicar a frieza do eleitorado.</p>

<p> </p>

<p>Na saúde pública, o levantamento mostra uma distribuição pesada nas notas mínimas: 24,3% deram nota 1, e o índice de “não sabe dizer” foi de 2,1%.</p>

<p> </p>

<p>Já na avaliação do ensino público, o dado que salta aos olhos não é apenas a exigência é a dúvida. A pesquisa registra 18,3% de “não sabe dizer” nessa área, um volume que costuma aparecer quando o tema não toca diretamente uma parcela do público ou quando a rede pública não está no centro do debate cotidiano de parte dos entrevistados.</p>

<p> </p>

<p>Em zeladoria e limpeza urbana, o eleitorado novamente concentra respostas nas faixas baixas, com 17,5% dando nota 1.</p>

<p> </p>

<p>E no transporte público, outro serviço que costuma virar barômetro de satisfação social por mexer com tempo, deslocamento e custo de vida, o levantamento aponta 10,8% de nota 1 e 15,5% de “não sabe dizer”.</p>

<p> </p>

<p>O conjunto sugere um cenário em que o governo não enfrenta apenas oposição política, mas, enfrenta, principalmente, desconfiança prática, aquela que nasce quando a rua não sente melhora com clareza.</p>

<p> </p>

<p><strong>Câmara: eleitor cobra nomes e muitos não apontam ninguém</strong></p>

<p>O termômetro da política local também aparece na pergunta espontânea sobre o vereador com melhor desempenho. O nome mais citado é Cristen Na Mira (22,1%), seguido por Julinho (9,1%). Cristen, aliás, fecha o ano de pesquisas Badra como o vereador com melhor de desempenho de toda a Região Metropolitana da Baixada Santista.</p>

<p> </p>

<p>Mas o dado mais ruidoso é outro: 32,1% dizem “nenhum deles”, e 21,5% afirmam não saber responder.</p>

<p> </p>

<p>É um indicador que costuma ter leitura dupla. De um lado, denuncia distanciamento ou descrédito; de outro, revela como a política municipal ainda patina para se conectar com o cotidiano da população, algo que pode acabar impactando não só o Legislativo, mas também a sustentação do Executivo.</p>

<p> </p>

<p><strong>O que a pesquisa revela sobre o clima político de Peruíbe</strong></p>

<p>O primeiro ano de Felipe Bernardo termina, segundo os números, com um eleitorado dividido entre a crítica aberta e a insatisfação contida. A aprovação não desaba a ponto de inviabilizar a gestão, mas a reprovação majoritária e a percepção de cidade estagnada desenham um quadro típico de governo que perdeu tração.</p>

<p> </p>

<p>Para 2026, a pergunta que fica não é apenas “quanto a prefeitura vai comunicar”, mas quanto conseguirá entregar de forma visível. Porque, em Peruíbe, a Badra captou uma mensagem que raramente vem com floreios: o eleitor pode até esperar mas, quando não enxerga avanço, ele desconta na régua da aprovação.</p>
]]></content>
                                    <category term="Litoral" />
                        <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-01-18T07:24:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:23:34+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Aprovação de Cristina Wiazowski despenca em Mongaguá e reprovação chega a 64%, aponta Badra]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/litoral/2026/01/17/aprovacao-de-cristina-wiazowski-despenca-em-mongagua-e-reprovacao-chega-a-64-aponta-badra.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd4-1ed2-72d8-a69b-345d74ea44e3</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
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                <![CDATA[A prefeita Cristina Wiazowski enfrenta, no fechamento de 2025, o momento mais delicado de percepção pública desde que assumiu a Prefeitura de Mongaguá, no Litoral Sul paulista. Pesquisa do Instituto B...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A prefeita Cristina Wiazowski enfrenta, no fechamento de 2025, o momento mais delicado de percepção pública desde que assumiu a Prefeitura de Mongaguá, no Litoral Sul paulista. Pesquisa do Instituto Badra, realizada em 2 de dezembro com 1.060 moradores-eleitores, aponta que 64% desaprovam a forma como a prefeita governa, enquanto apenas 23,4% aprovam — e 12,6% dizem não saber opinar.</p>

<p> </p>

<p>Mais do que o retrato de um instante, o dado ganha força quando comparado ao gráfico de evolução do desempenho: o índice de aprovação caiu de 66,3% no momento em que Cristina foi eleita (junho/25) para 57,1% em agosto/25, despencando para 23,4% em dezembro/25, em uma sequência que sugere perda acelerada de fôlego político ao longo do primeiro ano de gestão.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/01/002.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p><strong>Avaliação é morna, mas o saldo negativo pesa mais</strong></p>

<p>Quando o eleitor de Mongaguá é chamado a avaliar o desempenho da prefeita em uma escala qualitativa, o resultado revela um município dividido entre a desconfiança e a resignação: 37,5% classificam a gestão como “regular”, enquanto 23,2% consideram “ruim” e 21,3% avaliam como “péssima”. Do outro lado, apenas 10,4% apontam “boa” e 1,5% dizem ser “ótima”.</p>

<p> </p>

<p>Na prática, os números mostram que a administração permanece presa ao centro, mas com um detalhe crucial: quando o eleitor precisa escolher entre “aprovar” ou “desaprovar”, a balança pende com folga para o lado da reprovação.<br />
 </p>

<p><strong>Cidade “parada no tempo” vira percepção majoritária</strong></p>

<p>A pesquisa também mediu o humor coletivo sobre os rumos do município e o veredito veio pesado: para 58,5%, Mongaguá “está parada no tempo e estagnada”. Outros 19,1% dizem que a cidade regrediu, enquanto 16,6% percebem crescimento e desenvolvimento.</p>

<p> </p>

<p>É um tipo de dado que ultrapassa a política do dia e encosta naquilo que define a vida cotidiana de uma cidade turística, sazonal e fortemente atravessada por desafios urbanos comuns à Baixada Santista. “Quando a percepção de futuro trava, a gestão deixa de ser apenas “bem avaliada” ou “mal avaliada” e passa a ser julgada como incapaz de destravar a rotina. Algo muito comum quando há duplo comando, e que a voz mais alta é de que não foi eleito para comandar. Governar é dialogar e não se impor pela força”, argumento Maurício Juvenal, analista de dados do Instituto Badra.</p>

<p> </p>

<p><strong>Serviços públicos recebem notas baixas e transporte afunda</strong></p>

<p>Se a prefeitura é o palco, os serviços são a plateia que responde sem cerimônia. No levantamento de dezembro, os moradores deram nota média 3,8 para a saúde pública e 4,1 para o ensino público. A melhor avaliação aparece em zeladoria e limpeza pública, com nota 4,4, ainda assim abaixo do patamar considerado satisfatório.</p>

<p> </p>

<p>O pior resultado é o do transporte público, com nota média 3,1, sugerindo um gargalo cotidiano que costuma impactar tanto quem trabalha quanto quem depende do deslocamento interno, especialmente em cidades com bairros distantes dos eixos mais centrais e com circulação reforçada em temporadas.</p>

<p> </p>

<p><strong>Câmara distante do eleitor: “nenhum deles” lidera disparado</strong></p>

<p>O mau humor não se concentra apenas no Executivo. Na pergunta espontânea sobre o vereador com melhor desempenho, o campeão foi um “candidato” simbólico: 48,3% responderam “nenhum deles”. Outros 25,8% disseram não saber.</p>

<p> </p>

<p>Entre os nomes lembrados, Renatinho da Saúde aparece com 3,6%, seguido por Du Primos e Badu (ambos com 2,6%) e Baiano do Agenor (2,5%).</p>

<p> </p>

<p>O dado reforça um sinal clássico de desgaste institucional: quando o eleitor não enxerga representação, ou não consegue associar nomes a entregas, a política passa a ser percebida como um ruído distante, mesmo em cidades onde a vida pública costuma ser marcada por relações próximas e cobrança direta.</p>

<p> </p>

<p><strong>Um ano que termina com alerta ligado</strong></p>

<p>O levantamento da Badra em Mongaguá, excepcionalmente com dois pontos de medição no ano em razão do calendário eleitoral suplementar, sugere que a prefeita atravessa o fim de 2025 sob um cenário de erosão acelerada da aprovação e de cobrança concentrada nos serviços mais básicos, justamente aqueles que costumam definir o julgamento popular fora das redes sociais: saúde, transporte, educação e zeladoria.</p>

<p> </p>

<p>E, quando a maior parte dos moradores passa a dizer que a cidade está “estagnada”, o recado é ainda mais duro do que a crítica. “É um aviso de que Mongaguá, em pleno coração da Baixada, parece ter entrado em um tipo de maré baixa de expectativas e, para reverter isso, gestão e política precisarão fazer mais do que resistir ao desgaste, isto é, terão de apresentar 3 R’s: rumo, ritmo e resultado. Até porque há 2 R’s permanentemente de olho.</p>
]]></content>
                                    <category term="Litoral" />
                        <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-01-17T00:01:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:23:34+00:00</updated>
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            <entry>
            <title><![CDATA[Pesquisa Badra aponta reprovação de 67,5% da população à gestão Tiago Cervantes]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/litoral/2026/01/16/pesquisa-badra-aponta-reprovacao-de-675-da-populacao-a-gestao-tiago-cervantes.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
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                <![CDATA[A avaliação do primeiro ano da gestão do prefeito Tiago Cervantes em Itanhaém, no litoral sul paulista, chega ao último quadrimestre de 2025 marcada por um dado duro: 67,5% dos moradores-eleitores diz...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A avaliação do primeiro ano da gestão do prefeito Tiago Cervantes em Itanhaém, no litoral sul paulista, chega ao último quadrimestre de 2025 marcada por um dado duro: 67,5% dos moradores-eleitores dizem reprovar a forma como o governo municipal vem sendo conduzido, enquanto 23% aprovam e 9,4% não souberam responder. Os números são da pesquisa de opinião realizada pelo Instituto Badra, com 1.060 entrevistas presenciais, margem de erro de 3 pontos percentuais e 95% de confiança, em 1º de dezembro de 2025.</p>

<p> </p>

<p>O retrato captado no encerramento do ano aponta também uma gestão que não conseguiu “virar a chave” na percepção coletiva: quando perguntados sobre a situação geral da cidade, 59,6% afirmam que Itanhaém está “parada no tempo e estagnada”, enquanto 19,1% dizem que o município regrediu e apenas 18,9% enxergam crescimento e desenvolvimento.</p>

<p><br />
<strong>Aprovação oscila no ano e termina em patamar baixo</strong></p>

<p>Um dos achados que mais chamam atenção na pesquisa é o gráfico de evolução do desempenho do prefeito ao longo do ano — uma espécie de linha do tempo do humor do eleitor. O instituto mediu a aprovação em três momentos: 100 dias (abril), 8 meses (agosto) e 1 ano (dezembro).</p>

<p> </p>

<p>O resultado mostra que Cervantes começou o ano com 34,5%, quando foi reeleito. Em abril a aprovação caiu para 24,7% e praticamente se manteve estável em agosto, com 24,8%. 2025 se encerrou e a gestão de Itanhaém atingiu, em dezembro, 23% de aprovação, mantendo a trajetória de queda e estabilizando-se em um patamar baixo no fim do primeiro ano de mandato.</p>

<p> </p>

<p>Em cidades com forte dinâmica sazonal, como Itanhaém — onde a população flutuante e o turismo costumam pressionar serviços urbanos — esse tipo de oscilação tende a ganhar ainda mais relevância: o que poderia ser apenas “ajuste de rota” no início do governo se transforma, ao fim do ano, em uma percepção mais consolidada de avaliação negativa.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/01/02_14.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p><br />
<strong>Avaliação do governo: “regular” domina, mas soma negativa é elevada</strong></p>

<p>Quando a pesquisa pede uma nota qualitativa para o desempenho do prefeito (ótimo, bom, regular, ruim, péssimo), o resultado é um misto de desalento e reprovação: 35,5% avaliam como “regular”, mas os índices de crítica pesam: 29,1% classificam como “péssimo” e 18,7% como “ruim”. Já os positivos ficam bem abaixo: 9,4% dizem “bom” e 2,8% “ótimo”, enquanto 4,5% não souberam avaliar.</p>

<p> </p>

<p>Na prática, os percentuais sugerem um cenário em que a cidade não apenas cobra resultados mais concretos, como também dá sinais de insatisfação consistente com a condução do governo.</p>

<p> </p>

<p><strong>Serviços públicos: notas baixas e sensação de desgaste cotidiano</strong></p>

<p>Outro indicador que reforça o clima de cobrança é a avaliação de serviços essenciais, que aparecem com médias abaixo do ideal.</p>

<p> </p>

<p>Na saúde pública, a nota média é 4,1, com grande concentração de avaliações no piso: 23,8% deram nota 1 e outros 18,3% deram nota 5, desenhando um quadro de frustração e baixa confiança no atendimento.</p>

<p> </p>

<p>Na educação pública, a pesquisa também registra nota média de 4,1, mas com um dado adicional revelador: 16,8% dizem “não saber” avaliar, o que pode indicar parte da população fora da rede escolar municipal ou distante do uso cotidiano do serviço.</p>

<p> </p>

<p>Já em zeladoria e limpeza urbana, a média sobe um pouco, para 4,7, ainda assim distante de uma aprovação confortável e com peso grande de avaliações baixas.</p>

<p> </p>

<p>O pior desempenho aparece no transporte público, que registra média 3,9 e novamente com forte presença de notas mínimas, sinalizando que o deslocamento diário permanece como um ponto sensível para a população.</p>

<p><br />
<strong>Câmara Municipal: maioria não aponta “melhor vereador”</strong></p>

<p>A pesquisa também revela sinais de distanciamento entre o eleitor e a política institucional. Na pergunta espontânea sobre o vereador com melhor desempenho, 52,6% respondem “nenhum deles”, e outros 20% dizem não saber.</p>

<p> </p>

<p>Entre os nomes lembrados, aparecem Naldo da Bodeguita (5,8%), Zequinha (4,2%) e Professor Fernando (3,4%), mas todos em percentuais baixos, indicando pulverização e pouco protagonismo percebido.</p>

<p> </p>

<p>O dado funciona como termômetro complementar: se o Executivo enfrenta desgaste, o Legislativo também não escapa de uma percepção de baixa efetividade, o que reforça o sentimento geral de estagnação apontado na pesquisa.</p>

<p> </p>

<p><strong>Quem foi ouvido</strong></p>

<p>O levantamento ouviu moradores-eleitores com 16 anos ou mais, em diferentes regiões e pontos de fluxo da cidade, com cotas por sexo, faixa etária e região de moradia, além de aproximações por escolaridade e renda.</p>

<p> </p>

<p>O perfil consolidado indica, por exemplo, presença majoritária de entrevistados com ensino médio (70,9%), e predomínio de renda familiar de até R$ 2.800 (62,5%), um recorte social que tende a sentir com mais intensidade problemas ligados à qualidade e ao acesso a serviços públicos.<br />
 </p>
]]></content>
                                    <category term="Litoral" />
                        <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-01-16T01:13:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:23:32+00:00</updated>
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            <entry>
            <title><![CDATA[Farid Madi fecha 2025 com alta na avaliação do seu governo e aprovação acima de 57%]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/litoral/2026/01/15/farid-madi-fecha-2025-com-alta-na-avaliacao-do-seu-governo-e-aprovacao-acima-de-57.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[A gestão Farid Madi, no Guarujá, encerra 2025 com um recado claro do morador-eleitor: o governo municipal tem aprovação majoritária e conseguiu melhorar sua avaliação ao longo do ano, mas ainda caminh...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A gestão Farid Madi, no Guarujá, encerra 2025 com um recado claro do morador-eleitor: o governo municipal tem aprovação majoritária e conseguiu melhorar sua avaliação ao longo do ano, mas ainda caminha sob o sinal do “regular”, conceito que, historicamente, traduz o perfil exigente de uma cidade que vive entre o cotidiano dos bairros e a vitrine turística do litoral paulista.</p>

<p> </p>

<p>Os dados são do Instituto Badra, especializado em pesquisas de opinião e avaliação de gestões municipais, que ouviu 1.060 eleitores presencialmente em 4 de dezembro, em um levantamento com 95% de confiança e margem de erro de 3 pontos percentuais.</p>

<p> </p>

<p><strong>Avaliação por conceito: “regular” domina, mas rejeição é baixa</strong></p>

<p>Na pergunta sobre o desempenho do prefeito, a pesquisa mostra que a maioria do eleitorado opta por uma avaliação intermediária: Ótimo, 10,2%; Bom, 30,2%; Regular, 41,1%; Ruim, 8,5%; Péssimo, 4,9%; e Não sabe: 5,1%.</p>

<p> </p>

<p>Somando os extremos, ótimo + bom chegam a 40,4%, enquanto ruim + péssimo somam 13,4%, num sinal de que, apesar das críticas, o governo termina o ano com um cenário relativamente confortável.</p>

<p><br />
<strong>Aprovação é de 57,7% e reprovação fica em 24,5%</strong></p>

<p>Quando o instituto mede diretamente aprovação e reprovação do governo, o resultado reforça a vantagem do Chefe do Executivo: Aprova, 57,7%; Reprova, 24,5%; e Não sabe dizer, 17,7%. Na prática, é como se a cidade dissesse: “a gestão vai bem, mas ainda há gente esperando mais entrega”. E a grande parcela de indecisos mostra que o julgamento segue em andamento.</p>

<p> </p>

<p><strong>Termômetro quadrimestral: desempenho cresce e fecha o ano em alta</strong></p>

<p>A pesquisa também traz o gráfico de evolução do desempenho do governo, medido a cada quadrimestre ao longo do primeiro ano de gestão: Abril (100 dias), 65,7%; Agosto (8 meses), 64,1%; e Dezembro (1 ano), 57,7%.</p>

<p> </p>

<p>A sequência aponta regularidade, sendo mais perceptível no fechamento do ano, quando a população tende a comparar promessas iniciais com ações visíveis no dia a dia.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/01/guaruja002.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p><strong>Guarujá “em movimento”: quase metade vê desenvolvimento</strong></p>

<p>A leitura de percepção sobre a cidade também reforça um clima de avanço, embora sem unanimidade: 47,0% dizem que Guarujá tem crescido e se desenvolvido; 38,1% afirmam que está parada no tempo; 7,0% avaliam que regrediu; e 7,9% não souberam responder.</p>

<p> </p>

<p>O dado revela uma cidade dividida entre quem percebe melhora e quem ainda sente estagnação — algo comum em municípios onde realidades de bairros diferentes convivem lado a lado.</p>

<p><br />
<strong>Serviços públicos: zeladoria lidera, transporte preocupa</strong></p>

<p>Se a avaliação do governo avança, a pesquisa mostra que, para o eleitor, o desempenho da gestão passa obrigatoriamente pelos serviços essenciais, e eles ainda aparecem em um patamar “mediano”.</p>

<p> </p>

<p>A pesquisa traz médias (nota de 1 a 10) para quatro áreas: Zeladoria e limpeza pública, 5,7; Saúde pública, 5,2; Ensino público, 5,1; e Transporte público: 4,7, como nota média<br />
O destaque positivo fica com zeladoria, área que costuma ter peso simbólico em cidades turísticas: quando a rua está limpa, o bairro “sente” que está sendo cuidado e isso reverbera rápido na opinião pública.</p>

<p> </p>

<p>Na outra ponta, o transporte aparece com a pior nota, sugerindo insatisfação e desafios na mobilidade local, principalmente em uma cidade que convive com variações sazonais e grande fluxo de visitantes em determinados períodos do ano.</p>

<p><br />
 </p>

<p><strong>Câmara Municipal: maioria não aponta nenhum vereador como destaque</strong></p>

<p>No recorte sobre o Legislativo, a fotografia é mais dura: ao perguntar qual vereador tem o melhor desempenho, a Badra encontrou dois resultados que superam qualquer nome citado: “Nenhum deles”, 30,4%; e “Não sei dizer”, 28,1%. Ou seja: 58,5% do eleitorado não enxerga um parlamentar como referência, ou afirma não ter condições de avaliar.</p>

<p> </p>

<p>Mesmo assim, três nomes aparecem no topo do ranking de lembrança espontânea: Márcio Pet Shop, 8,1%; Andréia Feijó, 4,2%; e Alexandre Alves, 3,4%.</p>

<p> </p>

<p>Os números mostram que, num ambiente em que a maior parte da população não identifica um vereador de destaque, ser lembrado já é um diferencial político, ainda que a pulverização dos percentuais indique que o reconhecimento segue restrito a nichos do eleitorado.</p>

<p> </p>

<p><strong>O que a pesquisa sinaliza para 2026</strong></p>

<p>O levantamento de dezembro sugere que o governo municipal termina 2025 em trajetória positiva, com aumento gradual da avaliação e aprovação consistente. Mas também aponta que o Guarujá continua exercendo sua marca histórica: a régua alta, a cobrança por entregas concretas e a análise do cotidiano como principal critério de julgamento político.</p>

<p> </p>

<p>Em 2026, a mensagem da pesquisa é objetiva e direta, quando deixa claro que a gestão tem vantagem, mas o eleitor quer serviço funcionando. E, na Câmara, a cobrança parece ainda maior, já que a maioria não identifica protagonismo entre os vereadores.</p>
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                                    <category term="Litoral" />
                        <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-01-15T00:01:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:26:00+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Entre o "bom governo" e o desafio do cotidiano, pesquisa Badra mostra avaliação da gestão de Cubatão]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/litoral/2026/01/14/entre-o-bom-governo-e-o-desafio-do-cotidiano-pesquisa-badra-mostra-avaliacao-da-gestao-de-cubatao.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Cubatão sempre carregou um simbolismo peculiar no imaginário paulista. A cidade que um dia foi conhecida nacionalmente como “Vale da Morte”, em referência ao colapso ambiental que marcou a Baixada San...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Cubatão sempre carregou um simbolismo peculiar no imaginário paulista. A cidade que um dia foi conhecida nacionalmente como “Vale da Morte”, em referência ao colapso ambiental que marcou a Baixada Santista, também virou exemplo de reviravolta: recuperação, reorganização, reconstrução urbana e, sobretudo, resistência.</p>

<p> </p>

<p>Mas toda cidade tem sua prova diária e que passa pelo que funciona na vida real, quando o morador sai de casa, pega transporte, busca atendimento na saúde, enfrenta demandas de zeladoria e tenta enxergar futuro nos serviços públicos.</p>

<p> </p>

<p>É nesse ponto que a pesquisa do Instituto Badra, aplicada no início de dezembro, traz um dado central: o governo municipal é avaliado majoritariamente como regular e, ainda assim, tem aprovação ampla, indicando um cenário típico de gestão em fase de consolidação: a população não rejeita o comando, mas espera confiante por entregas.</p>

<p> </p>

<p><strong>Avaliação geral: predominância do “regular” e aprovação acima de 60%</strong></p>

<p>A primeira fotografia do levantamento é bem clara e mostra que o conceito “regular” domina a percepção do eleitor sobre a gestão municipal. Ao responderem como classificam o desempenho do prefeito Cesar Nascimento, os entrevistados apontaram: regular, 45,1%; bom, 37,9%; ótimo, 5,5%; ruim, 7,5%; péssimo, 3,0%; e não sabe avaliar, 0,9%.</p>

<p> </p>

<p>O dado sugere uma leitura típica de cidades onde o governo se mantém em zona de conforto, no sentido positivo da expressão, junto ao eleitor, isto é, não há reprovação generalizada, mas existe um julgamento prudente, de expectativa ainda em aberto.</p>

<p> </p>

<p>Essa impressão ganha contorno mais político quando a pesquisa troca o “conceito” pela pergunta decisiva. Então, você aprova ou reprova? O resultado aponta um governo com aprovação consolidada. Aprova, 61,3%; reprova, 18,5%; e não sabe dizer, 20,2%.</p>

<p> </p>

<p>Aqui mora uma das chaves interpretativas da rodada. Cubatão aprova mais do que classifica como “bom/ótimo”. Em outras palavras, há um eleitor que diz “regular”, mas não vira oposição, ele mantém o governo no crédito.</p>

<p> </p>

<p>E quando se olha o desempenho de forma longitudinal, o governo parece atravessar 2025 com oscilação, mas sem ruptura. O gráfico de evolução, medido a cada quadrimestre, mostra que em abril, com 100 dias de governo, a aprovação era de 67,2%, passando em agosto de 2025 (8 meses) para 63,0%, e dezembro, com um ano de gestão, para 61,3%. Um patamar positivo produzindo uma constante cujo recado é contundente: houve queda no meio do caminho, mas a gestão mantém status ao final do primeiro ano.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/01/cubatao002.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p>E é justamente aí que Cubatão “conversa com Cubatão”: a cidade que aprendeu, ao longo das décadas, que nenhum projeto se sustenta apenas com promessa — e que a recuperação sempre exige continuidade — parece estar dando ao governo o que dá a si mesma historicamente, ou seja, uma chance de confirmar a virada na prática!</p>

<p> </p>

<p><strong>Serviços ficam na faixa do “mediano”, com zeladoria em melhor posição</strong></p>

<p>Quando a pesquisa desce do plano político para o território do cotidiano, a conclusão é quase um consenso estatístico: os serviços públicos avaliados ficam concentrados na faixa intermediária, girando em torno de notas médias entre 5 e 6 pontos.</p>

<p> </p>

<p>Na saúde pública, a nota média registrada foi 5,4. Na educação (ensino público), a nota média ficou em 5,3. Já a zeladoria e limpeza pública aparece como melhor desempenho entre os quatro setores e nota média de 5,7. Por fim, o transporte público registra nota média de 5,5.</p>

<p><br />
Essa faixa, por si só, é um diagnóstico político. Cubatão não está dizendo que “tudo vai mal”, mas também não entrega ao governo um selo de excelência. E há um aspecto bastante simbólico nisso.</p>

<p> </p>

<p>Porque, em cidades industriais e estratégicas como Cubatão, onde o contraste entre desenvolvimento econômico e desafios urbanos sempre esteve no centro do debate, o cidadão costuma ser objetivo. A régua é pragmática. O eleitor avalia o governo menos pelo discurso e mais pelo resultado perceptível, o que quer dizer  unidade de saúde funcionando, escola atendendo, rua limpa, ônibus passando.</p>

<p> </p>

<p>Nesse contexto, o fato de zeladoria liderar o bloco é, muitas vezes, sinal de gestão que consegue imprimir presença no que é visível e imediato. Já saúde e educação, por serem políticas mais complexas e lentas de “aparecer”, costumam carregar cobranças persistentes. Os números da pesquisa refletem isso.</p>

<p> </p>

<p><strong>Topete lidera, mas o “ninguém” e o “não sei” viram maioria silenciosa</strong></p>

<p>Se o Executivo recebe aprovação, o Legislativo enfrenta um fenômeno clássico de muitas cidades brasileiras que é o da baixa identificação do eleitor com seus vereadores.</p>

<p> </p>

<p>Na pergunta espontânea sobre “qual vereador atual tem melhor desempenho”, o maior grupo não escolhe ninguém: nenhum deles, 30,6%; e não sei dizer, 21,3%. Mais da metade do eleitorado (51,9%) não aponta nenhum nome, por desapontamento direto ou por distanciamento. </p>

<p> </p>

<p>Ainda assim, entre os nomes lembrados, há um trio que se destaca com folga. Topete (Alexandre Mendes), 16,0%, na liderança isolada. Rony Martins, 7,7%, mais que dobrando o terceiro colocado, consolida um segundo lugar sólido. Jair do Bar,  3,0%, empatado tecnicamente com Cleber do Cavaco. Essas são as três, ou quatro, primeiras posições no ranking espontâneo, ou seja, o respondente não recebeu lista, disco ou qual material de apoio para fazer a sua manifestação.</p>

<p> </p>

<p>O interessante aqui é que, em Cubatão, onde a política municipal costuma ser marcada por lideranças comunitárias, apelidos populares e forte presença territorial, o ranking revela uma dinâmica antiga: mandatos que conseguem “existir” no imaginário do eleitor sobrevivem melhor ao desgaste geral da Câmara.</p>

<p> </p>

<p>“O desempenho na pesquisa reforça que a força de Topete não é apenas eleitoral, mas, sim, é de presença e reconhecimento, algo que nem sempre acompanha o número bruto de votos”, argumenta Maurício Juvenal, analista de dados do Instituto Badra.</p>

<p> </p>

<p>O que a rodada de dezembro mostra é uma Cubatão com uma postura típica de cidade que já viveu extremos: o eleitor não se deixa levar apenas pelo entusiasmo, mas também não reage com pessimismo automático.</p>

<p> </p>

<p>Ao final de um primeiro ano, Cesar Nascimento aparece aprovado por uma maioria, recuperando patamar após oscilação ao longo de 2025. Mas o “regular” dominante na avaliação por conceito reforça que, para transformar aprovação em convicção, o governo vai precisar avançar no que mais pesa no dia a dia, isto é, serviços que, hoje, seguem em nota intermediária, com destaque positivo para zeladoria e desafio permanente em áreas como saúde e educação.</p>

<p> </p>

<p>E se a Prefeitura ainda tem o tempo político a seu favor, a Câmara enfrenta um recado mais duro: mais da metade do eleitorado não aponta sequer um vereador como referência de bom desempenho, um sinal direto de distanciamento, cobrança e falta de identidade política.</p>

<p> </p>

<p>No fim, Cubatão repete seu próprio diálogo histórico. Uma cidade que não se define pelo rótulo que recebe, mas pelo que consegue provar com o tempo, e que, mais uma vez, olha para o poder público com uma mistura de expectativa e cobrança.</p>
]]></content>
                                    <category term="Litoral" />
                        <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-01-14T00:11:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:23:32+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Avaliação da gestão Marcelo Vilares indica aprovação consolidada e trajetória de crescimento]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/litoral/2026/01/13/avaliacao-da-gestao-marcelo-vilares-indica-aprovacao-consolidada-e-trajetoria-de-crescimento.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
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                <![CDATA[Ao completar seu primeiro ano como chefe do Executivo da atual gestão municipal, o prefeito de Bertioga, Marcelo Vilares, chega a dezembro de 2025 com uma avaliação predominantemente positiva por part...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Ao completar seu primeiro ano como chefe do Executivo da atual gestão municipal, o prefeito de Bertioga, Marcelo Vilares, chega a dezembro de 2025 com uma avaliação predominantemente positiva por parte da população. Levantamento realizado pelo Instituto Badra, com 1.060 moradores-eleitores ouvidos presencialmente, revela que quatro em cada dez bertioguenses classificam o desempenho do governo como regular, enquanto 42% atribuem conceitos positivos (ótimo ou bom) à administração de Vilares.</p>

<p> </p>

<p>De acordo com os dados, 11,1% consideram o governo ótimo e 30,9% o avaliam como bom, somando 42% de aprovação qualitativa. Outros 41,9% apontam a gestão como regular, índice que, na leitura política, indica mais expectativa e cobrança do que rejeição propriamente dita. As avaliações negativas permanecem em patamar minoritário: 6,8% classificam como ruim e 5,1% como péssima, enquanto 4,2% não souberam avaliar .</p>

<p> </p>

<p>Quando a pergunta é direta — aprova ou reprova a forma de governar — os números reforçam o cenário favorável: 60,9% dos entrevistados aprovam a administração municipal, contra 24,9% que desaprovam, além de 14,2% que não souberam opinar. “Trata-se de um índice de aprovação consistente para um primeiro ano de mandato, sobretudo em um município que historicamente alterna ciclos de entusiasmo e frustração administrativa, obviamente excetuado os oito anos de gestão do prefeito Caio Matheus”, destaca o jornalista Maurício Juvenal, analista de dados do Instituto Badra.</p>

<p> </p>

<p>A curva histórica levantada pela Badra ajuda a compreender esse momento. Eleito em outubro de 2024 com 68,5% dos votos válidos, o atual prefeito viu sua aprovação saltar para 75,9% em abril de 2025, depois atingiu 56,4% em agosto, antes de registrar 60,9% em dezembro, mantendo-se acima do percentual eleitoral. A leitura dos dados indica um governo que, após um pico de avaliação positiva no meio do ano, entra em fase de acomodação e atenção — fenômeno comum em cidades como Bertioga, onde a população tende a comparar a gestão corrente com experiências administrativas passadas marcadas por descontinuidade e dificuldades estruturais.</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2026/01/bertioga-02.jpg" style="height:445px; width:800px" /></p>

<p> </p>

<p><br />
<strong>Zeladoria lidera avaliação setorial</strong></p>

<p>Na avaliação por áreas, a pesquisa revela diferenças importantes na percepção dos serviços públicos. Zeladoria e limpeza urbana despontam como o setor mais bem avaliado, com nota média de 6,8, indicando reconhecimento visível das ações cotidianas de manutenção da cidade — um tema historicamente sensível em Bertioga, especialmente nos bairros mais afastados do Centro .</p>

<p> </p>

<p>A saúde pública, tradicionalmente uma das áreas mais críticas para os municípios do Litoral Paulista, alcança nota média de 5,7, desempenho intermediário que sugere avanços pontuais, mas ainda longe de uma percepção de excelência. O dado reforça a leitura de que a população reconhece esforços, mas mantém alta expectativa por melhorias estruturais no atendimento .</p>

<p> </p>

<p>A educação pública municipal registra nota média de 5,6, com um índice relativamente elevado de entrevistados que afirmam não saber avaliar, o que pode estar associado à percepção indireta do serviço por parte de quem não tem filhos na rede. Ainda assim, o resultado aponta estabilidade, sem rejeição expressiva, mas também sem entusiasmo generalizado .</p>

<p> </p>

<p>Já o transporte público aparece como o setor mais desafiador da gestão, com nota média de 5,4 e alto índice de indecisão. O dado dialoga com uma reclamação recorrente na história recente da cidade: a dificuldade de integração entre bairros, a dependência do transporte coletivo e a expectativa por soluções mais eficientes em um município territorialmente extenso e com crescimento populacional acelerado .</p>

<p><br />
<strong>Câmara Municipal: destaque individual convive com descrédito institucional</strong></p>

<p>Quando o foco se desloca para o Legislativo, a pesquisa revela um cenário mais fragmentado. Na pergunta espontânea sobre o vereador com melhor desempenho, Carlos Ticianelli lidera com 10,8% das menções, abrindo vantagem sobre os demais parlamentares. O desempenho chama atenção quando comparado à sua trajetória política: reeleito em 2024, Ticianelli consolida-se como um nome conhecido do eleitorado e amplia sua visibilidade no exercício do mandato, superando, em percepção, o patamar individual de votos que obteve na eleição proporcional .</p>

<p> </p>

<p>Na segunda colocação aparece Guarujá (Gilmar Barbosa), com 6,2%, seguido por Salmir Gomes, com 5,8%. Ambos formam um segundo bloco de reconhecimento público, ainda distante do líder, mas à frente de um grupo numeroso de vereadores com baixa lembrança espontânea. Em termos comparativos, o resultado evidencia que visibilidade parlamentar e votação eleitoral nem sempre caminham juntas: enquanto a eleição define cadeiras, o mandato redefine protagonismos .</p>

<p> </p>

<p>O dado mais emblemático, porém, está fora do ranking individual: 31,1% dos entrevistados afirmaram que “nenhum deles” merece destaque, e outros 25,7% disseram não saber apontar um vereador. Ou seja, mais da metade da população não identifica desempenho relevante no conjunto da Câmara Municipal, um sinal de alerta institucional que dialoga com a história política local, marcada por períodos de distanciamento entre o Legislativo e o cotidiano da cidade </p>

<p> </p>

<p>Segundo Maurício Juvenal, o retrato traçado pela pesquisa Badra mostra uma Bertioga que enxerga avanços no Executivo, mantém expectativas elevadas sobre serviços essenciais e segue crítica em relação à atuação do Legislativo. “Em um município jovem, em constante expansão urbana e demográfica, os dados sugerem que o primeiro ano de governo cumpriu o papel de estabilizar a gestão — mas também deixam claro que o capital político acumulado precisará ser convertido em entregas mais visíveis nos próximos anos”, finaliza.</p>
]]></content>
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                        <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2026-01-13T00:01:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:23:17+00:00</updated>
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            <entry>
            <title><![CDATA[Ganhe uma renda extra sem complicação: seja pesquisador de campo na Badra e ganhe R$ 200/dia]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2025/11/25/ganhe-uma-renda-extra-sem-complicacao-seja-pesquisador-de-campo-na-badra-e-ganhe-r-200dia.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd4-1cfe-71bf-8f5e-1ace95c422ad</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Você já pensou em ganhar um dinheiro extra ajudando a entender o que o brasileiro realmente pensa?. Na Badra Comunicação estamos sempre precisando de pesquisadores de campo em todo o Brasil – e talvez...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Você já pensou em ganhar um dinheiro extra ajudando a entender o que o brasileiro realmente pensa?. Na Badra Comunicação estamos sempre precisando de pesquisadores de campo em todo o Brasil – e talvez a próxima pessoa contratada seja exatamente você!</p>

<p> </p>

<p><strong>Estamos recrutando pesquisadores que morem na Baixada Santista (preferencialmente Praia Grande, São Vicente e Santos) e também na Cidade de São Paulo (ideal residentes na Zona Oeste/Sul).</strong></p>

<p><strong>Mas se você não mora nessas regiões ideais, se cadastre mesmo assim!. Há muitas oportunidades ao longo do ano de 2026!.</strong></p>

<p> </p>

<p><strong>O que você vai fazer?</strong></p>

<p>É simples: aplicar questionários (presenciais) sobre temas do dia a dia – política, consumo, comportamento, serviços públicos. As pesquisas duram de 5 a 20 minutos por entrevistado.</p>

<p> </p>

<p><strong>Quanto dá pra ganhar?</strong></p>

<p>- Pagamento por diária realizada.<br />
- Valores acima da média do mercado.<br />
- Pagamento rápido.</p>

<p> </p>

<p><strong>O que você precisa?</strong></p>

<p>- Boa dicção e simpatia.<br />
- Disponibilidade na semana (pode ser à noite ou fins de semana).<br />
- Maior de 18 anos.</p>

<p> </p>

<p><strong>Badra, mais de três décadas de experiência</strong></p>

<p>Damos treinamento completo e todo o material. Você só precisa de vontade de trabalhar, responsabilidade em cumprir corretamente a aplicação dos questionários e atender as cotas de pesquisas.</p>

<p> </p>

<p><strong>Quer entrar pro time?</strong></p>

<p>Envie e-mail e cadastre seu currículo:<br />
administrativo@badracomunicacao.com.br<br />
mencionando “Pesquisador de Campo”</p>
]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2025-11-25T12:01:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:22:56+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[TH+ BAND LITORAL divulga resultados da pesquisa Badra sobre cidades de Peruíbe, Itanhaém e Mongaguá]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2025/09/11/th-band-litoral-divulga-resultados-da-pesquisa-badra-sobre-cidades-de-peruibe-itanhaem-e-mongagua.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd4-1788-7214-9e91-d265cb90c74a</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<div data-oembed-url="https://www.youtube.com/watch?v=mhr1uyldek4">
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</div>

<p> </p>
]]></content>
                                    <category term="BS9 - Badra" />
                        <published>2025-09-11T21:20:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:21:30+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[TH+ BAND LITORAL divulga resultados da pesquisa Badra sobre cidades de Bertioga, Cubatão e Guarujá]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2025/09/09/th-band-litoral-divulga-resultados-da-pesquisa-badra-sobre-cidades-de-bertioga-cubatao-e-guaruja.html" />
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                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
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                <![CDATA[]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div data-oembed-url="https://www.youtube.com/watch?v=W2IRA7WRdf8">
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</div>

<p> </p>
]]></content>
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                        <published>2025-09-09T20:43:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:21:27+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Concurso de redação vai distribuir notebooks aos autores dos melhores textos]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.bs9.com.br/bs9-badra-comunicacao/2025/06/30/concurso-de-redacao-vai-distribuir-notebooks-aos-autores-dos-melhores-textos.html" />
            <id>https://www.bs9.com.br/019f5cd4-12b1-71a5-b963-bad41189c9f8</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Robson de Castro]]></name>
            </author>
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                <![CDATA[“Como motivar o brasileiro a votar?" Se você tem uma boa resposta ou um bom argumento para essa pergunta e gosta de escrever, pode estar prestes a se tornar o vencedor de uma das categorias do Concurs...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p><strong>“Como motivar o brasileiro a votar?"</strong> Se você tem uma boa resposta ou um bom argumento para essa pergunta e gosta de escrever, pode estar prestes a se tornar o vencedor de uma das categorias do Concurso Badra de Redação. E, assim, garantir um moderno notebook para chamar de seu.</p>

<p> </p>

<p>A Badra Pesquisas é um instituto que se interessa muito pela opinião pública, entendendo que ouvir as pessoas, com atenção, é fundamental para ampliar a qualidade da  democracia brasileira. Nessa direção, o Concurso Badra de Redação pretende estimular as moradoras e moradores da Baixada Santista a pensar em caminhos para ampliar a participação do eleitorado nas eleições.</p>

<p> </p>

<p>A gente sabe que o voto é só uma parte do processo democrático, mas uma parte decisiva, porque permite a participação de todos os adultos na escolha das pessoas que tomarão as principais decisões públicas do País – decisões que afetam nossa vida em todos os campos. <br />
 </p>

<p>Apesar disso, em 2018, 30 milhões de eleitores deixaram de votar no primeiro turno das eleições para presidente, governador e representantes parlamentares. Em 2022, esse número aumentou para 32 milhões de ausências. Em outras palavras, a abstenção, que já era grande, passou de 20,3% para 20,9% dos eleitores, ou seja, de cada dez eleitores aptos a votar, pelo menos dois não exerceram seu direito de escolha.</p>

<p> </p>

<p>Está claro que muitas pessoas estão insatisfeitas com os candidatos e com os rumos da política, e outras inclusive têm medo de violência durante a votação. São muitos os motivos para esse cenário, que, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, afeta principalmente as pessoas mais pobres e menos escolarizadas, em grande parte jovens. </p>

<p> </p>

<p>Mas o que pode ser feito para estimular mais pessoas a exercerem o direito e o dever de votar? Nós queremos conhecer e premiar suas ideias a respeito!</p>

<p> </p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.bs9.com.br/upload/dn_arquivo/2025/06/whatsapp-image-2025-06-30-at-064851.jpeg" style="height:750px; width:600px" /></p>

<p> </p>

<p><strong>O CONCURSO</strong><br />
O Concurso Badra de Redação está dividido em três categorias: de 16 a 19 anos; de 20 a 59 anos; e de 60 anos ou mais. Para cada categoria o vencedor levará para casa um notebook completo. Mais do que isso, vai poder indicar uma entidade de assistência social de sua cidade de residência para receber 50 cestas básicas.</p>

<p> </p>

<p>O tema da redação é único: <strong>“Como motivar o brasileiro a votar?"</strong> O envio da redação, no padrão definido no regulamento (para baixar o regulamento é só acessar <a href="http://www.concursobadraderedacao.com.br">www.concursobadraderedacao.com.br</a>), já é na prática a inscrição. Os textos serão recebidos no período de 1 de julho a 7 de setembro de 2025, na página do concurso na internet ou pelo endereço eletrônico badra@badracomunicacao.com.br. O concurso é voltado apenas aos moradores das cidades da Região Metropolitana da Baixada Santista, no caso Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanháem, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande (SP), Santos e São Vicente.</p>

<p> </p>

<p>A escolha das melhores redações será feita por um júri técnico, composto por comunicadores, professores, empresários, ativistas sociais, pesquisadores e políticos, que atribuirão notas para o conteúdo e para a boa escrita. Os vencedores serão conhecidos no dia 1 de outubro e no dia 4 de outubro ocorrerá o evento de premiação. </p>

<p> </p>

<p>Os textos dos vencedores e outros selecionados pelo júri técnico serão divulgados pelos veículos de comunicação parceiros da Badra na realização.</p>

<p> </p>

<p><strong>PARCERIA</strong><br />
 </p>

<p>O Concurso Badra de Redação tem a parceria do Jornal Diário do Litoral, da TH+ Band, do perfil Viver em Santos e Região e do Portal BS9.</p>
]]></content>
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                        <published>2025-06-30T09:11:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-13T19:19:48+00:00</updated>
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